<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675</id><updated>2012-01-10T05:24:42.969-08:00</updated><category term='OS CONFLITOS DE LULA'/><category term='Energia Nuclear'/><category term='Políticos'/><category term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><category term='O Respeitável Público'/><category term='Mau Cheiro'/><category term='Mais Elegância'/><category term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><category term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><category term='&quot;O Monstro&quot;'/><category term='A BUSCA DA VERDADE'/><category term='O Carioca e a Sujeira'/><category term='e outros trabalhos de RP'/><title type='text'>Blog do Professor Adilson</title><subtitle type='html'>"Deus dá a liberdade às pessoas de pensar e escolher entre o bem e o mal, a decisão é delas".(Gay Talese)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>74</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5482501063052860646</id><published>2012-01-09T05:32:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T05:32:17.007-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mais Elegância'/><title type='text'>Mais Elegância</title><content type='html'>Coluna da "Revista O Globo" de 08/01/2012 - Por Artur Xexéo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz sucesso no YouTube — na última vez em que conferi, eram mais de cem mil visualizações — o vídeo com os votos de Feliz Ano Novo de Sandra Annemberg na despedida da última edição de 2011 do telejornal “Hoje”. No ar, a apresentadora deseja “que o novo ano seja muito, mas muito elegante”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso não é surpreendente. Afinal, não se costuma desejar elegância no ano novo. O mais comum é que se deseje prosperidade ou que o ano seja pleno de realizações ou ainda que o ano novo traga, principalmente, saúde. Mas elegância é esquisito mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este 2012 não precisou caminhar muito para eu chegar à conclusão de que Sandra Annemberg é mais sábia do que os que se divertem com ela no YouTube. O dia 1° não tinha nem começado direito quando veio a notícia de que a festa de réveillon em Copacabana havia se transformado em 370 toneladas de lixo. É muito lixo para uma noite só. E do que é que essa gente que provocou tanta sujeira está precisando? Elegância, muita elegância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem achou que o lixo copacabanense iria se manter como a ação mais deselegante do ano por algum tempo, eis que, já no dia 2, estreou na Rede Bandeirantes o reality show “Mulheres ricas”. O que é aquilo? Cinco mulheres que não se vestem bem, arrogantes, mal educadas, perdulárias se expõem como se não tivessem noção do quanto são agressivas em seu comportamento fútil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resumir a personalidade de Val, Narcisa, Brunete, Sayeg e Débora, as cinco mulheres do programa? Além de terem em comum a incontinência verbal... Como dizem bobagens! A arquiteta Brunete Fraccaroli, ao apresentar um empregado, o define como “um de meus braços direitos”. Agora, dois mistérios cercam a vida de Brunete. Antes de o programa ir ao ar, já não se sabia a sua idade. Agora, ninguém sabe também quantos braços direitos ela tem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois além da incontinência verbal, elas dividem uma atração incontrolável por champagne, o que deixa a suspeita de serem levemente alcoólatras. Resumindo: as cinco “mulheres ricas” são muito deselegantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal refeitos do impacto provocado pela estreia do programa da Band, somos atacados no dia seguinte com o estranho comportamento do ministro da Integração Nacional. Enquanto o Brasil inteiro, mais uma vez, submerge com as chuvas de verão, o ministro Fernando Bezerra repassa quase a totalidade da verba de preparação às enchentes para Pernambuco, o estado onde mantém seu curral eleitoral. Não há forma mais deselegante de desintegrar o país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que a mensagem de fim de ano de Sandra Annenberg não tem nada de engraçada. E quem vem se divertindo com ela no YouTube não percebe o que está acontecendo no Brasil. O país sofre de deselegância crônica. Na verdade, Sandra Annemberg desejou os votos mais certeiros desta temporada. Que 2012 tenha, pelo menos, alguma elegância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5482501063052860646?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5482501063052860646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2012/01/mais-elegancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5482501063052860646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5482501063052860646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2012/01/mais-elegancia.html' title='Mais Elegância'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6465373509857124487</id><published>2012-01-04T09:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:16:02.010-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Carioca e a Sujeira'/><title type='text'>O Carioca e a Sujeira</title><content type='html'>"O Globo" 04/01/2012 - Coluna Opinião - Por Zuenir Ventura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem daquele mar de lixo em Copacabana depois do réveillon deu razão ao prefeito Eduardo Paes, quando chamou de "porco" quem transforma as ruas e as praias em lixeira. Na ocasião, houve protestos contra as declarações, mas que outra classificação merecem as pessoas que em uma noite foram capazes de produzir ali 370 toneladas de entulho, do total de 645 recolhidas em toda a cidade, um terço a mais do que no ano passado? Outros bairros também se destacaram: Ipanema e Leblon, com 52 toneladas; Recreio, com 30; Flamengo, com 20 e, num último honroso lugar, o Piscinão de Ramos, com apenas 7 toneladas. Adriana Calcanhotto disse em música que "cariocas são bacanas", "são sacanas", "são dourados", "são modernos", "são espertos" e "não gostam de sinal fechado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltou dizer que gostam de sujeira — não a corporal, mas a pública. Pessoalmente são asseados, tomam banho todo dia (e criticam os franceses por achar que eles não têm esse hábito), mas fazem do Rio uma das cidades mais sujas do mundo. Mantêm, por exemplo, o interior de seu carro impecavelmente limpo, mas lançam pela janela latas de refrigerante, garrafas plásticas, cascas de banana, jornal. Repreendem a faxineira que não limpou direito a poeira dos móveis, mas levam o cachorro para fazer cocô na calçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia, assisti a uma cena típica. Uma senhora jogou um pacote com porcaria no trecho que um gari acabara de varrer, e ele reclamou timidamente: "Acabei de limpar, e a senhora suja!" Resposta da ilustre dama: "Você ganha pra isso, e quem paga sou eu." Graças a essa mentalidade incivilizada de que, se pago imposto, posso emporcalhar a cidade, os números da imundície crescem cada vez mais. Cartazes no calçadão informam que só em Ipanema, "a cada hora, meia tonelada de lixo é abandonada na praia". No total, a cidade gera por dia quase 9 mil toneladas de resíduos, sendo que mais de 3 mil toneladas são de "lixo público" e 4.287 toneladas de "lixo domiciliar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das contradições do Rio é que se trata de um dos centros urbanos mais sujos, mas com um dos sistemas de limpeza mais eficientes. De fato, a Comlurb, "a maior organização da América Latina" no gênero, é um serviço exemplar, e poucos servidores públicos atraem tanto a simpatia da população quanto os garis. Não por acaso, Renato, o Gari sorriso que costuma roubar a cena no Sambódromo, dançando com a vassoura entre o desfile de uma e outra escola de samba, já foi eleito o Carioca Gente Boa e é uma celebridade. Aparece em comerciais ao lado de Gisele Bündchen e Zeca Pagodinho, conheceu a Europa e dá palestras motivacionais em grandes empresas. Uma de suas lições: "Se a população se conscientizar, não há necessidade de limpar uma rua três, quatro vezes por dia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso vergonhoso da Avenida Rio Branco, que é varrida seis vezes diariamente, de segunda a sexta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6465373509857124487?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6465373509857124487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2012/01/o-carioca-e-sujeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6465373509857124487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6465373509857124487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2012/01/o-carioca-e-sujeira.html' title='O Carioca e a Sujeira'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6796058136667557722</id><published>2011-12-01T04:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:16:25.943-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Políticos'/><title type='text'>Políticos</title><content type='html'>Por Merval Pereira - O Globo - 26/11/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente a imprensa livre e as críticas não fazem bem aos políticos brasileiros, seja de que ideologia forem. Vários deles, ontem, tiveram ataques de nervos, reagindo de maneiras diversas, mas todas beirando a histeria, a críticas recebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado do PP Jair Bolsonaro, cuja atuação política é marcada por atitudes radicais e provocações baratas, teve o desplante de subir à tribuna da Câmara para insinuar, aos berros, que a presidente Dilma Rousseff tem tendências homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criticado por todos os seus colegas, disse que não pediria desculpas, mas tentou explicar que sua frase, embora possa ter dado essa impressão, não queria dizer que a presidente era homossexual, mas sim que ela "gostava" de homossexuais, no sentido de que apoiava suas reivindicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo Bolsonaro já protagonizara inaceitável episódio anteriormente, levando para o plenário da Câmara o tenente-coronel do Exército Lício Augusto Ribeiro, que prendeu e interrogou em 1972 o então guerrilheiro do Araguaia José Genoino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro das Cidades, Mário Negromonte, também do PP, derramou lágrimas (de crocodilo?) ao ser homenageado por seguidores numa tentativa de prestar-lhe solidariedade contra as denúncias de que seu ministério fraudou um documento para mudar projeto de transporte em Cuiabá para a Copa do Mundo: em vez de uma linha rápida de ônibus (BRT), a alteração permitiu, contra parecer técnico, a contratação de um Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), aumentando em R$700 milhões o custo da obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há gravações de reuniões em que pressões claras foram feitas e documentos que provam que o parecer técnico original foi adulterado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o ministro se diz "perseguido pela imprensa do sul", que teria "desprezo por nordestino".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o ex-presidente José Sarney, atual presidente do Senado, soltou uma nota indignada em seu blog oficial, intitulada "A política e a burrice", em que afirma, entre outras coisas, que os que criticam o fato de a Fundação José Sarney ter sido assumida pelo governo do Maranhão, por proposta de sua filha, a governadora Roseana Sarney, reúnem "todos aqueles defeitos que movem o ódio político: a inveja, a burrice e a ingratidão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na visão do ex-presidente, são injustas as críticas "de alguns idiotas", pois doou com "grandeza, amor e desprendimento" ao povo do Maranhão "um patrimônio, como o que outros presidentes venderam, do meu valioso arquivo de mais de um milhão de documentos, três mil peças de museu de obras de arte e uma biblioteca de mais de 30.000 livros, muitos raríssimos, que acumulei ao longo de minha vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fundação Sarney funciona no Convento das Mercês, um prédio do século XVII, tombado pelo Patrimônio Histórico, que foi doado à família Sarney pelo aliado político e então governador Epitácio Cafeteira, o que também mereceu críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho normal que um prédio público abrigue a fundação de um ex-presidente da República, embora essa não seja a prática internacional e nem mesmo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula mantêm fundações com os mesmo objetivos de Sarney em prédios próprios e mantidas com doações privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí a um estado pobre como o Maranhão ter que custear a manutenção da fundação vai uma distância grande, por mais que o estado deva comemorar seu filho ilustre, único presidente da República maranhense na História até o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria preciso que o país tivesse mecanismos, como existem, por exemplo, nos Estados Unidos, para que os acervos dos ex-presidentes, quando fosse o caso, pudessem ser incorporados ao patrimônio nacional, como a Biblioteca Nixon, que acabou fazendo parte do sistema de bibliotecas nacionais do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse é um passo grande demais para um país de tantas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o ex-deputado cassado José Dirceu voltou a seu tema obsessivo, o controle dos meios de comunicação, que ele chama de "regulamentação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seminário do PT para debater o tema, mesmo garantindo que não haverá ameaça à liberdade de imprensa, Dirceu fez críticas à imprensa de maneira geral, mas não se conteve e explicitou o objetivo da ação quando soltou, em meio a seu discurso, a seguinte pérola:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os proprietários de veículos de comunicação são contra nós do PT. Fazem campanha noite e dia contra nós. Só lamento que não haja jornal de esquerda, que seja a favor do governo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para desmenti-lo, mesmo que sem querer, o líder do PT, deputado Paulo Teixeira, fez uma homenagem aos blogueiros "de esquerda" que apoiam o governo, afirmando que eles ajudam a "democratizar a mídia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PT, Rui Falcão, arranjou um subterfúgio para justificar a obsessão petista de regulamentar a mídia, como eles chamam o conjunto de órgãos de informação que atuam no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, em vez de controlar os meios de comunicação, intenção que sempre negaram, os petistas querem mesmo é "protegê-los" das leis do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo "controle social" da mídia, que era o mote principal sempre que se falava do assunto, será abandonado, por sugestão do ex-ministro da Comunicação do governo Lula Franklin Martins, que o considerou "ambíguo e ruim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu lugar, surgiu a palavra "proteção". O presidente do PT, Rui Falcão, passou a usar o termo sempre que abordava o tema, alegando que sem uma legislação que a proteja, a "mídia" fica à mercê da "lei da selva".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma batida, Franklin Martins usou o argumento de que as regras que o PT quer criar servirão para proteger as emissoras de rádio e TV. Segundo ele, "comunicações é um vale-tudo, um faroeste caboclo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o PT, em vez de bandido, quer se apresentar como o "mocinho"...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6796058136667557722?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6796058136667557722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/12/politicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6796058136667557722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6796058136667557722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/12/politicos.html' title='Políticos'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5932705521718126981</id><published>2011-11-08T13:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:16:43.625-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mau Cheiro'/><title type='text'>Mau Cheiro</title><content type='html'>Por Ricardo Noblat, O Globo, 07/11/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente os muito ingênuos acreditam que os partidos brigam por cargos interessados em ajudar o governo a fazer o bem do país – e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca foi assim. E pelo jeito jamais será.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os partidos ambicionam cargos para roubar. O dinheiro enche os bolsos dos seus dirigentes e financia campanhas que custam cada vez mais caro. É simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreso? Não brinque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candidato rico pode até gastar parte do seu dinheiro para se eleger. São raros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Blairo Maggi (PR-MT) talvez seja um deles. Sua fortuna cresceu 356% entre 2006 e 2010 quando governou Mato Grosso pela segunda vez consecutiva. É o rei da soja. E a soja, sabe como é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De remediado para baixo, candidato usa o dinheiro dos outros para se eleger. E fica devendo favores que depois tenta pagar no exercício do mandato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emplacar um protegido em cargo de relevo é meio caminho andado para pagar o que deve e sair com lucro. Perguntem ao experiente senador José Sarney se não é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma secretária de empresa estatal da área de energia que só faz uma coisa durante o expediente: cuidar dos interesses do senador. Ora ela atende o próprio, ora algum dos filhos dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que passe pela cabecinha de Sarney a ideia de me processar, adianto logo: tudo o que ele faz, tudo mesmo, é legal. Fui claro? Fui convincente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos conversados. Adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT só chegou ao poder que de fato importa quando resolveu se comportar como os demais partidos. Lula cansara de perder. Então arquivou a vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, entre 1998 e 2002, chamou José Dirceu e disse mais ou menos isto: “Só serei candidato pela quarta vez se for para ganhar. E para ganhar vale tudo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu, por exemplo, comprar o passe do Partido Liberal (PL) de Valdemar Costa Neto por pouco mais de R$ 6 milhões. Lula assistiu à compra sentado num terraço de apartamento, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do dinheiro para a compra foi doada pelo seu então candidato a vice, José Alencar. O apoio do PL resultou em mais tempo de televisão e de rádio para Lula. Apoio de partido vale por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro mandato, Lula recusou-se a pagar o preço pedido pelo PMDB para apoiá-lo. O PMDB queria cargos, muitos cargos. E autonomia para tirar proveito deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariando José Dirceu, Lula imaginou que poderia governar comprando apoios a cada votação importante no Congresso. O mensalão derivou disso. E deu no que deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O loteamento do governo consumou-se no segundo mandato. E foi responsável pela montagem da coligação de 11 partidos que apoiou Lula e que depois apoiaria Dilma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunte a qualquer ex-presidente da República se os partidos que governaram junto com ele não se aproveitaram de cargos para roubar. Pensando melhor, não pergunte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos negarão que isso tenha ocorrido. Há assuntos sobre as quais não se fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida real, os governantes admitem certa margem de roubo. Caso o roubo vire um escândalo e o ameace, ele é obrigado a limpar a área. Os partidos e eventuais ocupantes de cargos públicos concordam que ele proceda assim. Desde que ninguém vá preso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No programa “Zorra Total” da Rede Globo de Televisão, no último sábado, ouvi o comentário de um personagem cínico e ao mesmo tempo engraçado: “Voltar? Dinheiro de corrupção? Não volta. Volta vestido tubinho. Volta pantalona. Mas dinheiro de corrupção não volta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bingo! É da regra do jogo. Sem prisão – salvo se temporária e curta. Sem devolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é relativa em países considerados livres. Em países dotados de regimes autoritários, existem verdades absolutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso dizer, por exemplo, que Dilma tem-se mostrado mais intolerante do que Lula com a corrupção. Ou posso dizer que Dilma não tem o cacife que Lula tinha para tolerar a corrupção. Assim será se lhe parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez denunciados pela imprensa, Dilma livrou-se no curto período de 11 meses de governo de cinco ministros suspeitos de envolvimento com irregularidades. Tem um sexto aí na bica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer outro lugar já se teria dito com todas as letras e a ênfase necessária que o governo apodreceu. Sim senhor, apodreceu. Está dito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5932705521718126981?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5932705521718126981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/11/mau-cheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5932705521718126981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5932705521718126981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/11/mau-cheiro.html' title='Mau Cheiro'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7720513084231765944</id><published>2011-11-08T13:52:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:17:00.611-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Respeitável Público'/><title type='text'>O Respeitável Público</title><content type='html'>Por Merval Pereira -&amp;nbsp;O Globo, 08 de novembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se medir o grau de desenvolvimento de uma sociedade pela maneira como seus líderes políticos são tratados quando caem doentes? O debate suscitado pelo tratamento de câncer do ex-presidente Lula no Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, provocou reações extremadas, especialmente quando se discute o fato de ele não ter procurado um hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) para se tratar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que entre os que defendem essa postura nos meios de relacionamento social e na internet há os que o fazem desejando o mal ao ex-presidente, o que por si só denuncia que nosso sistema de saúde pública é considerado precário pelos que assim agem, mas também pelos que protestam contra a campanha, considerando-a uma "baixaria", sintoma de preconceitos não superados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é possível esconder o fato de que Lula sempre se utilizou politicamente da saúde pública, bravateando que ela estava "próxima da perfeição".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, ao inaugurar uma UPA em Recife, dizer que as instalações eram tão boas que dava até vontade de ficar doente para utilizá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis o destino que naquele mesmo dia o então presidente Lula caísse doente, vítima de uma hipertensão, e fosse atendido no melhor hospital privado de Recife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-presidente tem todo o direito de ter o melhor tratamento que seu dinheiro possa pagar, mas não pode tentar convencer o eleitorado de que tem à disposição o melhor serviço de saúde pública que existe, porque não é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já houve tempo em que as autoridades brasileiras procuravam o Hospital dos Servidores do Estado, aqui no Rio de Janeiro, uma referência hospitalar. E há hospitais públicos de excelência para o tratamento do câncer, como o Instituto do Câncer do Estado de S. Paulo ou o INCA no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nesses, muitas vezes os remédios mais caros não são acessíveis pelo SUS, e seria preciso furar uma fila para ser tratado imediatamente, o que também identifica deficiências no sistema que o cidadão comum utiliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, presidentes e parlamentares costumam usar o Walter Reed Military Medical Center, um hospital considerado de ponta que fica próximo a Washington — em Bethesda, Maryland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Inglaterra, a utilização de hospitais públicos é uma tradição, e o filho do então primeiro-ministro Tony Blair nasceu em um deles. Na França, os presidentes ou ex-presidentes que adoeceram se trataram no hospital militar Val de Grâce. François Mitterrand se tratou também no Salpêtrière.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas atitudes são exemplos de que o comum dos cidadãos tem à disposição o mesmo tratamento médico usado pelos dirigentes do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, nossa nomenclatura trata-se longe do sistema público de saúde, enquanto o respeitável público sofre nas filas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como destacou Carlos Alberto Sardenberg no seu artigo de segunda-feira no "Estadão", o Congresso Nacional fornece assistência médica praticamente irrestrita a deputados e senadores e, em muitos casos, a seus familiares e funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pessoal do Ministério da Saúde também não se trata no SUS, mas na rede provida por um convênio particular. Militares vão aos hospitais das Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação da saúde pública é semelhante à da educação pública, e o senador Cristovam Buarque, do PDT do DF, não usou as redes sociais, mas sim o Congresso Nacional, para exprimir sua indignação com a situação da educação brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propôs simplesmente um projeto de lei em 2007 determinando "a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na justificativa, o senador afirma que "no Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta "forma de corrupção discreta da elite dirigente", segundo Cristovam, "busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Cristovam Buarque via como um dos objetivos principais de seu projeto "provocar um maior interesse das autoridades para com a educação pública, com a consequente melhoria da qualidade dessas escolas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa não foi adiante, nem parece ser a solução para a educação nacional, assim como querer que Lula utilize o SUS não melhorará o nosso sistema. Mas seria bom que nossos dirigentes parassem de fazer demagogia com assuntos como educação e saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal "International Herald Tribune", edição internacional do "The New York Times", publicou no fim de semana uma reportagem sobre os privilégios dos altos membros do Partido Comunista Chinês que, além de mordomias conhecidas ou previsíveis como carros luxuosos, escolas especiais para os jovens, e até mesmo produtos orgânicos cultivados em fazendas estatais e a internação no 301 Hospital Militar, o melhor da capital Beijing, incluem nada mais nada menos do que a filtragem do ar em casas e escritórios dos principais líderes chineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num paradoxo somente possível em um capitalismo de Estado como o chinês, a revelação de que a nomenclatura respira um ar menos poluído do que o comum dos chineses foi feita através da propaganda da empresa responsável pela proteção dos pulmões dos líderes chineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa se regozija em anúncios de ter espalhado nada menos que 200 purificadores de ar através do Grande Salão do Povo, o Congresso chinês onde pontifica o Partido Comunista, o gabinete do presidente chinês Hu Jintao, e o Zhongnanhai, o conjunto murado para os líderes mais importantes e suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre um ar mais respirável para todos, e o privilégio para os líderes, a empresa anuncia sua opção: "Criar um ar limpo e saudável para nossos líderes nacionais é uma benção para o povo", diz um dos anúncios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querer que Lula tenha o melhor tratamento possível e desejar sua total recuperação é uma questão de humanidade. Mas transformá-lo em um ser intocável, imune a críticas, é pura propaganda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7720513084231765944?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7720513084231765944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/11/o-respeitavel-publico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7720513084231765944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7720513084231765944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/11/o-respeitavel-publico.html' title='O Respeitável Público'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5249365313490115650</id><published>2011-08-18T09:56:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T09:17:23.590-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='&quot;O Monstro&quot;'/><title type='text'>"O Monstro" - Veríssimo</title><content type='html'>&lt;span style="color: #990000;"&gt;O fabuloso escritor Veríssimo, em crônica de hoje, 18/08/2011 - jornal "O Globo", aborda "os luditas", tema muitas vezes discutido em sala de aula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Achamos por bem reproduzir a integra do texto publicado para novas reflexões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Marx não chegou a pedir que esquecessem tudo que ele tinha escrito mas confessou que a invenção do trem e do navio a vapor o forçavam a repensar algumas das suas teorias sobre o futuro do capitalismo. Os seguidores de Ned Ludd, chamados luditas, trabalhadores na indústria têxtil inglesa, se revoltaram contra a invenção de teares automatizados que ameaçavam seus empregos no começo do século dezenove e pregavam a destruição de todas as máquinas que substituíssem o trabalho humano. A história social e econômica dos Estados Unidos se divide em antes e depois da massificação, pela Ford, da produção dos seus carros, que empestavam o ambiente, além de assustar os cavalos, e foram duramente combatidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reações a novidades tecnológicas se repetem ao longo da história, movidas pelo medo à obsolescência, como no caso dos luditas, incompreensão ou apego ao passado. O capítulo mais recente e mais curioso dessa briga é a decisão do governo inglês de restringir o uso no país das redes sociais, que todo o mundo achava maravilhosas até revelarem um potencial subversivo que ninguém previra. Enquanto os tuíters e os facebooks animaram as revoltas contra os déspotas e por aberturas democráticas nas ruas árabes, tudo bem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram as redes sociais, o produto mais moderno da engenhosidade humana, usadas para modernizar sociedades atrasadas. Mas descobriram que os quebra-quebras e queima-queimas nas ruas inglesas estavam sendo, em grande parte, também tramados na Internet. Epa, disseram os ingleses, ou o equivalente em inglês. Aqui não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conservadores e trabalhistas se uniram para condenar a violência e o vandalismo e negar qualquer outra motivação, além de banditismo nato, para a rebelião. E todos, presumivelmente, concordaram com as medidas do governo para evitar novos distúrbios, incluindo o controle das redes sociais. Resta saber se o controle ainda é possível. O monstro talvez não seja mais domável. Já acabou com qualquer pretensão a se manter segredos oficiais secretos, já invadiu a privacidade de meio-mundo e tornou a pornografia acessível a todas as idades e já sentiu o gosto do sucesso como instigador de revoltas – sem falar que ninguém mais consegue viver sem ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pode não haver mais o que fazer. Se tivessem parado na invenção do trem"...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5249365313490115650?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5249365313490115650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/08/o-monstro-verissimo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5249365313490115650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5249365313490115650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/08/o-monstro-verissimo.html' title='&quot;O Monstro&quot; - Veríssimo'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5636014540784269851</id><published>2011-08-07T17:12:00.000-07:00</published><updated>2012-01-04T09:17:51.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia Nuclear'/><title type='text'>Energia Nuclear - A conta está saindo muito cara</title><content type='html'>Reportagem do "Jornal do Advogado", Pág. 16, nº 363, Julho 2011 (acesse o link abaixo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hkl.com.br/oab_flip/363/index.html#/16/"&gt;http://www.hkl.com.br/oab_flip/363/index.html#/16/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/nuclear/verdades-e-perigos-da-energia.pdf"&gt;http://www.greenpeace.org/raw/content/brasil/documentos/nuclear/verdades-e-perigos-da-energia.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5636014540784269851?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5636014540784269851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/08/energia-nuclear-conta-esta-saindo-muito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5636014540784269851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5636014540784269851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/08/energia-nuclear-conta-esta-saindo-muito.html' title='Energia Nuclear - A conta está saindo muito cara'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2784978539744972522</id><published>2011-07-10T13:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-10T13:37:49.722-07:00</updated><title type='text'>Jornal do Brasil - Rio - Facha: após demissões de professores, alunos temem pela qualidade do ensino</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/07/01/facha-apos-demissoes-de-professores-alunos-temem-pela-qualidade-do-ensino/"&gt;Jornal do Brasil - Rio - Facha: após demissões de professores, alunos temem pela qualidade do ensino&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alunos da Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), tradicional instituição de ensino de Botafogo (Zona Sul do Rio), denunciaram ao Jornal do Brasil a demissão de mestres e coordenadores nesta quinta-feira (30). Segundo os estudantes, o número de demitidos chega a 17 e pode comprometer a qualidade de ensino na instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um diretor da unidade de Botafogo alega que o número de funcionários demitidos é de 14 e os cortes foram necessários para o 'bom funcionamento da unidade'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal queixa dos alunos é com relação ao não esclarecimento sobre os novos rumos da faculdade. Eles reclamam que as demissões foram feitas logo depois da contratação da empresa de consultoria Comatrix para gerir a faculdade. A empresa teria sido a responsável pela gestão da UniCarioca e da Estácio de Sá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estão tentando transformar a Facha numa universidade qualquer. Esta faculdade nunca foi um lugar apenas para conseguir um diploma, mas sim para formação dos estudantes como cidadãos. Trata-se de um lugar para a democracia", acusa o presidente do Diretório Central dos Estudantes, José Roberto Medeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta sexta-feira (30), cerca de 100 estudantes se reuniram com um representante da empresa Comatrix, mas alegam que o encontro não contribuiu para o entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O enviado da Comatrix falou bastante, mas não explicou nada. Foram respostas completamente evasivas.", criticou José Roberto, antes de acrescentar: "Temos medo da lógica puramente mercadológica, que deve ser adotada pela Facha". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova reunião está prevista para esta segunda-feira (4) entre os alunos e um gestor da instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalista conhecido por participar do sequestro do embaixador estadunidense Charles Burke Elbrick, em 1969, o professor Cid Benjamin foi um dos demitidos desta quinta-feira (30). Ele não vê com bons olhos as mudanças na instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ontem (quinta-feira), recebi um telegrama dizendo que os meus serviços não seriam mais necessários a partir do segundo semestre deste ano", conta. "Os professores demitidos são os que mais resistiram a este modelo de mercantilização do ensino".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor da Facha alega 'ajustes necessários'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor das unidades Botafogo e Méier da Facha, Saulo Lino procurou o Jornal do Brasil nesta sexta-feira (1º) e informou que os cortes de professores fazem parte de algumas modificações pelas quais a faculdade deve passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Perdemos muitos alunos ao longo do último ano e, como qualquer empresa, estamos adequando o nosso quadro docente e administrativo às nossas necessidades. Precisávamos revitalizar o nosso quadro.", explicou Saulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o corte trata-se de apenas 10% dos mestres, já que a instituição dispõe de 145 professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre o fato de os professores demitidos serem os mais antigos da Casa e sobre uma possível venda da faculdade, o representante rechaçou as duas acusações de alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não houve preferência pelos mestres mais antigos. É mentira. Além disso, a Facha não pode ser vendida, porque é uma empresa privada de caráter filantrópico", finalizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista de demitidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores demitidos, segundo lista divulgada pelo Diretório Central dos Estudantes, foram: Drauzio Gonzaga, Naílton Agostinho Maia, Aluízio Pires, Adilson, Cid Benjamin, Francisco Duque, Sebastião Martins, Luiz Carlos Rotberg, Stan Félix, André Sampaio, Sérgio Gramático, Maria Célia, Maria Cecília, Nilceia, Rosângela Ainbinder, Cilene e Valderez Laroche.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2784978539744972522?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2784978539744972522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/07/jornal-do-brasil-rio-facha-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2784978539744972522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2784978539744972522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2011/07/jornal-do-brasil-rio-facha-apos.html' title='Jornal do Brasil - Rio - Facha: após demissões de professores, alunos temem pela qualidade do ensino'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4105803065791592129</id><published>2010-12-11T14:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:18:12.481-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OS CONFLITOS DE LULA'/><title type='text'>OS CONFLITOS DE LULA</title><content type='html'>Por Merval Pereira - "O Globo", 11/12/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Lula está exibindo em público seus conflitos internos à medida que a hora de deixar o poder se aproxima. Desde que Dilma Rousseff saiu do ministério para dar início à campanha eleitoral como candidata a Presidente, e mesmo depois de sua eleição, Lula vem enviando a mensagem, através de gestos e atos, de que não quer deixar o protagonismo político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora surge no noticiário a revelação de que, conversando com um assessor, diz que gostaria que não chegasse o dia em que terá que deixar o cargo; ora ele mesmo brinca em público sobre o fim do mandato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um das características do presidente Lula é ser espontâneo no seu relacionamento com o público, revela suas emoções e se torna um íntimo dos eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele está fazendo questão de não esconder a dificuldade com que está lidando com a perspectiva do fim do poder, a ponto de precisar reafirmar sua ascendência sobre a presidente eleita forçando a indicação de ministros – foi o que fez com o ministro da educação Fernando Haddad e com a ministra do meio-ambiente Izabella Teixeira – ou de interferir nas decisões do futuro governo, como no caso da desautorização pública nos cortes do PAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são sintomas de que Lula não se adaptará à vida longe da presidência da República, ou de que pretende exercer uma interferência aberta no governo Dilma Rousseff ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Lula sofrerá da “síndrome de abstinência” longe do poder ou, mais ainda, Lula ficará longe do poder ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três especialistas não em política, mas nos segredos da alma humana, analisaram para a coluna as reações do presidente Lula e o que elas podem sinalizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista Joel Birman acha que o sucesso obtido no governo, e o consequente alto nível de aprovação por parte da população, deu ao Lula um sentimento de satisfação imenso. “Ele tem um nível de felicidade no exercício do poder que poucos políticos têm, de forma que a perda disso é difícil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Birman, Lula vai ter que ter um “trabalho de luto”. “É como quando morre alguém querido, você tem que enterrar, tem o tempo de tristeza. O Lula está vivendo isso por antecipação, de uma certa maneira ele está prevendo, está calculando o que vai acontecer daqui a vinte e poucos dias”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o psicanalista Chaim Samuel Katz diz que “todo mundo que sai do centro do poder sofre naquilo que chamamos de narcisismo. E o dele foi alimentado pelo povo de modo muito muito forte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para Chaim, Lula não vai perder poder, vai se recompor e continuará a dar ordens de modo indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista Fábio Lacombe considera que Lula, “com toda sua espeteza política, é capaz de perceber que pode ser inadequado levar o narcisismo dele às raias do insuportável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ressalta, porém, que “muitos dos atos dele sugerem que vai ser muito difícil não ficar nesse primeiro plano. Ele não vai ter mais em cima dele toda a midia, e aí é o difícil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa dificuldade também prevê Joel Birman, para quem Lula “vai ter a experiência de perda, de um dia para o outro ele não vai poder exercer o que faz com satisfação”. Lula já disse que sentirá falta “dos microfones”, e, para Birman, o fato de ele estar falando isso com uma certa liberdade é bom, “é sinal de que ele está de certa maneira se antecipando ao que vai acontecer. Quer dizer que ele está elaborando isso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Chaim Katz acha que é preciso considerar que “há também um certo charme da parte dele”. Para ele, esse é um jeito que faz Lula muito popular. “Para um grupo mais intelectualizado pode parecer que ele está sofrendo, mas para o povo isso parece uma afirmação gozosa do tipo que a gente faz só numa intimidade que domina”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentário de que vai ficar três meses calado quando sair da Presidência, para só depois falar como ex-presidente, é entendido por Birman como “uma proposta do tempo para fazer o “trabalho do luto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista vê na “ambiguidade entre o luto inequívoco e inevitável, e o desejo de querer continuar governando” a explicitação da “gratificação imensa” que o exercício da presidência deu para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ele está fazendo no fim do mandato, ampliando suas participações públicas, seria uma maneira de criar um clima de festa na despedida, diz Birman. “Quando a possibilidade da perda se anuncia, alimentar o clima de festa é alimentar um momento de embriaguez, uma maneira de ele se contrapor à perda que está se anunciando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista Fabio Lacombe acha que vivemos num ambiente que privilegia basicamente o registro do imaginário, um dos três registros da existência humana, sendo os outros dois o simbólico e o real, e “só o simbólico é verdadeiramente capaz de acessar o real”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Lula, diz Lacombe, se tornou “um mestre” na manipulação imaginária. “O imaginário é o mais primitivo dos registros, principalmente por que ele se quer real. O sujeito vive a imagem como real. Para que ele possa sustentar essa posição ele precisa evitar o simbólico, aquilo que faz o ser humano pensar”, analisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a nossa política, e talvez não só a nossa, “está totalmente açambarcada por essa voragem do imaginário”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liderança de Lula, o que ele tem de excelência, é exatamente aquilo que traduz a precariedade da nossa realidade política, analisa Lacombe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele é um espelho dessa precariedade, passa a ser o grande representante da precariedade da política, não há a possibilidade do favorecimento de um verdadeiro pensamento. Só faz um jogo imagético”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso perguntar o que existe em termos simbólicos, verdadeiros, nesses níveis de popularidade. O que esses índices representam em termos de verdade?, questiona Fábio Lacombe. ( Amanhã, Lula o pai)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4105803065791592129?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4105803065791592129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/12/os-conflitos-de-lula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4105803065791592129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4105803065791592129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/12/os-conflitos-de-lula.html' title='OS CONFLITOS DE LULA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5775897877398745550</id><published>2010-12-07T08:23:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T09:18:53.877-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A BUSCA DA VERDADE'/><title type='text'>A BUSCA DA VERDADE</title><content type='html'>De Lula na semana passada: "Os meios de comunicação confundem crítica com o cerceamento da liberdade de imprensa. É a coisa mais absurda e pobre do ponto de vista teórico alguém achar que não pode receber crítica. Nunca pedi para ninguém falar bem de mim, nunca pedi para fazer matéria falando bem de mim. Só quero que me falem a verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a verdade? A definição mais simples: é o que está de acordo com os fatos ou a realidade. Se digo que o vice-presidente José Alencar está muito doente, digo uma verdade. Incontestável. Digo outra se afirmo que o governo Lula chegará ao fim com um extraordinário índice de aprovação, o mais alto dos últimos 50 anos, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não devo dizer o mais alto de todos os tempos? Porque há 60 ou 70 anos não se avaliava o desempenho dos governos com a regularidade e o rigor de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar de “acordo com os fatos ou a realidade” requer precisão. Lula e seus porta-vozes abusaram e ainda abusam da imprecisão quando a tudo aplicam a fórmula genérica do “nunca antes na história deste país...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se digo que Lula sabia da existência do mensalão antes que ela fosse denunciada pelo ex-deputado Roberto Jefferson, posso não estar dizendo uma verdade incontestável – Lula jamais o admitiu. Nem foram recolhidas evidências de sobra de que ele de fato soubesse. Mas posso não estar mentindo. A verdade é também uma questão de julgamento relativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como funcionaria dentro do governo, com ramificações em gabinetes a poucos metros do gabinete presidencial, uma “sofisticada organização criminosa” que tentou se “apoderar de parte do aparelho do Estado” - e Lula simplesmente não fazer a mínima idéia disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mensalão não se limitou ao pagamento de propinas a deputados. Serviu para animá-los a trocarem de partido. E a partidos a trocarem de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um apartamento de Brasília, antes de se eleger presidente em 2002, Lula assistiu à compra pelo PT do passe do PL do deputado Valdemar Costa Neto (SP). Custou mais de R$ 6 milhões. Na ocasião, junto com ele, estavam Alencar, José Dirceu e Delúbio Soares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o então governador Marconi Perilo, de Goiás, quem primeiro falou com Lula sobre o esquema de suborno de deputados. Ele não reagiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirceu repetiu mais de uma vez antes e depois de ter sido despejado do governo: "Nada fiz à frente do PT ou como ministro da Casa Civil que Lula não estivesse informado". Não foi desmentido por Lula nem por ninguém. Dirceu é um dos 40 denunciados no Caso do Mensalão. E então: posso afirmar com razoável margem de acerto que Lula sabia de tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele pode dizer que a história do mensalão não passou de uma tentativa de golpe contra seu governo, encontro mais amparo na realidade para afirmar que ele sabia, sim, do mensalão. Baseio-me em fatos, em antecedentes e em deduções óbvias. Ele, apenas em sua imaginação. O que fez mesmo a oposição para derrubá-lo? Via Aécio Neves, conspirou para que ficasse no cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando em apuros, autoridades em geral costumam exigir que a imprensa só publique a verdade, nada mais que a verdade, como se assim pudessem ser beneficiadas. Mas na maioria das vezes são elas próprias que fabricam falsas verdades para encobrir verdades incômodas. Ou são elas que transfiguram verdades a ponto de torná-las irreconhecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso está longe de significar que a imprensa, por má fé ou erro, não publique mentiras. Por si só é o que basta para lhe causar grande dano, atingindo-a no seu patrimônio mais precioso - a credibilidade. Porque se o público começa a duvidar do que escrevo, para isso não presto mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele costuma ser mais condescendente com político que mente do que com jornalista. Deveria ser impiedoso com ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula acerta quando diz que a crítica à imprensa nada tem a ver com restrições à liberdade de informar. Quanto à busca pela verdade, digo que ela não deveria ser apanágio apenas da imprensa ou da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Blog do Noblat - 6/12/2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5775897877398745550?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5775897877398745550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/12/busca-da-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5775897877398745550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5775897877398745550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/12/busca-da-verdade.html' title='A BUSCA DA VERDADE'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-1864268590228983394</id><published>2010-08-17T07:33:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T07:33:43.045-07:00</updated><title type='text'>Parem as Máquinas!</title><content type='html'>Quando a gente pensa que toda divulgação inútil já tinha chegado a nosso correio eletrônico, eis que aparece mais um e-mail:&lt;br /&gt;"A jornalista e apresentadora Ione Borges, em temporada entre Miami e Orlando, além de aproveitar as atrações turísticas que esses locais oferecem, também tem aproveitado a estada para se deliciar com um dos seus pratos prediletos: caranguejos. Sempre que possível, Ione marca presença nos restaurantes da região, especializados em &lt;em&gt;king crabs&lt;/em&gt; e se delicia com a iguaria."&lt;br /&gt;O que posso dizer? Bom apetite e parem as rotativas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Segundo Caderno, Jornal "O Globo", Artur Xexéu, 11/08/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto acima é mais um exemplo do mau uso da excelente ferramenta que se chama "press release", e que quando incorretamente usada serve de chacota.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-1864268590228983394?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/1864268590228983394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/08/parem-as-maquinas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1864268590228983394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1864268590228983394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/08/parem-as-maquinas.html' title='Parem as Máquinas!'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-1090350566147991398</id><published>2010-08-17T07:15:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T07:15:16.331-07:00</updated><title type='text'>HP contratou relações públicas para lidar com escândalo de assédio sexual</title><content type='html'>SÃO FRANCISCO - Um especialista em relações públicas convenceu a Hewlett-Packard (HP) de que a empresa enfrentaria meses de humilhação se as acusações de assédio sexual contra seu ex-diretor-executivo Mark Hurd viessem a público. Ele chegou a fazer um jornal fictício para mostrar o que aconteceria se a história vazasse e aconselhou a empresa a ser transparente, citando exemplos como o golfista Tiger Woods e afirmando que apenas 20% dos executivos resistem ao tipo de alegação feita contra Hurd. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de seguir as recomendações, a HP não escapou da fogueira pública. Alguns acham que a reação da empresa foi exagerada; outros, que a HP agiu de forma admirável. &lt;br /&gt;"O que as alegações de fraude revelam é o conselho da HP se agarrando desesperadamente a uma bobagem na tentativa de explicar publicamente o inexplicável: como uma alegação falsa de assédio sexual e alguns pequenos erros no registro de despesas levaram à perda de um dos melhores e mais respeitados líderes do Vale do Silício", disse Lawrence J. Ellison, diretor-executivo da Oracle e amigo de Hurd, em e-mail enviado ao jornal americano "The New York Times". &lt;br /&gt;Já Jeffrey A. Sonnenfeld, especialista em governança corporativa, disse que os diretores da HP merecem crédito. &lt;br /&gt;- Eles tomaram uma decisão corajosa - afirmou, mencionando que a maioria das empresas colocaria os erros nos relatórios em uma área cinzenta e arrumaria um jeito de manter o bem-sucedido diretor-executivo no cargo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal "O Globo", 11/08/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que pretendem seguir a carreira de Relações Públicas, a reportagem acima mostra a importância da função.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-1090350566147991398?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/1090350566147991398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/08/hp-contratou-relacoes-publicas-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1090350566147991398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1090350566147991398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/08/hp-contratou-relacoes-publicas-para.html' title='HP contratou relações públicas para lidar com escândalo de assédio sexual'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6700108250306651477</id><published>2010-03-19T15:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-19T15:45:27.423-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>“Daruê Malungo do Mato Branco do Tupi”</title><content type='html'>A política econômica dominante do período ditatorial concentrou todos seus esforços no desenvolvimento das áreas do centro-sul, já que existia uma infra-estrutura capaz de garantir retorno econômico de forma imediata ao País. Desde então, o Nordeste, nervo da economia colonial durante três séculos, ficou a margem do Brasil: a consciência invertida da realidade invertida trata de legitimar o nordestino como parasitário, quando na verdade a rebeldia é um traço marcante de sua personalidade, que é discriminada e explorada. Se a miscigenação fortalece as etnias, o Nordeste representa a amálgama da cultura ibérica, holandesa (vide Pernambuco), africana e indígena. Olinda foi a maior e mais rica cidade de todo o continente americano e rivalizava com a Bahia, capital do Brasil Colonial. A sua natureza é mãe, não madrasta, dona de 20% da produção agrícola do país, também sua região mais rica e menos desenvolvida. O Nordeste é a região mais estudada e menos compreendida do Brasil.&lt;br /&gt;Num país caracterizado por ser contra-revolucionário, a Restauração Pernambucana representou a manutenção da unidade territorial brasileira, a partir do momento que a Holanda - principal potência militar e marítima do Séc. XVII – e seus mercadores foram expulsos de Pernambuco por negros, índios e pernambucanos quase sem ajuda dos portugueses, que estavam submetidos a coroa espanhola; a Revolta Praieira que eclodiu em 1848 representou a reinvindicação de maior autonomia provincial; a Guerra de Canudos, liderada pelo místico rebelde Antonio Conselheiro e documentada por Euclides da Cunha, foi a insurreição sócio-religiosa dos sertanejos diante do Exército para protestar contra os latifúndios improdutivos, secas e desemprego crônico; o cangaço, forma de banditismo rural, foi um movimento romantizado por homens injustiçados pelos desmandos de latifundiários-coronéis, em defesa dos pobres. Virgulino Ferreira da Silva, ficou conhecido como Lampião por modificar seu fuzil, de forma que se tornasse mais rápido no gatilho, sendo que a luz que emanava da ponta do cano de seu fuzil aparentava ser de um lampião; José Everaldo Belo da Silva, o “Galeguinho do Coque”, assaltou um caminhão e distribui leite para toda a comunidade numa postura robin-hoodiana; e o que dizer de Zumbi dos Palmares, capoeirista e estrategista militar, que desafiou a autoridade da coroa portuguesa e liderou a comunidade auto-sustentável do Quilombo dos Palmares formada por escravos fujões em favor da emancipação dos negros?!&lt;br /&gt;No campo intelectual, Casa Grande &amp; Senzala de Gilberto Freyre é uma das três obras fundamentais para o entendimento histórico da formação social do país: sua obra continua atual, a partir do momento em que dicotomia arquitetônica urbano-geográfica ainda é calcada no modelo de organização social e política que se instaurou no Brasil colonial: as favelas são as extensões das senzalas. Seu Manifesto Regionalista, de 1926, propõe a valorização das culturas regionais e suas riquezas; outro recifense tão notável, foi o pedágogo Paulo Freire, que ignorou o método tradicional de alfabetização pela cartilha e idealizou seu método revolucionário que aliou numa só vez alfabetização e conscientização social, já que não existe educação sem cidadania, informação sem formação (senão é deformação), trazendo para o campo do pensamento-imagético as palavras que permeavam o cotidiano de jovens, seringueiros e operários, alçando cidadãos da condição de objeto de análise a sujeitos autores e atores de sua história; se a classe média sofre de crise existencial, os pobres manipulados e destituidos sofrem de crise orgânica: Josué de Castro, o geógrafo da fome, tomou conhecimento da subnutrição e desnutrição a partir dos manguezais de Recife, contribuindo com a sua obra para a criação de políticas públicas que pudessem sanar esse fenômeno; outro geógrafo, Milton Santos, por sua vez baiano, analisou as conseqüenciais espaciais do subdesenvolvimento, formulando uma espécie de economia política da urbarnização para o terceiro mundo; já o economista Celso Furtado, paraibano de Pombal que escreveu a obra “Formação econômica do Brasil”, pôs em xeque as concepções econômicas dominantes idelizadas por intelectuais orgânicos-funcionalistas, afim de analisar os efeitos do subdesenvolvimento e como intervencionar essa mesma política econômica excludente. Criou a SUDENE (Superintendencia do Desenvolvimento do Nordeste), que visava solucionar as desigualdades sociais da região e que, infelizmente, foi freiada pelas ervas daninhas desse país, em pleno regime ditatorial. E por que não citar o presidente Lula?! Embora a classe média bacharelesca e doutoral torça o nariz para um homem que é o “self-made-man” sem se nutrir da experiência livresca e que chegou a cidade de São Paulo num pau-de-arara e colocou seu primeiro sapato aos 7 anos de idade, o Presidente Lula articulou-se numa terra em que “Jesus teria que se aliar a Judas para fazer política”. E a crise não foi marolinha?! O “Paraíba” (termo vulgar fruto da arrogância “sudestina”) não estava certo?! Talvez o preconceito epidérmico de quem não vê seus interesses representados prefira o catedrático da pele bonita e bem tratada das elites paulistanas no poder!&lt;br /&gt;As manifestações artísticas do Nordeste exprimem as diversidades étnicas e culturais: o samba, ritmo negro, era dançado nos canaviais pelos escravos já nos primeiros anos de colonização; o frevo é derivado dos dobrados e sua dança, o passo, é a síntese da capoeira com o ritmo do frevo; o baião e o xaxado nascem com os vaqueiros do semi-árido. Luiz Gonzaga, rei do baião e Jackson do Pandeiro, o rei do ritmo; o maracatu remonta as origens afro, o ritmo sobrepõe-se a melodia com suas alucinantes alfaias. Mestre Salustiano é o fundador do maracatu rural piaba de ouro; a ciranda e seu ritmo de lentidão marcam o compasso do movimento coreografado dos cirandeiros originada das cantigas de roda européia, dançada por pescadores; o coco e suas origens afro e sua vertente do “coco embolada” num desafio repentista de dois cantadores que são uma espécie de trovadores; o bumba meu boi e o hibridismo de personagens humanos e animais, numa espécie de culto sincrético dançado que gira em torno da vida, morte e ressureição dum boi. Sua variação exprime-se nas rodas de cavalo-marinho; no artesanato, predominam os objetos utilizados pelos habitantes primitivos da América, com predominância européia e africana. Aliada as tradições culturais à pós-modernidade, se Glauber Rocha introduziu a concepção “nouvallesca” de uma idéia na cabeça e uma câmera na mão, Caetano Veloso introduziu a guitarra elétrica na genuína e antropofágica arte brasileira. A metamorfose kafkiiniana ambulante do pioneiro da contracultura do Brasil, o visionário, filósofo e poeta Raul Seixas e seu genro Marcelo Nova, do Camisa de Vênus?. Se Alceu Valença nasceu no limiar do sertão e do agreste, sua arte musical é equilíbrio tênue entre o Rock de Elvis Presley e as tradições nordestinas, prenunciando a “batida do mangue”. A genialidade de Geraldo de Azevedo, que aliou os ritmos da bossa nova e sua viola aos ritmos nordestinos e afro. A voz cavernosa e tenebrosa de Zé Ramalho numa alquimia de jovem guarda, Rock n’ Roll e folclore nordestino, transpondo Aldous Huxley e sua antevisão de um futuro totalitário e castrado como a marcação dos gados. Os Novos Baianos, protótipo dos hippies, capitaneado por Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Baby Consuelo, antologizado no Acabou Chorare, um dos maiores discos da história da MPB. Os ripongas do quarteto dos Doces Bárbaros (Caetano, Gil, Bethania e Gal) alicerçados pelo regionalismo baiano e a brasiliariedade. Chico Science e Fred 04, cablocos de lança do Movimento Manguebeat e de sua cena musical tão diversificada quanto a fertilidade do ecossistema dos manguezais, revitalizando as tradições culturais nordestinas (Maracatu, Ciranda, Coco) aliada as influências pop (Eletrônica, Rap, Psicodelia), numa música quântica do mundo globalizado, fincando o satélite na lama dos manguezais de Recife, 4º pior cidade do mundo para se viver em 1992, num tratamento poético diante da tentativa imperialista americana de homogeneizar a identidade cultural dos povos, criando uma só cultura xoxa e dominante. A literatura de cordel e sua poesia popular mantém a tradição da oralidade da Grécia Antiga. Graciliano Ramos romantizou literariamente a fome, o flagelo e a seca subjetivada pela alma nordestina. Ariano Suassuna e seu Movimento Armorial visava dar um tratamento erutido as tradições populares do Nordeste. Waly Salomão e sua poesia polifônica de experimentar o experimental. No campo da fé, enquanto o centro-sul cultua os santos europeus, os nordestinos cultuam o Santo “Padinho Ciço”. No cinema vanguardista, Gláuber Rocha tratou de se despir da lógica careta aristotélica hollywoodiana do “principio, meio e fim” da “Arte Poética” para mexer na linguagem cinematográfica mundial e ocupar o lugar das ciências sociais no país na década de 60, trazendo a melhor tradição do cinema revolucionário russo de Serguei Eisenstein e do teatro épico de caráter marxista do alemão Bertolt Brecht. O choque complexo do maniqueísmo ocidental do bem e do mal revela os abismos sociológicos de um Brasil messianista, que vive entre a cruz e a espada, entre religião e política, trazendo a tona o patriarcalismo, herança dos portugueses, que traz o kit ideológico burguês das oligarquias: a burocracia, corrupção, o teatro do populismo e a usura paternalista, num modelo decisório político que se dá nos salões palacianos das portas fechadas, com o povo à margem dos acordos das elites que regem a desideologização e o atraso progressista desse país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, março de 2010.&lt;br /&gt;Felipe Augusto Soares Salgado, estudante de Comunicação Social - Faculdades Hélio Alonso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6700108250306651477?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6700108250306651477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/03/darue-malungo-do-mato-branco-do-tupi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6700108250306651477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6700108250306651477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2010/03/darue-malungo-do-mato-branco-do-tupi.html' title='“Daruê Malungo do Mato Branco do Tupi”'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7854654612995334587</id><published>2009-11-08T13:45:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T12:48:29.934-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e outros trabalhos de RP'/><title type='text'>Reflexões sobre “A sociedade de consumo”, de Jean Baudrillard</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O aluno Bernardo Augusto Andrade da Costa, do Curso de Relações Públicas da FACHA - Faculdades Integradas Hélio Alonso, produziu um trabalho com base no livro "A Sociedade de Consumo" de Jean Baudrillard.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Suas reflexões são apresentadas a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos sinais do nosso tempo, o consumismo, atende a uma lógica de mercado do mundo virtual em que vivemos, com todas as fronteiras permeáveis pela tecnologia, onde nem mesmo um regime fechado como o da China consegue impedir os blogueiros do país de se expressarem livremente na internet.&lt;br /&gt;Tanto a troca de informações quanto de produtos ou tendências culturais atingiram o ápice na história da humanidade. Os portugueses das primeiras navegações nunca imaginariam a que estágio chegaria aquela empreitada, que passou penosamente pelo capitalismo selvagem do século XIX, em que crianças eram retiradas à força dos orfanatos para trabalharem nas fábricas inglesas até a morte. Não havia jornada de trabalho, leis trabalhistas ou previdência social. Neste contexto, surgiu o socialismo, para corrigir o nascente capitalismo que se mostrava desumano. Tanto que a previdência social apareceu na Alemanha em 1919, a partir do recado dado pelos russos em outubro de 1917.&lt;br /&gt;“Outros outubros virão / Outras manhãs / Feitas de sol e de luz”, disseram os socialistas utópicos dos anos 70. Milton Nascimento, Fernando Brant e Márcio Borges sintetizaram bem nesta canção (O que foi feito devera) o sentimento daquela geração em relação à influência norte-americana em nossa cultura, que, na mesma época, se mostrou tragicamente sob a forma da Operação Condor, fábricas de ditaduras militares em série na América Latina. Cabe lembrar a figura histórica do agente da CIA Michael Santore,também conhecido como Dan Mitrione, professor de tortura que peregrinou por todos os países latinos nos anos 60 e 70 formando assassinos, entre os quais o delegado Sérgio Paranhos Fleury, até ser morto pelos Tupamaros, guerrilha urbana uruguaia. O episódio é narrado magistralmente no filme “Estado de Sítio”, do diretor Constantin Costa-Gravas.&lt;br /&gt;A juventude utópica dos anos 60 e 70 também não poderia imaginar o estágio em que chegaria o sistema que outrora combateu. Não se lhes passaria pela cabeça que um dia pudessem obter gratuitamente O Capital de Marx em segundos e lê-lo em um aparelho eletrônico que pode armazenar milhares de exemplares. Este é sem dúvida um avanço. Se há dois séculos “o socialismo surgiu para humanizar o capitalismo selvagem”, como disse o poeta Ferreira Gullar em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, que foi ao ar no último domingo (25), a internet aparece hoje como agente democratizador e humanitário dentro do sistema em que surgiu o do qual se nutre, o neoliberalismo.&lt;br /&gt;O nome muda com o tempo: grandes navegações, colonialismo, imperialismo, capitalismo e suas variantes: do selvagem ao neoliberal; mas a ideologia é a mesma, forjada no lucro. A escravidão, a exploração do homem pelo homem, são marcas deste modelo que persiste hoje sob a forma do consumismo, alimentado pelas transformações tecnológicas, pela proliferação dos gadgets.&lt;br /&gt;Esta dependência consumista, torpor influenciado pela tecnologia e os meios de comunicação de massa, é sintetizada pelo estar na moda, uma forma de reciclagem cultural permanente de um individuo ou sociedade, baseado na globalização e eliminação das fronteiras culturais, como assinalado por Jean Baudrillard em “A sociedade do consumo”.&lt;br /&gt;Um estilo de vida a cada estação do ano. Os padrões de comportamento mudam, por exemplo, quando os integrantes do programa “Pânico na TV” lançam a dança do caranguejo, ou quando o Alexandre Pato faz o símbolo do coraçãozinho na comemoração de um gol. Todos repetem gestos e tendências expressos por celebridades, aqueles que têm vitrine nos meios de comunicação de massa, principalmente na televisão. Este talvez seja o caráter escravizador do estágio atual em que se encontra o capitalismo, embora as pessoas não se dêem conta disso.&lt;br /&gt;O problema é quando a ideologia da moda e os padrões de estética e beleza impostos pela mídia escrita, televisiva e falada, são transportados para o mercado de trabalho, por exemplo. E o que vemos é uma juvenilização em cada ramo profissional que muitas das vezes se mostra perigosa. Jovens juízes sem memória histórica, que não conhecem a Constituição de 88 e o quanto foi caro conquistá-la, uma das maiores vitórias do povo brasileiro, têm cometido erros gravíssimos em todas as instâncias do judiciário nacional. No jornalismo, a juvenilização das redações têm sido implacável, ocasionando queda de qualidade de um serviço extremamente importante para a democracia e a liberdade de nosso povo, haja vista o que vem ocorrendo com o Jornal do Brasil.&lt;br /&gt;Não significa que o jovem não é capaz, muito pelo contrário, mas o ideal é que as experiências e média de idade dos funcionários de qualquer empresa sejam mesclados de forma eqüitativa. O problema é a juvenilização desenfreada, generalizada, resultado do achatamento dos salários, sina do sistema que progride em razão geométrica.&lt;br /&gt;Se aplicarmos a lógica consumista à arte, teremos uma manobra orquestrada no sentido de empobrecimento do produto intelectual do artista, que passa a ser fabricado em série. O talento e criatividade não mais significam, e sim que tipo de gente aprecia determinada tendência artística que está sendo cultuada, ou melhor, consumida no momento. Trata-se da cultura consumida como um simples objeto que traz ao consumidor prestígio ou ascensão social, como assinalado por Baudrillard, na obra supracitada.&lt;br /&gt;Os conteúdos veiculados por artistas fabricados em série como Ivete Sangalo e suas variantes, nas oficinas e conglomerados fabris dos meios de comunicação de massa, principalmente os estúdios de televisão, visam ao entorpecimento crítico e reflexivo do receptor, estratégia para que continuem consumindo qualquer lixo cultural que lhes é imposto sem qualquer tipo de questionamento. “Compre Batom, compre batom, compre batom...” A arte de qualidade, pelo contrário, é contestadora e subversiva, como o já citado filme de Costa-Gravas.&lt;br /&gt;Este estágio de torpor crítico e refletivo também é muito provocado pela publicidade. O que seria do fascismo ou do nazismo sem a propaganda de convencimento das massas veiculadas pelo rádio e pelo cinema? Adquira tal produto que serás aceito, terá destaque, todas as mulheres lhe desejarão. Aceite tal idéia pois é a melhor e todos os outros já a aceitaram, não fique de fora, somos uma raça superior mesmo; foi assim que foi possível o Holocausto, maior crime da história da humanidade e que expôs o caráter bestial da raça humana, evento que deve ser lembrado e trazido à discussão agora em que se completam 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial. Mas que, espantosamente, não foi levantado por nenhum jornal ou meio de comunicação. Por que será? Aqui, cabe uma ressalva para a série de quatro programas especiais do Observatório da Imprensa, comandado pelo jornalista Alberto Dines e que vai ao ar às terças-feiras pela TV Brasil, sobre aquela triste efeméride.&lt;br /&gt;Em relação à ação orquestrada dos meios de comunicação para reduzir a capacidade crítica e reflexiva do receptor, será de grande valia lembrarmos o autor Ivo Luchessi. O teórico afirma, no ensaio “A cultura do olhar”, que “o universo midiático é uma grade tentacular usada pelo sistema, visando ao seu próprio benefício”. Dessa forma, os conteúdos são veiculados de maneira a fazer prevalecer os interesses das grandes empresas capitalistas, já que estas patrocinam os meios de comunicação, através da compra dos espaços comerciais, ou “reclames do plin-plin”, como diz o Faustão. Para tanto, é necessário investir na educação do “olhar ingênuo”, contemplativo e divagante, em detrimento de uma leitura prospectiva do que está sendo mostrado, com apreensão crítica e questionadora por parte do espectador, o que configura o “olhar perverso”, inquieto e angustiado. Ivo Luchessi destaca três mecanismos utilizados pela mídia eletrônica para anestesiar criticamente o telespectador: a superposição das imagens-informação; a justaposição de conteúdos desconexos e a interrupção do envolvimento subjetivo, em favor dos comerciais.&lt;br /&gt;Aliados à tecnologia, os conteúdos veiculados pelo sistema midiático em sua programação perniciosa, visam apenas ao prazer imediato, sem nenhuma exigência reflexiva por parte do receptor, que, seduzido, se entrega à satisfação e ao deleite do entretenimento, sem fazer nenhum esforço em pensar e, conseqüentemente, não absorvendo nada. Dessa forma, a mídia contribui para o culto ao prazer, onde todos o procuram incessantemente, sem se darem conta que é justamente no enfrentamento das experiências de dor e sofrimento que o “ser” se fortalece e a subjetividade vai se fundamentando.&lt;br /&gt;Dessa forma, as pessoas são empurradas programaticamente para o consumismo, numa tentativa de auto-satisfação através do “objeto”. As relações entre seres humanos ficam restritas à aparência, os indivíduos passam a valer o que possuem, o que ostentam e, diante de qualquer situação desagradável, qualquer incômodo, procuram a cura através de um “banho de loja”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7854654612995334587?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7854654612995334587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/11/reflexoes-sobre-sociedade-de-consumo-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7854654612995334587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7854654612995334587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/11/reflexoes-sobre-sociedade-de-consumo-de.html' title='Reflexões sobre “A sociedade de consumo”, de Jean Baudrillard'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4233437001847102520</id><published>2009-10-11T15:18:00.000-07:00</published><updated>2009-10-11T15:26:24.241-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>CINEMA, PETROBRÁS E CPI'S</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Outro dia fui ao cinema Odeon, que fica na Cinelândia, de frente para onde, em outros tempos, ficava o Palácio Monroe. Paguei meu ingresso e entrei na sala. Senti um leve cheiro de mofo, mas não me incomodei a ponto de sair. Resolvi então subir para ver o filme no mezanino, lugar privilegiado por ficar numa altura bem interessante e possibilitar ver melhor a tela e, logo o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual foi a minha surpresa ao chegar lá e me deparar com o estado do cinema. Cadeiras quebradas, descoladas do chão, carpete mofado, grade quebrada. Comecei a dar uma boa olhada em volta e percebi que o cinema estava sujo, maltratado e mal conservado. A primeira coisa que me veio à cabeça foi: “mas como pode um cinema que faz parte história do Rio de Janeiro e que recebe mais de R$ 20 milhões de patrocínio da Petrobrás estar neste estado”? Será possível que não haja fiscalização na utilização das verbas concedidas pela maior multinacional do país? O que vão pensar os freqüentadores deste cinema, que tem BR no seu nome? Que a Petrobrás está falindo? Que pelos seus corredores andam irregularidades, desvios de verbas, politicagem do mais baixo nível, sonegação fiscal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego em casa com a cabeça permeada por estes questionamentos, nem me lembro mais do filme, ligo a TV e no jornal da noite estão anunciando a criação da CPI da Petrobrás. Não sei bem se fiquei chocada ou aliviada. Meu primeiro impulso foi o de acreditar que, enfim, teríamos uma clareza de onde foi parar todo o dinheiro investido nos projetos por eles patrocinados, mas imediatamente lembrei que CPI não passa de uma manipulação política para enfraquecer o governo que está no poder e que, no Brasil, tudo acaba em “pizza”. Só me resta lamentar pelo Odeon e começar a freqüentar o Unibanco Arteplex, que é patrocinado pelo maior banco privado do país, mas que é bonito, bem conservado e traz na programação a herança do que um dia foi o Odeon.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tereza Castro Duque Estrada de Barros&lt;br /&gt;Estudante de Comunicação Social – Jornalismo&lt;br /&gt;Facha, 2/10/2009&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4233437001847102520?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4233437001847102520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/cinema-petrobras-e-cpis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4233437001847102520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4233437001847102520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/cinema-petrobras-e-cpis.html' title='CINEMA, PETROBRÁS E CPI&apos;S'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7956877148927597771</id><published>2009-10-07T11:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T11:06:03.722-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>ÁGUA MINERAL?</title><content type='html'>O Ministério Público Federal do Distrito Federal quer que os refrigerantes H2OH, da Pepsi Cola Indústria da Amazônia Ltda, e Aquarius Fresh da Coca – Cola do Brasil, mudem o nome para serem vendidos no país, alegando que são refrigerantes de baixa caloria, mas possuem nomes que remetem o consumidor a entender que seria água. Isto não é apenas um desvio de conduta, mas principalmente uma propaganda enganosa. Os próprios consumidores do H2OH e Aquarius, já não os consomem como refrigerantes, e sim como água mineral gasosa.&lt;br /&gt;            Verificando de outro ângulo, pode-se entender a “Jogada de Marketing” na atual movimentação publicitária. Tudo indica a verdadeira intenção dos organizadores, o que de fato expressa desvio de conduta. A própria jogada de marketing, no propósito de promover a boa venda do produto, apostando na “sede” do consumidor, exemplifica a insensibilidade e a ganância publicitária, que engana e ludibria para garantir um “suposto sucesso”. Esse tipo de comportamento fere vários princípios comerciais que garantem o êxito de uma marca. Foi este suposto “desvio de comportamento”, esta falta de caráter, que chamou a atenção do Ministério Público Federal.&lt;br /&gt;            A propaganda enganosa é a mais comum entre os meios publicitários; através dos rótulos, ela se beneficia da ingenuidade e da pouca informação do consumidor. Aproveitar-se da falta de conhecimento das pessoas, fere alguns tópicos do Código de Defesa do Consumidor, como também alguns princípios da própria cidadania.&lt;br /&gt;            A publicidade tem direito de avançar em seu próprio progresso, mas não tem o direito de violar o bom senso social. Todos sabem que H2O é a molécula da água. Existem garrafinhas de água mineral sem gás e também com água mineral gasosa. Uma das marcas de água mineral mais famosas é a São Lourenço, que vende produtos sérios. Na boa comercialização da H2O com ou sem gás, o próprio consumidor, por esta e outras boas marcas, talvez menos famosas, já tem em si que água é igual H2O. Foi uma péssima estratégia criar um refrigerante com nome de água. De fato a empresa está enganando muitos que pensam se tratar de uma nova marca de água mineral.&lt;br /&gt;            Parabéns ao Ministério Público por sua postura a favor dos consumidores da verdadeira H2O, em todo país, reconhecendo a veracidade publicitária dessas marcas enganosas, que sem nenhum constrangimento, pela força de sua posição capitalista comercial, e certamente da impunidade, devido a problemas na legislação brasileira, “jogam” pesado contra a sociedade.&lt;br /&gt; Parabenizo, novamente, o Ministério Público, que não deixou “passar em branco”, antes reconheceu que a propaganda era enganosa, além de ferir o Código de Defesa do Consumidor e sua cidadania, também feria a Lei de Propriedade Industrial, que proíbe a indução, a falsa indicação quanto a sua origem, procedência, natureza, qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a marca se destina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Osvaldo Luis Luciano Baptista&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;estudante de Comunicação Social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Facha, 01/10/2009&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7956877148927597771?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7956877148927597771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/agua-mineral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7956877148927597771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7956877148927597771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/agua-mineral.html' title='ÁGUA MINERAL?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7369968712507249457</id><published>2009-10-02T15:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T15:30:54.789-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>Vamos acordar e ver corujas!</title><content type='html'>Aqueles que me conhecem, já sabem que sou uma grande fã e leitora incansável dos textos de Veríssimo. Outro dia, me deparei com mais um de seus deliciosos textos que fazem esquecer a correria do dia a dia e refletir sobre a vida, o mundo, as pessoas.Ele cita a metáfora da coruja da deusa Minerva, de Hegel e conclui: “Nenhuma filosofia ajuda a percorrer o caminho já percorrido”.&lt;br /&gt;Se, segundo alguns historiadores, a História é cíclica e muito já foi filosofado sobre períodos similares, por que não aproveitamos toda esta sabedoria? Por que insistimos em compreender, “cair a ficha”, somente no final? Por que não refletimos sobre o passado para tentar melhorar o futuro? Ah! Se fosse simples assim, não haveriam corações partidos, lutas poderiam ser evitadas, e histórias de sucesso não teriam fim. Hoje em dia então, seria impossível! Seria necessária apenas uma pitada de reflexão, escutar alguém mais experiente, ler um “blog”, um conto ou pesquisar na Internet o que pensam grandes pensadores e pronto. Rapidamente, aplicaríamos a filosofia na História mundial, nacional, no nosso dia a dia (no trabalho, nos relacionamentos e até mesmo na saúde) e tudo estaria resolvido.&lt;br /&gt;Por que compreendemos as coisas apenas no fim? Bem, acredito que nós seres humanos somos um tanto quanto curiosos demais e às vezes muito teimosos. Somado a isso, nossa sociedade tende a esquecer facilmente o passado, o que dificulta os momentos de reflexão. Além disso, devemos lembrar que o tempo passa cada vez mais rápido. São tantas as obrigações, as expectativas que muitas vezes nem percebemos que estamos ligados no automático. Como estamos sem tempo ou correndo cada vez mais contra o tempo, torna-se difícil usar a filosofia para compreender algo antes do fim.&lt;br /&gt;Porém, em alguns casos mágicos, a filosofia consegue servir como aliada sim, e nos guia. Nestes momentos, diversos contextos favorecem cada caso e a luz da sabedoria vai aos poucos acendendo. No texto, ele também cita Marx que, ao contrário de Hegel, acreditava que a filosofia mostra para a História aonde ir. Isto acontece algumas vezes, pena não ocorrer constantemente, e cada vez menos. Deveríamos tentar abrir mais nossos olhos e observar mais a coruja da deusa Minerva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Paula Bordallo Silveira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;é estudante de Comunicação Social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Facha - 25/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7369968712507249457?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7369968712507249457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/vamos-acordar-e-ver-corujas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7369968712507249457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7369968712507249457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/vamos-acordar-e-ver-corujas.html' title='Vamos acordar e ver corujas!'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-9162191892554663280</id><published>2009-10-02T15:23:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T15:51:26.393-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>A FILOSOFIA E O AMOR</title><content type='html'>Assim como Hegel  compara a filosofia à coruja de Minerva, comparo as grandes histórias de amor à sua compreensão de filosofia. Talvez a comparação fique um pouco empobrecida ou o leitor possa achar piegas, mas sigo determinada neste assunto que, por hora, ronda meus pensamentos e apreende meus sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante uma conversa de bar com algumas amigas, claro, só no bar temos essas conversas, percebi uma ansiedade pairando no ar. Todas querendo encontrar o “grande amor” de suas vidas e todas bastante determinadas. Mas como saber se estamos entrando numa história de amor quando ela mesma nem começou? Assim como Hegel que constrói uma metáfora para dizer que “vivemos pra frente, mas compreendemos pra trás” em relação à história e a filosofia, posso dizer que, em se tratando de relacionamentos, não somos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se viver um grande amor, sem plagiar Vinícius de Moraes, é preciso estar distraído. É preciso estar de bem com a vida e seguro dentro do que é seu. E um dia, quem sabe, de tanto olharmos para dentro de nós mesmos, tropecemos naquela pessoa que nos fará alçar vôos sem sair do chão, e quando olharmos pra trás, perceberemos que estamos vivendo a mais incrível história de amor de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No amor não há regras, lugares comuns e muito menos certezas futuras. O que temos são os caminhos percorridos e que só podem ser mensurados com o tempo passado. Só olhando para trás é que podemos ter uma medida do “futuro” e do tamanho da história que vivemos. Por isso minhas amigas, vos digo, distraiam-se e vivam enfim “O Grande Amor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Teresa Castro Duque Estrada de Barros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;é estudante de Comunicação Social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Facha - 25/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-9162191892554663280?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/9162191892554663280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/filosofia-e-o-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/9162191892554663280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/9162191892554663280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/filosofia-e-o-amor.html' title='A FILOSOFIA E O AMOR'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6986704968370472953</id><published>2009-10-02T15:20:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T15:32:18.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>As necessidades dos tempos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acordou atrasada, havia ignorado os reclames insistentes do despertador. Quando se deu conta de que horas eram, levantou –se apressada a fim de se aprontar e sair para o trabalho. Nesse meio tempo, entre tomar banho e pegar o ônibus, esqueceu-se de comer. Chegou, trabalhou, saiu do trabalho, pegou outro ônibus, e foi para um outro trabalho. Chegou, trabalhou novamente e apressou-se para pegar um coletivo até chegar à faculdade. Assistiu aulas, foi para casa, deparou-se com o livro do Freud que lia, pensou em ler um pouco. Desistiu. Tomou um banho e foi dormir sem comer, o cansaço e a preguiça não a deixaram preparar qualquer alimento.&lt;br /&gt;O tempo para literatura, filosofia e até para palavras cruzadas se tornava cada vez mais escasso. Parou para pensar sobre o quanto pensar fazia falta. Todas as atribulações e funções corriqueiras que ocupavam o seu dia pareciam-lhe pouco. O tempo sempre foi uma questão. Desde os trovadores, passando pelos poetas e levado a sério pelos filósofos. A pressão que o tempo exerce sobre o humano, é irreversível. Para ela não era diferente. A compreensão histórica, aos olhos de Hegel, só pode vir quando o ciclo está chegando ao fim. A sabedoria subutilizada da coruja, que só vem ao anoitecer é uma metáfora interessante. E realmente, ela e todo o ser que habita este planeta sofrem desse mal-estar de “viver” no presente, idealizando o futuro e reforçando o passado. Talvez assim também se dê a História. Vivendo um presente, que contempla o passado e molda o futuro.&lt;br /&gt;Marx já acreditava que o caminho percorrido nos mostra para onde ir e que é a filosofia que diz isso para a História. Seria muito ousado, ou talvez agressivo, que ela discordasse de Marx, pensador que se debruçou sobre os livros e que foi um grande estudioso da sociedade a fim de criar seu discurso, mas não poderia se furtar em expressar o que sentia. Sim, o que sentia. A contemplação humana que mais valia para ela era as dos sentidos. E suas sensações indicavam que a filosofia não mostra à História o caminho que esta deve percorrer. Isso, para ela, se daria de maneira inconsciente, a partir dos sofrimentos e necessidades dos humanos naquele contexto histórico. Seria de grande valia se pudéssemos, com certo distanciamento, pensar o que devemos fazer para sanar nossos males, nossas dores e as mudanças que são necessárias. Mas isso não se dá de forma racional, e sim pulsional. Dá-se, a partir de quando o calo começa a doer tanto no pé, de modo que precisamos arrancar os sapatos e arranjar novos deles, que sejam mais confortáveis. E estes provavelmente um dia também nos incomodarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Isabela Marinho Rangel&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;estudante de Comunicação Social&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Facha - 25/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6986704968370472953?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6986704968370472953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/as-necessidades-dos-tempos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6986704968370472953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6986704968370472953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/10/as-necessidades-dos-tempos.html' title='As necessidades dos tempos'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6137305595394586364</id><published>2009-09-29T18:53:00.001-07:00</published><updated>2009-09-29T18:56:00.715-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>COMO ESCREVER UM ENSAIO E UMA CRÔNICA</title><content type='html'>CRÔNICA&lt;br /&gt;Um dos elementos que caracterizam a crônica é a visão pessoal de um evento; é o seu ponto de vista, ou seja, a sua forma de ver o fato.&lt;br /&gt;ETAPAS PARA ESCREVER SUA CRÔNICA&lt;br /&gt;Escolha algum acontecimento atual que lhe chame a atenção. Consulte jornais, revistas, noticiários da TV. Outra forma de encontrar um tema é andar, abrir a sua janela, conversar com pessoas, ou seja, entrar em contato com a infinidade de coisas que acontecem ao seu redor. Tudo pode ser assunto para uma crônica.&lt;br /&gt;O tema escolhido deve despertar seu interesse, causar alguma sensação interessante que pode ser: entusiasmo, horror, desânimo, indignação, felicidade, melancolia, paixão... Isso pode ajudá-lo a escrever uma crônica com maior facilidade.&lt;br /&gt;Selecionado o acontecimento, tente formular algumas opiniões sobre esse fato. Frases como as que menciono abaixo podem ser um bom começo para você fazer a sua lista:-&lt;br /&gt;“Quando penso nesse fato, a primeira idéia que me vem à mente”...&lt;br /&gt;“Na minha opinião esse fato é”...&lt;br /&gt;“Se eu estivesse nessa situação, eu”...&lt;br /&gt;“Ao saber desse fato eu me senti”...&lt;br /&gt;“Sobre esse fato, as pessoas estão dizendo que”...&lt;br /&gt;“A solução para isso”...&lt;br /&gt;“Esse fato está relacionado com a minha realidade, pois”...&lt;br /&gt;Agora que você já formou opiniões sobre o acontecimento escolhido, é hora de escrever sua crônica. Seu ponto de partida pode ser o próprio fato, mas esse também pode ser mencionado ao longo do texto; procure usar a criatividade para criar seu próprio estilo, pois é isso que faz de um escritor um bom cronista.&lt;br /&gt;Se você está interessado em saber um pouco mais sobre crônicas, consulte os seguintes livros:&lt;br /&gt;* A criação literária- Prosa- Massaud Moisés – Editora Cultrix.&lt;br /&gt;* A Crônica – Jorge de Sá – Série princípios – Editora Ática&lt;br /&gt;* A Crônica – o Gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil – Editora da Unicamp – São Paulo&lt;br /&gt;Obs.:-Este texto-base está amparado no site:-www.tvcultura.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENSAIO&lt;br /&gt;É um texto muito solicitado nas universidades, mas nem sempre é explicado aos alunos. Ensaio é um texto literário breve, entre o poético e o didático, que expõe idéias, criticas reflexões morais e filosóficas a respeito de determinado tema.&lt;br /&gt;É menos formal e mais flexível que o tratado; consiste na defesa de um ponto de vista pessoal e subjetivo sobre um tema (humanístico, filosófico, político, social, cultural, moral, comportamental, literário, etc.) sem que se paute em documentos ou provas empíricas ou dedutivas de caráter cientifico.&lt;br /&gt;O ensaio divide-se em:- formal ou discursivo e informal ou comum. No formal, os textos são objetivos, metódicos e estruturados, dirigidos mais a assuntos didáticos, criticas oficiais, etc.,... Já o informal, é mais subjetivo e caprichoso em fantasia, o que o torna menos denso. Um bom ensaio deve nos mostrar uma mente desenvolvendo uma tese, enraizando essa tese nas evidências, antecipando habilmente objeções ou contra argumentos, sustentada o ímpeto da descoberta.&lt;br /&gt;VISÃO GERAL DE UM ENSAIO ACADÊMICO/TESE&lt;br /&gt;Todo ensaio tem uma finalidade ou objetivo; a mera existência de uma tarefa ou de um prazo não é suficiente. A redigir um ensaio ou artigo de pesquisa, nunca se está simplesmente transferindo informações de um lugar para outro, ou demonstrando o domínio sobre uma certa quantidade de materiais.&lt;br /&gt;A aprofundar-se no material, você começa a descobrir padrões e gerar percepções, guiado por uma série de questões que se desdobram. De certo número de possibilidades, uma idéia emerge, gradual ou subitamente... como a mais promissora.Você tenta certificar-se de que ela é original e tem alguma importância; não faz sentido argumentar sobre algo já conhecido, trivial ou amplamente aceito. É preciso avaliar se a idéia pode ser tratada numa breve nota, num artigo de vinte páginas ou se requer um livro inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.:- O Centro de Redação da Universidade de Harvard (Kathy Duffin forneceu o texto-base para este trabalho).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6137305595394586364?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6137305595394586364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/como-escrever-um-ensaio-e-uma-cronica.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6137305595394586364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6137305595394586364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/como-escrever-um-ensaio-e-uma-cronica.html' title='COMO ESCREVER UM ENSAIO E UMA CRÔNICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7150419870228817789</id><published>2009-09-27T14:47:00.000-07:00</published><updated>2009-09-27T14:49:01.630-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>Mal interpretado até quando?</title><content type='html'>José  Sarney, presidente do Senado, parece estar longe de seus dias de descanso. Nesta semana, ele foi novamente alvo de severas críticas de especialistas em política e lideranças de entidades civis ao comparar o parlamento e a mídia.&lt;br /&gt;     O senador afirmou, nesta terça feira, na sessão especial do Senado em homenagem ao Dia Internacional da Democracia, que a mídia se transformou em “inimiga das instituições representativas”. Segundo ele, a discussão sobre quem é o atual representante do povo: a mídia ou o parlamento é um tema debatido por todos atualmente. “A tecnologia levou os instrumentos de comunicação a tal nível que, hoje, a grande discussão que se trava é justamente esta: quem representa o povo?... não estou dizendo isso aqui, estou repetindo aquilo que, no mundo inteiro hoje se discute”, declarou.&lt;br /&gt;     Sarney também defendeu o parlamento e afirmou que este recebe freqüentes críticas, pois, ao contrário dos outros poderes, sempre toma decisões de maneira aberta.&lt;br /&gt;     Para César Brito, presidente da OAB, a declaração de Sarney é condenável. A mídia declarou Brito, trata de um bem fundamental: a liberdade de expressão e sem esta, “não existe Estado de Direito”. Grande parte da população também reprovou a declaração de Sarney postando comentários em blogs, sites de notícia, Twitter e outros.&lt;br /&gt;     Após grande crítica, a assessoria de Sarney divulgou nota, no dia seguinte ao discurso, enfatizando que Sarney não teve a intenção de criticar os meios de comunicação. A nota esclarece que Sarney fez apenas uma “apresentação teórica sobre o antagonismo do imediatismo da mídia eletrônica ao prazo dos mandatos parlamentares”. Para ele, é necessária uma reforma política urgente devido à nova sociedade da comunicação. O mandato de quatro anos seria dessa forma, incompatível com a velocidade da Internet. O  diretor-executivo da Transparência Brasil, Cláudio Abramo, ressaltou que o fato de Sarney justificar que foi mal interpretado, em vez de melhorar, piorou a situação para o lado dele.&lt;br /&gt;     Não foi esta, a primeira vez na qual Sarney condenou o papel da mídia. Recentemente, ele atacou jornalistas afirmando que a imprensa “devassa a privacidade dos parlamentares” e que estavam fazendo uma campanha contra sua permanência no cargo agravando assim, a crise no Senado.      Interpretações errôneas sempre existirão, mas esse fato mostra a importância de sermos mais claros quanto as nossas declarações. Sarney, que já está na política há anos deveria ser mais cuidadoso na hora de tocar em temas delicados e fazer comparações, ao invés de se fazer de injustiçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Paula Bordallo Silveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;é aluna das Faculdades Integradas Hélio Alonso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;18/09/2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7150419870228817789?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7150419870228817789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mal-interpretado-ate-quando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7150419870228817789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7150419870228817789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mal-interpretado-ate-quando.html' title='Mal interpretado até quando?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3318066770947787347</id><published>2009-09-27T14:44:00.000-07:00</published><updated>2009-09-27T14:47:16.841-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>Um Reino e sua Democracia</title><content type='html'>Mediante tantas questões levantadas recentemente, a permanência de Sarney e a pressão da mídia para sua saída são algumas delas, estaria o país a beira de um colapso político?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala de Democracia não é preciso saber suas origens tampouco a etimologia da palavra para entendê-la. Basta reconhecer que a própria palavra já exprime consideravelmente o que foi conquistado a duras penas após anos de Ditadura Militar no Brasil: a liberdade de expressão e de opinião. Ora, seria ao menos um paradoxo sequer levar em consideração a declaração do nobilíssimo presidente do Senado ao dizer que foi mal interpretado quando sugeriu que a nossa Imprensa desempenharia o papel de representante do povo em detrimento ao Parlamento.&lt;br /&gt;Como um país de contrastes, o Brasil se consolidou também como um país de contradições, e como tal, por mais que soe estranho aos ouvidos de um incauto, só a afirmação do referido Senador da República ao atentar para a necessidade urgente de mudanças no sistema político-eleitoral brasileiro e para uma reforma política já causaria um certo estranhamento, justamente porque foi com esse mesmo sistema que ele conseguiu erguer sua sólida vida política durante longos anos de vida pública e de toda sua dinastia, eternizando em sua terra natal, o clã Sarney. Como poderia, gozando de tamanha deferência contestar os supostos alicerces que o mantêm como líder até hoje?&lt;br /&gt;A mídia no Brasil desempenha seu papel, quer seja como fomentadora de idéias quer seja para exposição dos fatos, pois essa é sua função. Tratá-la como ferramenta do povo não é um demérito e nem constitui uma inverdade, uma vez que ela deve ser reflexo dos anseios de uma sociedade. Ao contrário do que possa parecer, a mídia manipula a massa na mesma proporção com a qual é manipulada, portanto nada mais justo considerá-la projeção de um povo. Diante dessa celeuma, todos, sem qualquer excludente, têm um papel a desempenhar. A Imprensa, tanto quanto o Congresso, são resultados de quem os construiu, e discutir sua fragilidade ou solidez, a própria história nos dá a resposta, seja imediata ou em longo prazo.&lt;br /&gt;A Democracia é justamente isso: tal qual a Imprensa e todas as formas de mídia,  confere a todos o direito soberano de exprimir suas idéias e suas opiniões, por mais polêmicas ou incongruentes que sejam, afinal, partindo da premissa de que tudo possa ser uma mera interpretação, até mesmo esse texto pode ser uma simples opinião de um cidadão brasileiro, uma pretensa matéria jornalística de um estudante ou até mesmo uma divagação de uma pessoa que ainda acredita na verdade, sob todos os pontos de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marcelo dos Santos&lt;br /&gt;é aluno das&lt;br /&gt; Faculdades Helio Alonso&lt;br /&gt;Relações Públicas – Noite&lt;br /&gt;Campus I&lt;br /&gt;RJ, 18 de setembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3318066770947787347?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3318066770947787347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/um-reino-e-sua-democracia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3318066770947787347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3318066770947787347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/um-reino-e-sua-democracia.html' title='Um Reino e sua Democracia'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3158094505612157453</id><published>2009-09-18T14:36:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T18:39:38.295-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos Selecionados dos Alunos de Técnica de Reportagem'/><title type='text'>E ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O mundo vê com otimismo a retomada pela consciência preservacionista, mas a "boa vontade" dos países desenvolvidos parece cada vez mais insuficiente e o tempo que nos resta cada vez mais escasso.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;É indiscutível que vivemos em tempos em que se faz necessário incorporarmos novos hábitos afim de termos uma melhor qualidade de vida, mas é de suma importância que essa postura seja adotada globalmente. E é percorrendo esse caminho, que as grandes Nações mundiais tentam buscar uma solução para o desequilíbrio ecológico em nosso planeta, decorrente sobretudo do seu próprio desenvolvimento econômico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Países como o Japão, vivem sérias contradições em traçar uma política que ao mesmo tempo reduza as alarmantes emissões de gases, mas que também fomente seus níveis de desenvolvimento econômico. E disso, ninguém abre mão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o advento do neoliberalismo econômico no século passado, liderado pelos Estados Unidos, construiu-se uma imagem de que só os fortes sobrevivem, e o capitalismo selvagem seria a receita para o crescente desenvolvimento dos países chamados de "primeiro mundo", e também para os que estavam em outro bloco, pleiteando sua vaga no rol das nações ricas e industrializadas. No entanto, a história nos mostrou uma outra faceta: O mesmo crescimento acelerado que enriquece pode ser aquele que flagela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi preciso algumas décadas para que a humanidade percebesse que, antes de conferências ou retóricas de impacto, o mundo urge de ações efetivas no sentido de preservacionismo, e que a mobilização mundial é decisiva para que possa haver resultados realmente expressivos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o Protocolo de Kioto não obteve o êxito em sua totalidade, podemos afirmar que tornou-se um marco, um divisor de águas para que a população mundial pudesse perceber o caráter emergencial em que nosso planeta se encontra, e mais, com isso, alcançar a visibilidade e até mesmo a mudança de mentalidade para abraçar uma causa que até então não era considerada de absoluta prioridade: a sobrevivência nesse planeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Planos e metas são prementes, seja em Copenhague, Bombaim ou Rio de Janeiro. Mas o que o mundo realmente espera hoje, é conseguir enxergar em um futuro próximo um planeta habitável. Para isso, mesmo a sabedoria milenar de um país tão devotado como a Índia, ou o frescor ufanista de uma nação como o Brasil não darão conta. A verdade é uma só: os paradoxos devem se renconciliar. E seguir numa mesma direção nesse momento crucial pode significar a vitória, ainda que tardia, ou o definitivo xeque-mate, onde não existirá vencedor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Marcelo dos Santos&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estudante de Comunicação Social das&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Faculdades Integradas Hélio Alonso&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro,11/09/2009.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3158094505612157453?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3158094505612157453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/e-assim-caminha-humanidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3158094505612157453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3158094505612157453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/e-assim-caminha-humanidade.html' title='E ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4179858154011049553</id><published>2009-09-16T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:53:17.159-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>ÉTICA JORNALÍSTICA</title><content type='html'>ÉTICA JORNALÍSTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma leitura recente do livro “Ética, jornalismo e nova mídia – Uma moral provisória”, de Caio Túlio Costa, foi possível identificar a questão da ética jornalística através de uma citação de Jean Paul Sartre, que dizia que “para conseguir administrar tantas namoradas, era obrigado a recorrer constantemente a um “código moral temporário”, que envolvia mentirinhas e meias verdades. A partir daí o jornalista afirma que um “código” parecido e aproximado costuma ser utilizado no jornalismo, em diversas ocasiões e situações, com o objetivo de justificar comportamentos julgados como condenáveis.&lt;br /&gt;Sabemos que fatos relevantes são notícias que todos querem ver/saber, mas nem sempre o que as emissoras de TV, rádios, jornais e revistas divulgam, são necessariamente “verdades” jornalisticamente éticas e incontestáveis. Hoje em dia, tendo como exemplo as bases da economia, sabemos que as regras podem ser ditadas pelo valor que as informações possuem e, deste modo, até a notícia passa a ter um valor mercadológico, mas que não necessariamente precisa fugir e estar contida dentro dos princípios de conduta ética e profissional, tendo como objetivo, acima de tudo, a qualidade da informação divulgada.&lt;br /&gt;Tendo como base que ética jornalística é o conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo, entendemos que ela se refere à conduta esperada do profissional. Mas se essa conduta está fundamentada na objetividade esperada do jornalismo, como não saber que na prática essa objetividade possa não existir, uma vez que toda construção de um texto, é um discurso, uma narrativa, onde ocorrem exposições de ideologias, valores e POSSÍVEIS INTERESSES.&lt;br /&gt;A partir dessas considerações, podemos vislumbrar as faces de uma mesma moeda que envolve o jornalista e o cidadão, não diferenciando essas duas questões: a ética jornalística é a ética do cidadão.&lt;br /&gt;Nesses casos o jornalista precisa ter ciência de que a informação é um direito essencial e primordial da sociedade.&lt;br /&gt;Ocorre que por lidar com uma questão desafiadora, a informação, o profissional se depara com situações que primam pelos interesses das empresas e da imprensa. São questões distintas que desafiam a área, visto que os interesses da imprensa estão voltados para a qualidade da informação e a verdade dos fatos. Já os interesses da empresa, expõem o desafio de atender ao chefe, ao patrão, aos “donos do jornal” ou que realmente deve ser revelado como conseqüência da apuração jornalística!?!?  Deste modo, voltamos para a questão jornalista X cidadão. O que se faz mister afirmar é que antes de ser jornalista, ele é um cidadão. Logo uma ética não deve prevalecer sobre a outra. Aquilo que incomoda, perturba, afeta como cidadão, deveria ser levado à tona como profissional. Claudio Abramo (2002), em “A Regra do Jogo”, afirma que: “o papel do jornalista é o de qualquer cidadão patriota, isto é, defender seu povo, defender certas posições, contar as coisas como elas ocorrem com o mínimo de preconceito pessoal ou ideológico, sem ter preconceito de não ter preconceitos. O jornalista deve ser aquele que conta a terceiros, de maneira inteligível, o que acabou de ver e ouvir”.&lt;br /&gt;Mas se o jornalista mantém sua ética, segue a regra que lhe é estabelecida, quais os verdadeiros motivos que levam a “corrupção” da imprensa? Alguns especialistas afirmam que as deformações da imprensa, e da mídia em geral, são menos um atributo do jornalista e mais das empresas jornalísticas. Como destaca Eugênio Bucci (2000), em “Sobre a ética da imprensa”, “Os piores problemas da imprensa brasileira são problemas construídos no interior das empresas de comunicação por forças e interesses que ultrapassam os domínios de uma redação e nada têm a ver com interesses legítimos de seus telespectadores, leitores, ouvintes”.&lt;br /&gt;Essa questão relaciona a ética jornalística aos interesses da sociedade e do cidadão. Bucci continua: “discutir ética na imprensa só faz sentido se significar por em questão os padrões de convivência entre as pessoas, individualmente, e de toda a sociedade no que se refere ao trato com a informação de interesse público e com a notícia”.&lt;br /&gt;Temos que considerar, então, os direitos do cidadão concomitantemente aos direitos do jornalismo com o direito à informação.&lt;br /&gt;Deste modo, o trabalho a ser desenvolvido deve estar baseado em investigação e apuração precisas, além de mais uma aproximada isenção jornalística que será base de uma sociedade que se propõe democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;1.      ABRAMO, Claudio, A Regra do Jogo, São Paulo, Companhia das Letras, 2002.&lt;br /&gt;2.      BUCCI, Eugenio, Sobre ética e imprensa, São Paulo, Companhia das Letras, 2000.&lt;br /&gt;3.      COSTA, Caio Túlio, ética, jornalismo e nova mídia, uma moral provisória, Jorge Zahar Editor, 2009.&lt;br /&gt;Trabalho elaborado pela aluna Viviane de Sant’Anna Mariano, turma C536E, que autorizou a reprodução.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4179858154011049553?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4179858154011049553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/etica-jornalistica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4179858154011049553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4179858154011049553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/etica-jornalistica.html' title='ÉTICA JORNALÍSTICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-366200953902734996</id><published>2009-09-16T12:51:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:52:18.802-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>JORNALISMO CIENTÍFICO</title><content type='html'>JORNALISMO CIENTÍFICO&lt;br /&gt;            O jornalismo científico diz respeito à divulgação da ciência  e tecnologia pelos meios de comunicação de massa, de acordo com os critérios e o sistema de produção jornalístico. Em outras palavras, a expressão jornalismo científico é geralmente designada aos profissionais da informação - repórteres e editores – que trabalham em veículos especializados. Em qualquer livraria ou bancas de jornais, constata-se o grande número de publicações científicas – especializadas – dirigidas ao público-alvo, além das notícias de cunho científico inseridas em jornais impressos de grande circulação e, em páginas e dias previamente selecionados pelas editoras.&lt;br /&gt;            Na década passada surgiram revistas como “Globo Ciência” e “Superinteressante”, além de outras mais recentes, com o objetivo de “massificar” a ciência; surgiram também programas de TV como “Globo Ciência” (TV Globo) e “Estação Ciência” da extinta TV Manchete, hoje Rede TV, sendo também freqüentes manchetes e noticiários sobre a ciência e a tecnologia nas programações diárias.&lt;br /&gt;            Algumas editorias de jornais gradativamente deram mais espaço para a produção jornalística nas áreas científica e tecnológica. A partir dessa década, jornais de grande repercussão nacional, tais como: O Globo e o Jornal do Brasil – ambos do Estado do Rio de Janeiro, passaram a manter uma página diária de matérias de cunho científico. O Jornal do Commercio – do Estado de Pernambuco – conserva até hoje, uma sessão específica sobre Ciência e Tecnologia; em dias alternados a “Folha de São Paulo” traz meia página de assuntos científicos.&lt;br /&gt;            Nos últimos anos, o jornalismo científico brasileiro tem se profissionalizado graças à contribuição das Universidades de pós-graduação. As bases da instituição acadêmica são fundamentais para reflexões mais profundas acerca da prática do jornalismo científico, abrindo espaço para discussões e incentivando a pesquisa científica e a divulgação desta para a população.&lt;br /&gt;            Vale ressaltar que a presença do jornalismo científico nas universidades brasileiras, mais especificamente nos cursos de jornalismo ainda é escassa, o que dificulta a formação e profissionalização de comunicadores nessa área. Torna-se imprescindível um “olhar” mais atento e atuante por parte das universidades, no que diz respeito à formação de jornalistas que almejam atuar nestas áreas.&lt;br /&gt;            A demanda de profissionais que atuam no campo de jornalismo científico cresceu. “Aos poucos, o jornalismo científico ganhou características próprias e mão-de-obra específica. Com o tempo, formou-se uma geração de profissionais interessada em ciência e disposta a investir sua carreira nessa área”.&lt;br /&gt;            Nos meios de comunicação brasileiros existe um gradativo número de informações científicas disponíveis, no entanto a qualidade precisa melhorar; não adianta manter uma página diária de informações sobre ciência, se, por exemplo, o conteúdo não é claro e objetivo para o leitor. Por isso, é fundamental que o jornalismo científico não fique restrito apenas a tradução de conteúdo científico, mas permita uma reflexão e análise mais apurada sobre os fatos que permeiam o cotidiano da ciência.&lt;br /&gt;            Atualmente o jornalismo científico é uma categoria jornalística consolidada no cenário mundial. De um sistema de comunicação secular difundido pela simplicidade de trocas de cartas sobre temas de ciência, o jornalismo científico é, hoje, um campo do jornalismo imprescindível para a sociedade contemporânea, movida por uma velocidade sem precedentes quanto à criação de novos inventos e descobertas.&lt;br /&gt;            Além disso, a informação científica se configura como uma questão essencial para a geração de conhecimento, por isso, o jornalismo científico pode suprir a carência do desconhecimento e da falta de informação do público quanto aos deslocamentos e conseqüências dos avanços da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;Baseado no texto de Liliane de Andrade Calado – www.bocc.ubi.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-366200953902734996?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/366200953902734996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/jornalismo-cientifico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/366200953902734996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/366200953902734996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/jornalismo-cientifico.html' title='JORNALISMO CIENTÍFICO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3195024709512801839</id><published>2009-09-16T12:50:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:56:46.109-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>JORNALISMO EMPRESARIAL</title><content type='html'>JORNALISMO EMPRESARIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa a ser levada em conta é que os membros integrantes de uma empresa são heterogêneos. As variações compreendem nível intelectual, instrução e até mesmo interesses ou atitudes.&lt;br /&gt;Não se pode confundir com comunicação de massa, pois esta pretende atingir interesses gerais de um público cada vez mais amplo, ao passo que as publicações empresariais objetivam atender a uma comunidade voltada para os princípios mercadológicos, refletindo seus interesses, exigências e, principalmente, sua filosofia.&lt;br /&gt;As publicações empresariais, enquanto veículos de comunicação devem ter periodicidade, aparecendo em intervalos sucessivos e regulares, abastecendo-se de fatos da atualidade da empresa, sobre quaisquer áreas ou programas que possam interessar a comunidade trabalhadora, lembrando que esse público pode ser uma excelente caixa de ressonância, principalmente em atividades sociais – responsabilidade social – que a empresa desenvolve, tornando-se um “Relações Públicas” junto à comunidade externa onde vive.&lt;br /&gt;No que se refere a periodicidades empresariais, a característica é possuir intervalos mais espaçados entre as edições sucessivas. A atualidade, também abordada, perde aquela concepção de rapidez que marca as informações nos veículos tradicionais do jornalismo de massa impresso e via internet. Por fatos da atualidade podemos sugerir àqueles ocorridos num período não superior a dois meses, assim como, num exercício de futurologia, planos de interesse empresarial que podem ser divulgados, até para obter a “cumplicidade” dos colaboradores.&lt;br /&gt;Dos veículos utilizados pela empresa para sua comunicação impressa, destacamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Grupo 1: jornais, revistas, relatórios para acionistas ou não, boletins, “news letters”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Grupo 2: folhetos, “folders”, cartas pessoais, comunicados, instruções, circulares, apostilas, manuais sobre a ética(*) e o procedimento interno da empresa, manuais de boas vindas a novos empregados, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto a observar no Grupo 2 é que, pela sua natureza, não assumem características jornalísticas. Nenhuma delas tem periodicidade definida e o seu consumo se processa permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) esses manuais poderão contemplar breve resumo da empresa, procedimentos, métodos e técnicas; objetivos gerais; descrição de produtos ou serviços; programa de benefícios (saúde, aposentadoria) para os trabalhadores; regras gerais de operação, e por aí vai. Este tipo de conteúdo é de interesse permanente, sofrendo correção ou mudança apenas quando existir um fato novo que venha a alterar os programas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JARGÕES CORPORATIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns termos que, pelo uso diário, já fazem parte do glossário corporativo brasileiro. Mesmo em inglês, eles são usados em diversas ocasiões. O problema é que, pelo abuso, algumas pessoas acabam incorrendo em erros, e o pior: podem não ser compreendidas. O bom é saber quais expressões os profissionais devem conhecer e a hora certa de usá-las.&lt;br /&gt;De acordo com a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Clara Salarini Borsezi, com a globalização, o inglês passou a ser fortemente usado. Com essa difusão, muitos termos passaram a ser incorporados ao dia-a-dia, não só em reuniões e conferências, mas também em conversas informais.&lt;br /&gt;"Por isso, é importante que o profissional conheça alguns termos, para realizar uma boa comunicação e entender o assunto em pauta. Caso contrário, pode não compreender alguma informação e ser excluído da situação".Existe termo "na moda"&lt;br /&gt;Clara afirmou que não existem termos "na moda", mas aqueles que são mais adotados por uma área ou outra, como o “feedback” (resposta que um líder dá a seu liderado sobre o desempenho deste), bastante usado em recursos humanos.Apesar disso, existem termos cujos significados são bastante amplos e podem ser usados por qualquer profissional, independentemente de sua área de atuação. Confiram quais são eles abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Branding”: trabalho de construção de uma marca no mercado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Brainstorming”: mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa dos indivíduos no menor tempo possível, ou seja, troca de idéias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Briefing”: todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Budget”: orçamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Business plan”: plano de negócios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Case”: estudo de caso, normalmente abordado em empresas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Coaching”: projeto com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o “coach” (profissional) e o “coachee” (cliente), conforme a meta desejada por este. O “coach” apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazos, por meio da identificação e do uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e da superação de suas fragilidades, para que ele atinja novos objetivos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Deadline”: prazo final;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Expertise”: conhecimento técnico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Interface”: ferramentas que possuem um “design” fácil de ser usado, geralmente com ícones indicando o que representa cada função;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Feedback”: trata-se de informar o colaborador sobre o seu desempenho, conduta ou a respeito de uma eventualidade, buscando estimular e reorientar ações, com o objetivo de maximizar o seu desempenho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Follow up”: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram. Significa ainda ligar para o cliente, a fim de acompanhá-lo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Headhunter”: caçador de talento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Key user”: aquele que conhece todos os recursos referentes a uma determinada ferramenta tecnológica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Just in time”: sistema que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata, ou seja, primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria-prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Know how”: conhecimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ MBA” (Master Business Administration): curso de especialização;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Networking”: rede de contatos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Outsourcing”: obtenção de mão-de-obra externa por parte de uma empresa; contratação de serviços terceirizados, com o intuito de reduzir os custos internos, aproveitando o conhecimento especializado de outras organizações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Outplacement”: benefício que uma empresa oferece ao ex-funcionário, que consiste no aconselhamento, no apoio, na orientação e no estímulo para recolocá-lo em outra organização;&lt;br /&gt;“Supply Chain”: gerenciamento de cadeia de abastecimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Turnover”: termo utilizado para caracterizar o movimento de entradas e saídas, admissões e desligamentos de profissionais empregados de uma empresa, em um determinado período, isto é, rotatividade. Quanto aos desligamentos, podem ser espontâneos ou provocados pelas empresas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Workaholic”: pessoa viciada no trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Workshop”: treinamento em grupo, de acordo com a técnica dominada pelo instrutor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ CEO”: (Chief Executive Officer), sigla para diretor executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uso dos termosDe acordo com a consultora, o profissional não acaba, necessariamente, sendo mal visto porque pergunta qual o significado desses termos, mas pode passar a imagem de desatualizado. Além disso, a comunicação pode ser falha, já que ele não compreendeu o que foi falado pelo emissor. “Caso o profissional não entenda algo que foi dito, o ideal é buscar informações sobre o seu significado e uso. A internet acaba sendo um bom recurso, existem até dicionários com alguns termos utilizados no mundo corporativo", disse.As pessoas que não sabem o significado desses termos podem prejudicar a comunicação, assim como aquelas que os usam a todo o momento, as quais podem se expressar de maneira incorreta e fora de contexto. “Se o profissional está em uma conversa entre amigos, não há necessidade de usar esses termos, pois pode comprometer a comunicação, passar uma imagem de arrogância ou até mesmo falta de domínio sobre sua língua de origem. Quem não conhece bem o significado dos termos é melhor não utilizá-los, para não passar uma informação incorreta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;Gaudêncio Torquato do Rego, Francisco – “Jornalismo Empresarial” – Summus Editora – SP 1994.&lt;br /&gt;Koplin, Elisa et Ferrareto, Luiz Artur – “Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática” – Edit. Sagra – RS – 2001- 4º ED.&lt;br /&gt;www.administradores.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3195024709512801839?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3195024709512801839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/jornalismo-empresarial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3195024709512801839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3195024709512801839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/jornalismo-empresarial.html' title='JORNALISMO EMPRESARIAL'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6609485624395906297</id><published>2009-09-16T12:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:50:28.722-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>TÉCNICAS DE ENTREVISTAS</title><content type='html'>TÉCNICAS DE ENTREVISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto base é de autoria do Prof. Pedro Celso Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Beltrão ("A Imprensa Informativa". São Paulo: Folco Masucci) define a entrevista como "a técnica de obter matérias de interesse jornalístico por meio de perguntas e respostas".&lt;br /&gt;A entrevista é um dos instrumentos de pesquisa do repórter. Com os dados nela obtidos ele pode montar uma reportagem de texto corrido em que as declarações são citadas entre aspas ou pode montar um texto tipo perguntas e respostas, também chamado "pingue-pongue".&lt;br /&gt;Segundo Luiz Amaral ("Técnicas de Jornal e Periódico". Rio: Tempo Brasileiro, 1987) podem-se distinguir dois tipos de entrevista: a de informação ou opinião (quando entrevistamos uma autoridade, um líder ou um especialista) e a de perfil (quando entrevistamos uma personalidade para mostrar como ela vive e não apenas para revelar opiniões ou para dar informações. Em ambos os casos há interesse do leitor e o jornalista será sempre um intermediário representando o seu leitor ( ou receptor ) diante do entrevistado. Na primeira situação, quando se trata de divulgar informações e opiniões, mesmo para produzir uma simples nota, é conveniente e necessário o jornalista repercutir o material com outras fontes envolvidas com o fato, checando a informação.&lt;br /&gt;Segundo Juarez Bahia ("Jornal, História e Técnica - História da Imprensa Brasileira". São Paulo: Ática, 1990 ) um dos requisitos mais importantes, na entrevista, é a autenticidade, isto é, que as declarações atribuídas ao entrevistado possam ser facilmente provadas.&lt;br /&gt;Para o professor José Salomão David Amorin, da UnB, "no Brasil as orientações para uma boa entrevista, em certos cursos de jornalismo, têm sido reduzidas a conselhos gagás do tipo quando for entrevistar um sujeito, telefone para saber se ele está em casa; quando ele atender ao telefone diga-lhe bom dia; não compareça a uma entrevista sem gravata..."&lt;br /&gt;Edgar Morin ("A Entrevista nas Ciências Sociais, no Rádio e na Televisão". Cadernos de Jornalismo e Comunicação, 11. Rio de Janeiro,1968) define a entrevista como "uma comunicação pessoal, realizada com objetivo de informação".&lt;br /&gt;O professor Mário Erbolato lembra que "a entrevista é um gênero jornalístico que requer técnica e capacidade profissional. Se não for bem conduzida, redundará em fracasso".&lt;br /&gt;Segundo Alexandre Garcia:"Entrevistar não é somente fazer uma pergunta, esperar uma resposta e juntar à resposta outra pergunta. É um exercício profissional trabalhoso e ingrato. Quase sempre quanto maior é o interesse do jornal em conseguir a entrevista, menor o do entrevistado em concedê-la, e vice-versa. Na medida que cresce o interesse do jornal, crescem também os problemas do entrevistador", garante Luiz Amaral ("Jornalismo - Matéria de Primeira Página". Rio: Tempo Brasileiro, 1997), citando, em seguida, Joseph Folliet ( "Tu seras journaliste". Lyon: Chronique Sociale de France, 1961): Esse gênero exige muita intuição, delicadeza, perfeito conhecimento do assunto, do entrevistado, de sua vida e de sua obra, uma grande probidade - um exterior, enfim, que inspire confiança e incite à confidência.&lt;br /&gt;Na opinião do professor de jornalismo da Federal de Santa Catarina, Nilson Lage&lt;br /&gt;("A Reportagem - teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística". São Paulo: Record, 2001) a palavra entrevista é ambígua. Ela tanto significa o diálogo com a fonte, como a matéria publicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estratégias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes entrevistadores adquirem técnicas que transformam o jogo de perguntas e respostas numa espécie de xadrez, conseguindo arrancar declarações que o entrevistado não pretendia fazer.&lt;br /&gt;Mas não basta ter experiência. É preciso trabalhar duro antes da entrevista, pesquisando tudo sobre os temas a serem tratados e sobre o entrevistado.&lt;br /&gt;Depois de bem preparado (de preferência um ou mais dias antes) o entrevistador deve fazer um roteiro com começo, meio e fim. O objetivo não é bitolar e restringir o desempenho do entrevistador, mas ser uma base referencial para evitar "brancos" e atropelos.&lt;br /&gt;É importante que o entrevistador seja o condutor da entrevista. Mas só estará no comando se estiver bem informado e bem preparado. "É estimulante para o entrevistado, nos momentos em que a fala se interrompe, perceber que o entrevistador está compreendendo o enunciado... se o entrevistado declarou que a economia vai bem, uma observação óbvia, tal como 'o senhor é então otimista quanto aos acontecimentos do futuro próximo' vale não por seu conteúdo, mas pela demonstração de interesse e entendimento. Dependendo, no entanto, das circunstâncias, pode ser conveniente apresentar um dado de contestação, no momento adequado, para obter maior espontaneidade, expansão ou aprofundamento", ensina o professor Lage.&lt;br /&gt;O ideal é que a entrevista flua espontaneamente, cada resposta permitindo o "encaixe" da pergunta seguinte.&lt;br /&gt;Para Alexandre Garcia, "a pergunta embaraçosa pode ter duas conseqüências: desmontar o entrevistado a ponto dele contar tudo o que sabe, ou irritá-lo a ponto de passar a responder tudo com monossílabos", matando a entrevista.&lt;br /&gt;Alexandre recomenda que o repórter estude o perfil psicológico do entrevistado para saber se deve conduzir a entrevista "batendo ou assoprando".&lt;br /&gt;Ele também ensina a preparar emboscadas para o entrevistado: Você faz uma pergunta sabendo de antemão qual será a resposta, porque ela é óbvia, previsível, ou porque já foi dada antes. Logo em seguida faz a pergunta-chave da entrevista.&lt;br /&gt;É uma estratégia que se aplica melhor às entrevistas longas.&lt;br /&gt;Às vezes é o caso de entrar direto no assunto, como fizeram os repórteres de Veja ao entrevistar Pedro Collor a quem a mãe, Leda, vivia pedindo que fosse ao médico examinar a cabeça. Naquela entrevista, segundo os repórteres, a primeira pergunta foi: "O Senhor se considera louco? " É um modo de balizar o terreno para que o leitor saiba com quem está falando. Se Pedro Collor admitisse problemas mentais suas declarações não teriam a mesma força. Morreu tempos depois com um tumor na cabeça...&lt;br /&gt;Em determinados casos, o experiente Alexandre Garcia usa outra estratégia que exige muito domínio da situação:&lt;br /&gt;- Eu me finjo de bobo, que não sei das coisas, para que o entrevistado sinta-se mais forte, superior a mim e seguro de si. Nessa situação ele fica mais à vontade, revela mais coisas e abre a guarda. É aí que eu entro.&lt;br /&gt;Alexandre diz que age assim porque, na sua opinião, o entrevistado tem medo do jornalista, pois uma entrevista publicada pode gerar muitas conseqüências.&lt;br /&gt;A história está cheia de exemplos sobre a força que uma entrevista tem em certas circunstâncias. A entrevista de Getúlio Vargas a Samuel Wainer na estância gaúcha do ex-presidente, publicada por "O Jornal", do Rio de Janeiro, em 03/03/1949, abriu caminho para a volta do ditador ao poder.&lt;br /&gt;A já citada entrevista de Pedro Collor provocou o impeachment de Fernando Collor e o desbaratamento do Esquema PC.&lt;br /&gt;As entrevistas em off conseguidas por Carl Bernstein e Bob Woodward, no caso Watergate, levaram à renúncia o homem mais poderoso do mundo, o Presidente dos Estados Unidos da América ( Richard Nixon ).&lt;br /&gt;Costuma-se datar o início da revolução sexual feminina, no Brasil, a partir da entrevista que Leila Diniz deu ao "Pasquim" em 21-26.11.1969, ao chegar dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns cuidados ajudam o entrevistador a evitar problemas na hora de transformar a entrevista em notícia.&lt;br /&gt;Uma precaução é sustentar o diálogo com o entrevistado tratando-o do modo mais coloquial, seja pelo primeiro nome ou pelo cargo, conforme as circunstâncias: Soaria ridículo tratar um cantor popular ou um ator de "Senhor": , Sr. Chico Buarque, Sr. Caetano Veloso, Sr. Roberto Carlos, Sra. Carla Peres...Nos diálogos com um deputado, um ministro, um senador, usa-se o nome do cargo. Em coletivas ou locais solenes, chama-se o Presidente da República de "Sr. Presidente".&lt;br /&gt;É preciso desenvolver, também, uma técnica pessoal para observar se o entrevistado está mentindo. A este respeito, conta Luiz Amaral que depois de entrevistar milhares de homens e mulheres sobre casos sexológicos, o dr. Alfred Kinsey respondeu, certa vez, ao lhe indagarem se ele sabia até que ponto eram verdadeiras, ou não, as confissões que lhe eram feitas: 'É muito simples. Eu as encaro de frente. Inclino-me para diante. Faço as perguntas rapidamente, uma depois da outra. Não as perco de vista. Naturalmente, se vacilam posso saber que estão mentindo".&lt;br /&gt;Em casos de entrevistas ao vivo pode acontecer o acidente do "dar um branco", mesmo quando se entrevistam pessoas que o país inteiro conhece. Nunca é demais ter o nome do entrevistado bem à mostra, além do seu cargo exato.&lt;br /&gt;Conta-se que até o experiente Boris Casoy já sofreu com isto porque o editor se esqueceu (ou achou que nem precisava ) de colocar no script do apresentador o nome do entrevistado daquela noite, no SBT. E na hora de apresentar o entrevistado, entre uma matéria e outra, Boris começou: "Estamos aqui com um grande nome da Música Popular Brasileira, um homem extremamente conhecido de vocês, que agora está atuando na política...vereador em Salvador...um compositor maravilhoso...um compositor de mão-cheia...."&lt;br /&gt;A apresentação não acabava mais porque Boris não conseguia lembrar-se do nome de Gilberto Gil sentado à sua frente, saindo-se com esta: "Ele dispensa apresentações".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravar ou Anotar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada repórter desenvolve um método pessoal de documentar a entrevista. Alguns preferem confiar na memória, o que é perigoso quando a declaração envolve números ou nomes de difícil entendimento. Outros preferem anotar, porém em alguns casos é difícil sustentar um diálogo e anotar ao mesmo tempo, como já foi visto na técnica usada por Oriana Fallaci ao entrevistar o General Giap. O mais garantido é gravar. Mas até isto pode dar problemas porque o gravador pode falhar e surpreender o repórter na fatídica hora do fechamento do jornal. O recomendável é, além de gravar, reconstituir a entrevista com base em palavras-chaves que o repórter anota, indicando os temas principais na sequência em que ocorreram. Isso geralmente basta para, passado um período curto de tempo, reproduzir com bastante fidelidade, discursos não muito extensos ou complicados (Lage 2001). Também há entrevistados que se intimidam com o gravador ligado, temendo falar alguma bobagem e não poder voltar atrás ou com receio de que a gravação se torne um documento de uso futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direitos do entrevistado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das técnicas de entrevista, o jornalista também deve levar em conta os direitos do entrevistado. Segundo Caio Túlio Costa (“O Relógio de Pascal – A Experiência do Primeiro Ombudsman da Imprensa Brasileira”.São Paulo: Siciliano, 1991), nos EUA as vítimas de entrevistas deturpadas ou fraudadas podem recorrer ao Centro Nacional das Vitimas, com sede em Forth Worth, no Texas, que defende os seguintes direitos dos entrevistados:&lt;br /&gt;. Você tem o direito de dizer não a um pedido de entrevista.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de escolher um porta-voz ou um advogado da sua preferência.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de escolher a hora e o local para entrevistas aos meios de comunicação.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de requisitar um repórter de sua escolha.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de recusar entrevista a um repórter específico, mesmo que você tenha prometido entrevistas a outros repórteres.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de dizer não a uma entrevista mesmo que você tenha dito anteriormente que daria entrevistas.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de excluir crianças de entrevistas&lt;br /&gt;. Você tem o direito de não responder questões que julgue inconfortáveis ou inapropriadas.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de saber com antecedência quais direções a história vai tomar.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de pedir para rever suas declarações antes da publicação.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de recusar coletivas de imprensa e falar com cada repórter por vez.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de pedir retratação quando informações imprecisas forem reportadas.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de pedir que fotografias ofensivas sejam omitidas na publicação ou que imagens idem não sejam levadas ao ar.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de dar entrevistas na televisão mostrando apenas a silhueta ou solicitar que sua foto não seja publicada.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de recusar-se a responder perguntas de repórteres durante julgamento.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de processar um jornalista.&lt;br /&gt;. Você tem o direito de sofrer na privacidade.&lt;br /&gt;. Você tem o direito a todo momento de ser tratado com dignidade e respeito pelos meios de comunicação”.&lt;br /&gt;Caio Túlio comenta que “tudo isto tem muito a ver com o que os americanos chamam de fair play, o jogo limpo, a transparência do jornalista para com seu entrevistado e seus leitores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manual da Folha de São Paulo diz que o segredo de uma boa entrevista está na elaboração de um bom roteiro:&lt;br /&gt;- Levante sempre o máximo de informações sobre o entrevistado e o tema que ele vai tratar.Em seguida, reflita sobre o objetivo a que pretende chegar. O melhor caminho é redigir perguntas tão específicas quanto possível. Perguntas muito genéricas resultam em entrevistas tediosas.&lt;br /&gt;Os repórteres da Folha também recebem estas orientações:&lt;br /&gt;-Ao transcrever a entrevista, o repórter deve corrigir os erros de português ou problemas da linguagem coloquial quando for imprescindível para a perfeita compreensão do que foi dito. Mas não se pode trocar as palavras ou mudar o estilo da linguagem do entrevistado. Se relevantes, eventuais erros ou atos falhos do entrevistado podem ser destacados com a expressão latina "sic" entre parêntesis na frente da palavra ou frase. É recomendável preservar a ordem original das perguntas.&lt;br /&gt;E ainda:&lt;br /&gt;a) Marque a entrevista com antecedência;&lt;br /&gt;b) Informe o entrevistado sobre o tema e a duração do encontro;&lt;br /&gt;c) Grave a entrevista para poder reproduzir com absoluta fidelidade eventuais declarações curiosas, reveladoras ou bombásticas;&lt;br /&gt;d) Vista-se de modo adequado a não destoar do ambiente em que será feita a entrevista, para não inibir ou agredir o entrevistado;&lt;br /&gt;e) Faça perguntas breves, diretas, que não contenham resposta implícita;&lt;br /&gt;f) Identifique contradições, mencione pontos de vistas opostos e levante objeções sem agredir o entrevistado;&lt;br /&gt;g) Não deixe de abordar temas considerados "sensíveis" pelo entrevistado. Faça perguntas diretas e ousadas. Insista quantas vezes achar necessário se o entrevistado se recusar a responder a alguma pergunta;&lt;br /&gt;h) Registre essa recusa se for significativa;&lt;br /&gt;I) O entrevistado tem o direito de retificar ou acrescentar declarações. Se for relevante, o repórter pode registrar as duas versões (original e posterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras recomendações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Evitar perguntas fechadas, isto é, que só admitem monossílabos como resposta. ( "O Sr. é a favor ou contra a candidatura de Lula à Presidência?". Uma pergunta aberta seria: "Porque o Sr. apóia Lula para Presidente?");&lt;br /&gt;b) O repórter deve responder brevemente se o entrevistado pedir a opinião dele;&lt;br /&gt;c) Quando o entrevistado foge do assunto, o repórter deve usar a pergunta seguinte para trazê-lo de volta ao tema;&lt;br /&gt;d) Procurar ser bem-humorado no diálogo, porém sem exageros que destoem;&lt;br /&gt;e) Agir com segurança e naturalidade, mostrando que sabe o que quer;&lt;br /&gt;f) Ao ouvir uma resposta-bomba, o repórter não deve revelar entusiasmo porque essa reação pode levar o entrevistado a pedir o cancelamento da declaração, receoso das conseqüências;&lt;br /&gt;g) Não se deve usar exclamações para comentar as respostas ("puxa! "..."quem diria!"..."não me diga!".)&lt;br /&gt;h) as perguntas podem ser de esclarecimento ("quantos operários foram demitidos?"), de análise ("que motivos a empresa deu para as demissões?"), de ação ("o que o sindicato pretende fazer agora?");&lt;br /&gt;I) Perguntas muito longas podem complicar a vida do repórter se o entrevistador pedir que ele repita;&lt;br /&gt;J) Não se deve misturar várias perguntas ao mesmo tempo ("qual seu nome, idade, trabalho atual e a situação do seu bairro?");&lt;br /&gt;l) Perguntas muito amplas confundem o entrevistado ("como o Sr. vê a situação da humanidade de Adão até nossos dias?");&lt;br /&gt;m) O repórter deve acompanhar com total atenção as respostas do entrevistado;&lt;br /&gt;n) O entrevistado deve ser alertado para o fim da entrevista ("agora uma última pergunta"..."para terminar"...."o Sr. gostaria de acrescentar mais alguma coisa?")&lt;br /&gt;Mário Erbolato relaciona, entre outros já vistos, os seguintes procedimentos na preparação do repórter para a entrevista:&lt;br /&gt;a) Chegue ao local da entrevista na hora combinada, se possível com alguma antecedência;&lt;br /&gt;b) Ajude o entrevistado, se necessário, a expor as suas opiniões. Conduza a entrevista;&lt;br /&gt;c) Não corte as respostas. Espere que cada uma delas termine para formular a próxima pergunta;&lt;br /&gt;d) Faça as perguntas no mesmo nível de quem responde: Às vezes trata-se de pessoa humilde que tem informações sobre determinado fato, mas se ficar amedrontada negará esclarecimentos preciosos para o jornal;&lt;br /&gt;e) Prepare o terreno para cada pergunta. As coisas mais indiscretas podem ser indagadas se o jornalista tiver o cuidado de ir-se conduzindo com habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é a Estrela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento de alguns repórteres de vídeo deixa dúvidas sobre quem deve ser a "estrela" da entrevista. Todos sabem que a "estrela" deve ser sempre o entrevistado, "por mais conhecido e vaidoso que seja o repórter", observa Nilson Lage. Segundo ele, espera-se que o repórter seja discreto, como coadjuvante e, ao mesmo tempo, diretor de cena: "Entrevistados podem ser malcriados ou tentar intimidar o repórter; este não deve irritar-se nem deixar-se intimidar".&lt;br /&gt;A exemplo de outros autores, também Nilson Lage lembra que, durante a entrevista, uma das chaves é saber perguntar em cima da resposta. Outra é manter o comando da conversa impedindo que o entrevistado se desvie do tema. Em algumas situações, quando isto acontece, a melhor estratégia, conforme Lage, é apresentar nova pergunta, mudando o assunto, para retomar posteriormente ao ponto problemático. "Não se deve questionar mais do que o necessário nem insistir em linhas de questionamento que se constatam improdutivas", ensina.&lt;br /&gt;Há muitos casos em que a entrevista precisa ser feita por telefone. Lage observa: "O telefone é um meio muito útil para a apuração de informações, mas suprime algumas condições facilitadoras da entrevista, tais como o ambiente controlado e a presença do outro”.&lt;br /&gt;Outro modo, hoje muito usual, de se entrevistar à distäncia, é via e-mail. Aliás, com a Internet não apenas os jornalistas encontram inúmeras facilidades em seu trabalho, mas os próprios estudantes de jornalismo podem partir para contatos diretos no mercado, colocando em prática as teorias aqui aprendidas sobre a arte de entrevistar, por exemplo. No caso de conversas on-line, o resultado depende, em parte, da destreza do entrevistado na digitação. Muitas pessoas perdem a espontaneidade quando escrevem. E se digitam lentamente, as respostas "tenderão a ser formais, como as que se obtém em um questionário escrito"( Lage 2001).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6609485624395906297?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6609485624395906297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/tecnicas-de-entrevista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6609485624395906297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6609485624395906297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/tecnicas-de-entrevista.html' title='TÉCNICAS DE ENTREVISTAS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8276330401502379501</id><published>2009-09-16T12:47:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:48:32.853-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>"CLIPPING"</title><content type='html'>“CLIPPING”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Clipping” é uma expressão idiomática da língua inglesa, uma "gíria", que define o processo de selecionar &lt;a title="Notícias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Not%C3%ADcias"&gt;notícias&lt;/a&gt; em &lt;a title="Jornais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornais"&gt;jornais&lt;/a&gt;, &lt;a title="Revistas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revistas"&gt;revistas&lt;/a&gt;, &lt;a title="Sites" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sites"&gt;sites&lt;/a&gt; e outros &lt;a title="Meios de comunicação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meios_de_comunica%C3%A7%C3%A3o"&gt;meios de comunicação&lt;/a&gt;, geralmente impressos, para resultar num apanhado de recortes sobre assuntos de total interesse de quem os coleciona.&lt;br /&gt;Variações&lt;br /&gt;“Clipping” também podem ser utilizadas para fins artísticos como na &lt;a title="Colagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colagem"&gt;colagem&lt;/a&gt;. &lt;a title="Picasso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Picasso"&gt;Picasso&lt;/a&gt;'s "Glass and Bottle of Suze" é um bom exemplo de &lt;a title="Colagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colagem"&gt;colagem&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;No &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; o termo “clipping” é muito difundido como forma de pesquisa contratada sobre determinadas notícias, surgindo a variante Clipagem.&lt;br /&gt;Uma variação moderna do termo “clipping” foi feita através da abreviação de “eletronic clipping”, surgindo, assim, o termo “e-clipping”.&lt;br /&gt;&lt;a name="Origem"&gt;&lt;/a&gt;Origem&lt;br /&gt;A origem da palavra “clipping” vem de uma antiga palavra para Corte, do norte da Inglaterra. O termo, na antiguidade, se referia a trabalhos exercidos por camponeses, como a tosquia de ovelhas, colheita, corte de árvores, e muito utilizada em poemas romancistas medievais.&lt;br /&gt;No auge do surgimento da &lt;a title="Jornalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo"&gt;imprensa&lt;/a&gt; o termo “clipping” era utilizado como referência a noticias de jornais, as chamadas “Clipping” de Imprensa.&lt;br /&gt;Atualmente o serviço de clipagem, derivação do termo “clipping”, é realizado por &lt;a title="Assessoria de imprensa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;assessorias de imprensa&lt;/a&gt; para identificar as referências a determinado cliente ou tema de interesse. Na &lt;a title="Internet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet"&gt;internet&lt;/a&gt; é possível encontrar &lt;a title="Sites" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sites"&gt;sites&lt;/a&gt; que realizam clipping de acordo com palavras-chaves determinadas pelo usuário e enviam alertas por “&lt;a title="E-mail" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E-mail"&gt;e-mail&lt;/a&gt;”.&lt;br /&gt;Com o avanço da &lt;a title="Internet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet"&gt;internet&lt;/a&gt; e sua notável contribuição para o desenvolvimento dos &lt;a title="Sistemas de informação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_de_informa%C3%A7%C3%A3o"&gt;sistemas de informação&lt;/a&gt;, o termo “e-clipping” vem ganhando força entre os internautas de todo o mundo. No &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; o temo e-clipping foi o primeiramente utilizado em “&lt;a title="E-book" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E-book"&gt;e-book's&lt;/a&gt;” criados, a partir de recortes de &lt;a title="Notícia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Not%C3%ADcia"&gt;notícias&lt;/a&gt; e informações disponíveis na &lt;a title="Internet" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet"&gt;internet&lt;/a&gt;, por jornalistas na década de noventa. Na época havia a necessidade de se obter um termo que designasse a utilização excessiva dos comandos 'Ctrl+C' e 'Ctrl+V', presentes no principal &lt;a title="Windows" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows"&gt;Sistema Operacional&lt;/a&gt; da época e seu respectivo “&lt;a title="Internet Explorer" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Explorer"&gt;browser&lt;/a&gt;”, dando início à “&lt;a title="Ditadura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ditadura"&gt;ditadura&lt;/a&gt; do Ctrl C + Ctrl V”.&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8276330401502379501?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8276330401502379501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/clipping.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8276330401502379501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8276330401502379501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/clipping.html' title='&quot;CLIPPING&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-327610052134332213</id><published>2009-09-16T12:46:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:47:25.445-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>RELATÓRIOS PARA ACIONISTAS</title><content type='html'>RELATÓRIOS PARA ACIONISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatórios anuais abrem espaço para as companhias dialogarem com seus diversos públicos, por vezes, sem o foco financeiro .&lt;br /&gt;A publicação das demonstrações financeiras e contábeis das companhias de capital aberto, que anualmente fazem parte de edições dos jornais de maior circulação no País no primeiro trimestre de cada ano, é tradicionalmente o momento mais alto da prestação de contas das empresas. De algum tempo para cá, no entanto, funcionam principalmente para atender a uma exigência legal (“Lei das SA’s”), pois mudaram as demandas dos “stakeholders”. Para atendê-las, cresceram de importância os relatórios anuais, onde, além dos números, as companhias prestam contas dos compromissos que assumiram com as boas práticas de Governança Corporativa, estampam o balanço das ações de responsabilidade social e ambiental e traçam suas perspectivas e projetos.&lt;br /&gt;Para abrigar tantos assuntos, os relatórios cresceram de tamanho e ganharam edições sofisticadas para facilitar a leitura a leigos. São confeccionados por consultorias especia&amp;shy;lizadas, seguem padrões internacio&amp;shy;nais e disputam homenagens, chegando a ganhar até Prêmios pela excelência da apresentação, riqueza de fotos; esses Prêmios são oferecidos anualmente pela ABRASCA – Associação  Brasileira das Companhias Abertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A composição do quadro de concorrentes é significativa, por mostrar o grau de adesão também de empresas fechadas. Apesar de não terem obrigação legal de prestar contas ao público, um número razoável delas incluiu o relatório como peça obrigatória no plano de comunicação. “É uma ferramenta importante de relacionamento com “stakeholders” ”, concorda César Fernandes, superintendente de Comunicação da Comgás, empresa de capital fechado que divulga relatório anual desde 1999 e, desde o ano passado, incorporou nele informações de balanço social, utilizando a metodologia proposta pela “GRI - Global Reporting Iniciative” que determina uma abordagem social para o relatório da companhia.&lt;br /&gt;A GRI é uma organização internacional, sediada em Amsterdã, na Holanda, criada em 1997 para fornecer rotinas para os relatórios de sustentabilidade das empresas. Já tem a adesão de mais de mil empresas em todo o mundo. No Brasil, 21 empresas utilizam atualmente os procedimentos propostos, entre elas Bradesco, Banco Itaú, Cemig, Natura, Petrobras e Suzano; outras 19 companhias utilizaram aqueles critérios em edições passadas.&lt;br /&gt;O relatório de sustentabilidade é tratado pela GRI como sinônimo do relatório anual ou do relatório de responsabilidade social corporativa. Tem o objetivo de ajudar a empresa a descrever o desempenho econômico e os impactos ambientais e sociais de sua atuação, registrando os resultados obtidos pela empresa dentro de um determinado período, no contexto dos compromissos, das estratégias e da forma de gestão.&lt;br /&gt;A demanda por relatórios de empresas com informações sobre sua sustentabilidade é cada vez maior entre os investidores institucionais norte-americanos, já que inclui um indicador projetado para traduzir os efeitos dos riscos das mudanças climáticas em riscos financeiros. Essa preocupação também começa a contaminar os governos e instituições públicas européias. A partir de 2010, por exemplo, todas as licitações federais do governo holandês serão limitadas à participação de empresas sustentáveis.&lt;br /&gt;Além dos relatórios, há empresas se comunicam com seus vários públicos por meio de folhetos tradicionais ou catálogos e tablóides, como se fosse uma publicação voltada para o mercado de Tecnologia da Informação e de telecomunicações. Outro recurso é o uso de publicações eletrônicas, também chamadas de “newsletter”, que possui a vantagem da versatilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptação do Artigo de Cláudia Izique  - “COMUNICAÇÃO AMIGÁVEL” – 01.06.2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-327610052134332213?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/327610052134332213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/relatorios-para-acionistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/327610052134332213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/327610052134332213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/relatorios-para-acionistas.html' title='RELATÓRIOS PARA ACIONISTAS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6259837104887051064</id><published>2009-09-16T12:44:00.002-07:00</published><updated>2009-09-16T12:46:10.106-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>"HOUSE ORGAN"</title><content type='html'>“HOUSE ORGAN”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“House organ” é a denominação dada ao veículo (jornal ou revista) de uma empresa ou entidade. Ele geralmente é concebido para divulgar os fatos e as realizações da empresa ou entidade e pode assumir diferentes configurações, dependendo do público a que se destina.&lt;br /&gt;A maioria dos “house organs” tem o público interno como prioritário, mas há casos ( cada vez mais frequentes) em que a empresa ou entidade concebe dois ou mais “house organs” tendo em vista atingir, de maneira adequada (em termos de pauta e linguagem) públicos distintos.&lt;br /&gt;Na verdade, esta é a solução ideal, pois é difícil imaginar que um único veículo possa dar conta de promover a comunicação efetiva com públicos com background cultural e demandas informativas tão diversas, como os chamados trabalhadores do " chão de fábrica", os executivos, os acionistas, os clientes, os fornecedores e assim por diante. A época do “house organ” único, já passou, ainda que as empresas ou entidades, por falta de percepção, continuem optando por esta alternativa.&lt;br /&gt;As tecnologias modernas acrescentaram novas possibilidades aos “house organs”, com a inclusão dos boletins eletrônicos e interativos, disponíveis nas intranets.&lt;br /&gt;Recentemente, tem crescido também a edição de “newsletters”, veículos informativos mais ágeis e que, sobretudo, circunscrevem conteúdos mais elitizados, destinados a públicos especiais, normalmente constituídos de leitores interessados em informações sobre negócios, mercado ou processos de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;http://www.comunicacaoempresarial.com.br/comunicacaoempresarial/conceitos/houseorgan.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6259837104887051064?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6259837104887051064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/house-organ.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6259837104887051064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6259837104887051064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/house-organ.html' title='&quot;HOUSE ORGAN&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-504927546302082185</id><published>2009-09-16T12:44:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T12:44:47.424-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>"GHOST WRITTER"</title><content type='html'>“GHOST WRITER”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ghost-writer” (em &lt;a title="Língua inglesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa"&gt;inglês&lt;/a&gt;: "&lt;a title="Escritor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor"&gt;Escritor&lt;/a&gt;-&lt;a title="Fantasma" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasma"&gt;fantasma&lt;/a&gt;") é como se chama à pessoa que, tendo escrito uma obra ou texto, não recebe os créditos de autoria, ficando estes com aquele que o contrata ou compra o trabalho.&lt;br /&gt;Profissionalização&lt;br /&gt;Algumas editoras disponibilizam o serviço de autoria oculta, como incentivo para a publicação de novas obras, ou noutras o autor se oferece para dar corpo a um livro, quando percebe que há uma boa história.&lt;br /&gt;O trabalho de redação de livros chega a ser oferecido publicamente, junto ao de revisão, voltado ao público que "não tenha tempo" para escrever um livro em que o "ghostwriter” irá ajudar o autor a redigir uma biografia, autobiografia, romances, livros técnicos, etc.”&lt;br /&gt;Casos&lt;br /&gt;Em alguns lugares, como o &lt;a title="Canadá" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1"&gt;Canadá&lt;/a&gt;, o serviço de “ghost-writer” é reconhecido e apoiado por entidades como The Writers' Union of Canada&lt;br /&gt;Nos &lt;a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; há uma variação para os escritores de discursos, chamados ali de “speechwriters” (escritores de discursos, numa livre tradução). Dentre estes um dos mais proeminentes foi &lt;a title="Ted Sorensen (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ted_Sorensen&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Ted Sorensen&lt;/a&gt;, assessor do Presidente Kennedy, e autor da célebre frase do discurso de posse, onde dizia "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país". Recentemente, um jovem de 26 anos tornou-se o “speechwriter” do Presidente Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;a title="George Lucas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Lucas"&gt;George Lucas&lt;/a&gt; serviu-se da redação de Alan Dean Foster para a versão em livro de “&lt;a title="Star Wars" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Star_Wars"&gt;Star Wars&lt;/a&gt;”.&lt;br /&gt;No &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, o &lt;a title="Chalaça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chala%C3%A7a"&gt;Chalaça&lt;/a&gt; foi “ghost-writer” de &lt;a title="D. Pedro I do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D._Pedro_I_do_Brasil"&gt;D. Pedro I&lt;/a&gt;, e a ex-prostituta &lt;a title="Bruna Surfistinha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bruna_Surfistinha"&gt;Bruna Surfistinha&lt;/a&gt; serviu-se da escrita de Jorge Tarquino para a formatação do “&lt;a title="Best-seller" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Best-seller"&gt;best-seller&lt;/a&gt;” -  "O Doce Veneno do Escorpião - O Diário de uma Garota de Programa".&lt;br /&gt;Na política&lt;br /&gt;O uso de escritores-fantasma por &lt;a title="Político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico"&gt;políticos&lt;/a&gt; é comum, na escrita de seus discursos. A frase do ghost-writer do ex-presidente &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;brasileiro&lt;/a&gt; &lt;a title="Juscelino Kubitscheck" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Juscelino_Kubitscheck"&gt;Juscelino Kubitscheck&lt;/a&gt;, Autran Dourado, é famosa no meio: "Eu era apenas a mão que escrevia".&lt;br /&gt;Assessores políticos chegam mesmo a escrever sobre pontos de vista opostos, para adequar os textos aos clientes e seus discursos. É comum, ainda, adequar o texto ao nível de conhecimento e estilo daquele que contrata o escritor fantasma.&lt;a name="Casos_2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outros&lt;br /&gt;A diferença entre o discurso lido e o de improviso pode gerar discrepância no estilo. Esta falha é apontada, por exemplo, nas falas do &lt;a title="Presidente Lula" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_Lula"&gt;Presidente Lula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Conta-se que um político mineiro, sem efetuar uma pré-leitura do texto feito pelo "fantasma", leu a frase "de Minas, quiçá do Brasil" como "Minas, cuíca do Brasil", gerando constrangimento e pilhéria.&lt;br /&gt;A &lt;a title="Winston Churchill" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Winston_Churchill"&gt;Winston Churchill&lt;/a&gt; é atribuída a crítica a seu adversário, &lt;a title="Clement Aplee (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Clement_Aplee&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Clement Aplee&lt;/a&gt;, dizendo dele que "Era um político tão medíocre que escrevia os próprios discursos".&lt;br /&gt;&lt;a name="Quest.C3.A3o_.C3.A9tica"&gt;&lt;/a&gt;A  ética&lt;br /&gt;Caso recente envolveu uma publicação científica e artigo derivado de pesquisa por uma indústria farmacêutica, nos &lt;a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;. A fim de ter seu trabalho publicado, a indústria tentou contratar uma especialista para redigi-lo, ao que esta recusou a oferta; tendo outro profissional efetuado a redação, sua publicação foi recusada por uma revista médica - e no lugar foi publicado um texto da “expert” que recusara o trabalho, condenando a prática. A indústria defendeu-se, argumentando que era comum a prática de uso da autoria oculta, levantando o questionamento dos limites &lt;a title="Ética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica"&gt;éticos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Esta prática de comércio autoral contudo, segundo a pesquisadora Maria Christina Anna Grieger, que apreciou os casos da indústria farmacêutica e de &lt;a title="Monografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monografia"&gt;monografias&lt;/a&gt; feitas por outrem, "é uma realidade que pode interferir negativamente na formação ética, científica e profissional de graduandos e pós-graduandos, bem como na produção científica, falseando dados e informações da literatura."&lt;br /&gt;&lt;a name="Nas_artes"&gt;&lt;/a&gt;No cinema&lt;br /&gt;The Ghost, filme &lt;a title="Reino Unido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido"&gt;britânico&lt;/a&gt; do diretor &lt;a title="Roman Polanski" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roman_Polanski"&gt;Roman Polanski&lt;/a&gt;, programado para estrear em &lt;a title="2010" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2010"&gt;2010&lt;/a&gt;&lt;a title="" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ghost-writer#cite_note-12"&gt;&lt;/a&gt;, conta a história de um “ghost-writer” que, contratado para fazer a auto-biografia do primeiro-ministro, acaba ameaçado de morte.&lt;br /&gt;Budapeste, romance do compositor e escritor &lt;a title="Chico Buarque" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Buarque"&gt;Chico Buarque&lt;/a&gt;, baseia-se na história de um “ghost-writer”. No enredo, a atividade é uma maldição para o profissional.&lt;br /&gt;Outros termos usuais&lt;br /&gt;&lt;a title="Pseudônimo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pseud%C3%B4nimo"&gt;Pseudônimo&lt;/a&gt; - quando o autor adota um nome fictício para assinar a obra.&lt;br /&gt;&lt;a title="Plágio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%A1gio"&gt;Plágio&lt;/a&gt; - quando um autor serve-se ilegalmente das idéias de outrem.&lt;br /&gt;&lt;a title="Revisão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revis%C3%A3o"&gt;Revisão&lt;/a&gt; - quando outra pessoa efetua o trabalho de encontrar erros e imprecisões numa obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;·         Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-504927546302082185?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/504927546302082185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/ghost-writter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/504927546302082185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/504927546302082185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/ghost-writter.html' title='&quot;GHOST WRITTER&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2263870757554432415</id><published>2009-09-16T12:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:43:51.441-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>LEI DE IMPRENSA</title><content type='html'>LEI DE IMPRENSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A antiga Lei 5250/67, conhecida como Lei de Imprensa foi revogada pelo STF – Supremo Tribunal Federal. Ao longo dos anos foi se mostrando obsoleta, oriunda que foi de um período de exceção do Brasil. O que não impediu que até recentemente o STF julgasse várias questões com base na norma extinta. A meu ver, a própria Ementa da Lei era falsa: - “Regula a liberdade de manifestação do pensamento e de informação”. O verbo “regular” significava o oposto: - limitou a informação aos termos aceitos pelos governantes.&lt;br /&gt;            Apesar da sua origem, a Lei acabou sendo um instrumento útil para preservar a atividade jornalística nas mídias impressa e eletrônica, no retorno da democracia, ao assegurar a proteção da privacidade, garantir o direito de resposta, limitar as indenizações decididas pelo Judiciário, e por aí vai.&lt;br /&gt;            Discute-se, presentemente, se é melhor ter uma nova Lei de Imprensa: como fazer para que a razão Jurídica relacione-se com a defesa da liberdade de informação, direito de todos. Isto porque, no meu entendimento, o artigo 1º da Lei 5250/67, apesar de falso, dizia livre “... a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um dos termos da lei, pelos abusos que cometer”. Sem uma norma legal, ficaremos nas mãos do Congresso Federal, nas decisões dos Juízes singulares – de 1º instância – ou do Executivo, que até poderá editar mais uma das tantas Medidas Provisórias, uma forma de “legislar”,  igual à usada no período de exceção (Decretos - Lei).&lt;br /&gt;            O Congresso, como já é do conhecimento de todos, não é nenhum prodígio de eficácia. Poucas soluções ocorreram ao longo dos anos democráticos, salvo se interessando ao Executivo. Nessa inércia, deixam de apreciar outros Projetos de Lei sobre o mesmo tema, como àquele apresentado pelo ex-deputado Vilmar Rocha (PL 3232/1992), já aprovado pelo CCJ –Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em 14/08/1997. Ou seja, pronto para votação em plenário há 12 anos.&lt;br /&gt;            O projeto pode não ser perfeito, mas traz alguns pontos que merecem ser observados, tais como: Rito sumário para o direito de respostas, determinação de que a resposta tenha de ser veiculada no mesmo espaço em que ocorreu a ofensa – mídias eletrônicas e impressas-, obrigatoriedade do serviço de atendimento ao público, identificação dos reais controladores dos veículos de comunicação e conversão das penas de cerceamento da liberdade para os delitos de imprensa em prestação de serviços à comunidade.&lt;br /&gt;            Os excessos de atividade jornalística já estão há muito titulados no Código Penal Brasileiro (de 1940!). São os crimes de injúria, calúnia e difamação. Não há outros decorrentes de eventuais desvios na prática do ofício. E se aplicam não apenas a quem o exerce, mas a todos os cidadãos, igualmente livres para se manifestarem, sem prejuízo das responsabilidades decorrentes desse ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado em artigos de:&lt;br /&gt;·         Sérgio Murilo de Andrade (Fenaj)&lt;br /&gt;·         Cesar Britto (advogado)&lt;br /&gt;·         Walter Ceneviva (Jornalista)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2263870757554432415?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2263870757554432415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/lei-de-imprensa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2263870757554432415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2263870757554432415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/lei-de-imprensa.html' title='LEI DE IMPRENSA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-80306860017795950</id><published>2009-09-16T12:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:42:41.884-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>A LINGUAGEM JORNALÍSTICA NA TV</title><content type='html'>A LINGUAGEM JORNALÍSTICA NA TV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas regras que podem ajudar o telejornalista a praticar o que se conhece como texto coloquial ou o texto casado com a imagem. A mensagem que atingirá as pessoas depende da razão e da emoção do jornalista que a escreve. Deve-se ter em mente, porém, que a imagem viva, em movimento, carrega uma dose muito maior de emoção. As palavras devem, então, servir de suporte a essa imagem, dar apoio, complementá-la. E o chavão que se aplica a fotografia – uma foto vale mais que mil palavras – pode ser usado aqui.&lt;br /&gt;Muitas vezes o rádio está à frente, quando o assunto é jornalismo; ele tem a vantagem do imediatismo da notícia. O crescimento da tecnologia da ao rádio condições para transmitir um fato com muita velocidade e no exato momento em que ele acontece. E mais: - o rádio é o veículo de comunicação mais integrado na vida das pessoas; está no carro, no trabalho, nas ruas, em casa, no ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CONTEÚDO DA COMUNICAÇÃO NA TV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informação visual: A TV mostra e o telespectador vê: ele se informa, recebe a notícia e amplia o seu conhecimento.&lt;br /&gt;Imediatismo: Pequenas emissoras já possuem unidades móveis de jornalismo para reportagens “ao vivo” que são instaladas com velocidade e rapidez. Os satélites mostram fatos do outro lado do mundo.&lt;br /&gt;Alcance: Há que se considerar como será tratada a notícia, já que ela pode ser “vista” e “ouvida” de várias maneiras diferentes. Ela atinge a todos, não distinguindo classe econômica ou social.&lt;br /&gt;Instantaneidade: A mensagem é instantânea, momentânea. Ela é captada de uma só vez, no exato momento em que é emitida, ao contrário do jornal impresso ou revista, que lhe permite “voltar atrás e ver novamente”.&lt;br /&gt;Envolvimento: A TV exerce um fascínio sobre o telespectador; consegue transportá-lo para “dentro” de suas histórias.&lt;br /&gt;Superficialidade: O custo das transmissões, compromissos comerciais, briga pela audiência, impedem o aprofundamento e a análise da notícia no telejornal diário.&lt;br /&gt;Índice de audiência: É a medição do interesse do telespectador, que orienta a programação e cria condições de sustentação comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FORMA DE TRANSMITIR UMA INFORMAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O receptor deve “pegar” a informação de uma vez. Se isso não acontece, o objetivo de quem está escrevendo – e transmitindo a informação – fracassa. O que é diferente? A forma de transmitir a informação.&lt;br /&gt;Seu texto será lido em voz alta por alguém. O receptor tem que entendê-lo de uma só vez. Por que você não lê seu texto também em voz alta antes de entregá-lo? Assim conseguirá descobrir o que está faltando e o que pode ser cortado / mudado eventualmente. Excesso de palavras terminadas em “ão”, como no exemplo: - A seleção já está na concentração em preparação, para o jogo contra o Japão. Veja se não soa melhor: - A seleção já está concentrada e se prepara para o jogo contra o Japão.&lt;br /&gt;Cuidado com os cacófatos! Ex.: O time carioca ganha à partida; O boom da propaganda mundial; Um sueco corajoso venceu.&lt;br /&gt;Frase sem sentido, estilo pobre: - A gasolina americana já está mais barata; Os preços caíram por causa da queda do preço do petróleo. Os preços caíram por causa da queda? Veja se não soa melhor: - A gasolina americana já está mais barata.  É resultado da queda do preço do petróleo.&lt;br /&gt;Outras preciosidades: - A solução só pode ser solucionada...         Os aviões se dirigiram em direção...&lt;br /&gt;Certas palavras quebram o ritmo do texto. E ritmo é fundamental no texto de TV. O ritmo favorece a concentração de quem está assistindo a TV. Use frases curtas, pois elas ajudam a compreensão. Uma só frase com seis linhas de leitura é considerada longa. Longa para leitura do locutor e longa para os ouvidos do telespectador. Pontuação: - Uma pontuação bem colocada indicará as pausas e o tom que o texto deve ser lido. Por melhor que ele seja, o locutor também precisa respirar. Frases intercaladas entre vírgulas podem ser usadas em jornais e revistas, mas não em televisão. Lembre-se que estamos escrevendo para outra pessoa entender. Não estamos escrevendo para nós. Duvide. Corrija. Releia em voz alta. Peça para alguém ler seu texto, ou leia em voz alta para terceiros. É mais uma opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO + IMAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.       Não se faz TV sem imagem, mas a palavra tem lugar garantido; 2. Combinar informação visual com informação auditiva; 3. O papel da palavra é dar apoio a imagem e não competir com ela; 4.Verifique quais são e como são as imagens disponíveis antes de escrever o texto; 5. Não há necessidade de se descrever o que o telespectador já está vendo. Evite redundâncias; 6. Lembre-se da fórmula 3Q+POC; 7. Simplicidade na associação texto / imagem;8. A imagem tem uma narrativa própria e pode transmitir informação e emoção sem palavras;9.Uma imagem forte pode até ser valorizada por recursos de texto;10.Não podemos conceber uma reportagem de TV sem que prevaleça a força da imagem. Pense nisso desde a pauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LINGUAGEM COLOQUIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.       O uso de adjetivos, em princípio, é condenado na busca da concisão. Ao enfeitar a frase, evitá-los; se complementam a informação, eventualmente podem ser utilizados;2.Obedecer às regras gramaticais acima de tudo;3.A gíria deve ser evitada;4.As frases devem ser escritas na ordem direta;5.As palavras, expressões e tempos de verbo, devem ser simplificados;6.Precisão e concisão: duas qualidades fundamentais do texto de TV. Evite redundâncias, adjetivos, palavras com duplo sentido e palavras em excesso. Procure palavras diretas, adequadas ao que se quer dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte e leitura recomendada:  “O texto na TV. Manual de telejornalismo”, de Vera Iris Paternostro. Ed. Campos – 13º tiragem – 1999.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-80306860017795950?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/80306860017795950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/linguagem-jornalistica-na-tv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/80306860017795950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/80306860017795950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/linguagem-jornalistica-na-tv.html' title='A LINGUAGEM JORNALÍSTICA NA TV'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-1368364575281332539</id><published>2009-09-16T12:39:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:40:11.709-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>FALHAS QUE PODEM OCORRER POR MÁ APURAÇÃO JORNALÍSTICA</title><content type='html'>FALHAS QUE PODEM OCORRER POR MÁ APURAÇÃO JORNALÍSTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado com os seus preconceitos;&lt;br /&gt;Ouça os dois lados e use seu juízo de valores ao noticiar;&lt;br /&gt;Cuidado com as palavras de duplo sentido;&lt;br /&gt;Fofocas: - jornalista não publica boatos ou fofocas. Notícia só é notícia se devidamente confirmada;&lt;br /&gt;Antecipação de notícias: - Ex: Um “show” que foi cancelado e você já noticiou uma resenha do “bom/mau show”? ; Erros de grafia: - Luiz ou Luís? Como se escreve a sigla de um serviço? Se não sabe, pergunte;&lt;br /&gt;Interpretações ousadas. Ex: A pena é de... anos;&lt;br /&gt;Fonte que sofre de problemas psíquicos ou neurológicos e inventa histórias;&lt;br /&gt;Fontes mentirosas, ignorantes. Ex: Em junho de 2005, a VASP informou que seus 31 aviões valiam R$ 1,2 bi; A FSP apurou que o valor real era de R$ 179,2 milhões, 85% menor;&lt;br /&gt;A fonte virou sua amiga. É seu dever ensiná-la como deve agir e seja claro que ela não deve contar o que não quer ver publicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Agora é a vez de a apuração passar pelo impacto das novas tecnologias, com a sofisticação da pesquisa e investigação no ciberespaço, explorando “chats”, fóruns de discussão, “e-mails”, “blogs”. Cite-se que o ciberespaço é rico em informações dos quais colaboram, e muito, na vida profissional daquelas pessoas que se utilizam da comunicação. Em uma época de quantidade de informações disponíveis sem precedentes, os profissionais nas redações de organizações jornalísticas exercem, com o advento das redes, a função de agregar e reformular a informação recolhida através de muitas fontes. Desta forma, a apuração jornalística tem extrapolado os antigos preceitos que trabalhavam com uma checagem simples da informação, sem uma criteriosa pesquisa em banco de dados, por exemplo, para dar lugar a pesquisas de caráter investigativo e cada vez mais rigorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:-1-Portella, Juvenal – “Curso de Comunicação” – 1976 – 1ª.ed. –Edit. Lidador – RJ.&lt;br /&gt; 2 – Virissimo, Vivian de A.- “Jornalismo investigativo na Internet” –UFSC – 15.04.2009&lt;br /&gt;3-“Blog” do Artur Araujo – 15.04.2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-1368364575281332539?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/1368364575281332539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/falhas-que-podem-ocorrer-por-ma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1368364575281332539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1368364575281332539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/falhas-que-podem-ocorrer-por-ma.html' title='FALHAS QUE PODEM OCORRER POR MÁ APURAÇÃO JORNALÍSTICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2817480599427361502</id><published>2009-09-16T12:34:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:38:55.105-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>APURAÇÃO E PESQUISA JORNALÍSTICA</title><content type='html'>APURAÇÃO E PESQUISA JORNALÍSTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;“A melhor notícia nem sempre é a que se dá primeiro, mas muitas vezes a que se dá melhor”.&lt;br /&gt;(Gabriel Garcia Márquez)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa definição simplista, a apuração consiste em se colher todos os dados possíveis do acontecimento, a fim de se dar uma visão mais completa do fato. Na impossibilidade de conseguir muitos dados, tem-se a obrigação de, pelo menos, levantar aqueles que formarão o “lead”, que é a parte mais importante da notícia.&lt;br /&gt;Há dois meios de apuração: Direta e Indireta. A primeira é aquela pela qual chegamos à notícia, através das fontes imediatamente responsáveis por ela, isto é, sabemos onde está a fonte. Ex.: Uma coletiva do presidente do Banco Central, um pronunciamento do Diretor da ANVISA sobre o aumento de febre amarela no país, e outros. Vias indiretas são aquelas que nos obrigam a utilizar recursos especiais para se chegar a notícia. Aí entra a criatividade de cada um; há que se valer de estratégias para confirmar ou ampliar uma informação. Colocado entre a necessidade de apurar um dado e o impedimento criado pela fonte natural, tem que encontrar uma saída que lhe seja favorável. Astúcia e boa capacidade de improviso são bem vindas.&lt;br /&gt;Muitas vezes a urgência em “fechar a edição” faz com que tenhamos de apurar determinados dados pelo fone ou e-mail; no meu entender, nada substitui a presença do jornalista no local do acontecimento. O contato pessoal com o cenário é muito mais rendoso. Permite um estudo do entrevistado, suas reações, seu jeito de responder, seus tiques nervosos, suas mãos, enfim, tudo aquilo que poderá enriquecer a notícia. E é um bom caminho para se ganhar a confiança da fonte.&lt;br /&gt;Temos a obrigação de verificar o que estamos dizendo. O ERRO é uma falha de apuração, de checagem ou ainda de expressão do jornalista. Se algum fato não pode ou não convém ser divulgado, a omissão em alguns casos é aceitável, mas a mentira não. Na profissão ela é inconcebível, pois pressupõe a falta de ética e implica em graves sanções, inclusive jurídicas.&lt;br /&gt;Pode ocorrer que certas instituições, em algumas circunstâncias, venham a falsear dados, assim como determinados entrevistados, via de regra, políticos, delinqüentes inventem histórias. É difícil nesses casos, evitar totalmente o engodo, mas um bom conhecimento dos fatos ajuda a tornar essa possibilidade mais remota. (Ex: EUA X Armas de destruição no Iraque, Ditaduras X Direitos Humanos, Escola de Base – SP 1994 X Abuso Sexual de Crianças;o então diretor de redação do jornal “Diário de SP” vetou o noticiário, pois achou a investigação do delegado inconsistente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:-1-Portella, Juvenal – “Curso de Comunicação” – 1976 – 1ª.ed. –Edit. Lidador – RJ.&lt;br /&gt;2 – Virissimo, Vivian de A.- “Jornalismo investigativo na Internet” –UFSC – 15.04.2009&lt;br /&gt;3-“Blog” do Artur Araujo – 15.04.2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2817480599427361502?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2817480599427361502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/apuracao-e-pesquisa-jornalistica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2817480599427361502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2817480599427361502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/apuracao-e-pesquisa-jornalistica.html' title='APURAÇÃO E PESQUISA JORNALÍSTICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4059710969674640442</id><published>2009-09-16T11:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T11:49:07.249-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>ATENDIMENTO A CLIENTES</title><content type='html'>XXIV. ATENDIMENTO A CLIENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias de hoje o mercado é bastante competitivo e as empresas precisam ser muito criativas para ter a preferência dos clientes. Um dos aspectos mais importantes, principalmente nas empresas que atuam no varejo, é a questão do atendimento a clientes.&lt;br /&gt;Portanto, este trabalho tem o objetivo de apresentar conceitos sobre atendimento a clientes no varejo, procurando esclarecer o leitor sobre detalhes que fazem a diferença e muitas vezes podem vezes significar o sucesso ou o fracasso do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância do atendimento a clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente vamos entender por que atender bem os clientes é tão importante.&lt;br /&gt;Quando um cliente sai de casa para comprar algo, espera receber o melhor pelo dinheiro que irá gastar. Isso significa que estará analisando o mercado com bastante atenção, procurando identificar e escolher a empresa que oferecer as melhores condições para a realização do negócio.&lt;br /&gt;Para ilustrar esse processo, vamos acompanhar dona Francisca na compra de um livro.&lt;br /&gt;Ela sai de casa de carro em direção ao centro da cidade, procurando uma livraria. Passa na frente de várias, mas por causa do horário não consegue estacionar seu veiculo. Um pouco nervosa, desiste daquela região e vai até outra mais distante, pois sabe que lá não terá problemas, de estacionamento.&lt;br /&gt;Após parar seu carro, entra na loja e percebe um agradável ambiente, composto por uma decoração leve, iluminação,  climatização e, principalmente, o sorriso de atenção de um atendente chamado Daniel, que, vindo em sua direção, se coloca à disposição para auxiliá-la.&lt;br /&gt;Apaixonada por livros, dona Francisca faz várias perguntas sobre um determinado autor, e o atendente, demonstrando pleno conhecimento dos produtos, explica com detalhes os aspectos das obras disponíveis daquele autor. Durante a conversa, procura compreender algumas características da cliente. Itens simples como, por exemplo, outros autores pelos quais dona Francisca se interessa, por que ela gosta daquelas obras, quando normalmente lê os livros e outras questões relacionadas ao assunto.&lt;br /&gt;O que Daniel está fazendo é escutando o cliente, para aprender sobre suas necessidades.&lt;br /&gt;Dessa forma, poderá comunicar-se melhor com dona Francisca, ampliar suas sugestões e efetivamente garantir que o produto atenda às suas necessidades.&lt;br /&gt;Muito contente com as explicações, dona Francisca não só fica com o livro que a motivou ir às compras como também com um outro titulo que despertou sua atenção durante a conversa com o atendente.&lt;br /&gt;Em seguida, dirigindo-se ao caixa para efetuar o pagamento, Daniel a acompanha e apresenta a ela a possibilidade de associar-se ao clube de leitores da livraria. Como sócia ela terá vários benefícios, receberá informações sobre lançamentos e poderá participar de eventos e promoções da loja.&lt;br /&gt;Dona Francisca se interessa pela proposta e preenche uma ficha de inscrição do clube. Nessa ficha, insere várias informações, como, por exemplo, quem são as pessoas de sua família, faixas etárias, hábitos, interesses, hobbies, etc. Após o preenchimento, feito em uma mesinha especialmente destinada para esse fim, ela vai ao caixa e percebe que a livraria oferece várias opções de pagamento: cartões de crédito, cheque e também dinheiro. Realizado o pagamento, a cliente é acompanhada pelo atendente até a saída, que agradece sua visita e se despede.&lt;br /&gt;Durante o trajeto de volta para casa, ela pensa no excelente negócio que fez, apesar de ter tido que andar um pouco mais. "Puxa vida, encontrei o que eu precisava, fui muito bem atendida e agora estou participando de um clube de leitores! Além disso pude pagar da melhor maneira. Nossa! Nem pensei em pedir aquele descontinho como normalmente faço em todas as lojas. Mas isso não importa, estou contente e fiz um bom negócio...”, pensou dona Francisca, já imaginando os momentos de leitura de seu autor preferido.&lt;br /&gt;À noite, em uma festa de aniversário, ela comentou com vários amigos sobre a livraria, criando uma imagem positiva da empresa e com certeza influenciando na decisão futura de compra de outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando a excelência de um atendimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos agora destacar alguns pontos importantes sobre atendimento a clientes que essa loja realizou. Tudo começou muito antes da compra de dona Francisca, quando sua localização foi definida a partir da compreensão do perfil dos clientes que seriam atendidos.&lt;br /&gt;Como havia grande possibilidade de eles terem carros, optou-se por um local um pouco mais distante, mas com fácil estacionamento. Sabia-se também que o cliente de uma livraria aprecia um ambiente propício para a escolha dos livros e, dessa maneira, foi criado um local bem decorado e agradável, com a sinalização necessária. O empresário também sabia que os clientes têm vários tipos de personalidade e treinou a equipe de atendimento para proceder de acordo com essas variações. Um cliente comunicativo significava que o atendente poderia buscar uma aproximação dialogada com maior intensidade. Já no caso de um cliente introspectivo o atendente simplesmente se colocaria à disposição para orientações caso solicitado.&lt;br /&gt;Além disso, em vários momentos do dia-a-dia, o próprio empresário procura estar na loja em contato com sua equipe e com os clientes, percebendo virtudes e necessidades de melhoria em vários aspectos do negócio. As questões percebidas são tratadas em reuniões semanais.&lt;br /&gt;Tudo isso porque o empresário dessa livraria tem a consciência de que um atendimento de excelência geralmente tem início nos exemplos, na atenção e nas atitudes das pessoas que dirigem a empresa, especialmente no que diz respeito à criação de um ambiente interno motivador e de satisfação.&lt;br /&gt;Assim, no caso de dona Francisca, o atendente percebeu de imediato algumas de suas características de interesse e de seu perfil e assim pôde aproximar-se e conversar um pouco sobre seu autor preferido. Note que para fazer isso o próprio atendente precisou conhecer anteriormente os produtos da livraria, para prestar um excelente serviço de informações. Sua afinidade com livros foi identificada no processo de seleção, e essa foi uma das principais razões de ter sido contratado. Perceba como essa seqüência de fatores contribuiu para a excelência no atendimento de dona Francisca. Esse efeito de encantamento foi imediatamente transformado em satisfação e em negócios, pois a cliente acabou comprando dois livros.&lt;br /&gt;Mas a coisa não pára por aí. A empresa, ciente da importância de conhecer cada vez mais as necessidades dos clientes, criou um dispositivo chamado clube de leitores e convidou dona Francisca para participar. Quando ela preencheu ficha de inscrição, estava transferindo preciosas informações para a empresa, que as utilizará para fazer relacionamento e assim tornar-se a referência entre as livrarias da cidade. Ou seja, sempre que precisarem de uma livraria, clientes satisfeitos estarão associando imediatamente sua necessidade com a imagem da empresa. E, o que é melhor, comentando com outras pessoas.&lt;br /&gt;Portanto, dona Francisca irá receber notícias da livraria através de mala direta e também informações via internet ou por telefone, podendo participar de campanhas promocionais e recebendo incentivos para novas compras. Imagine quantos negócios essa empresa poderá fazer nos próximos dez anos somente com a família dessa cliente.&lt;br /&gt;Completando o processo de atendimento, a empresa ofereceu várias formas de pagamento a dona Francisca. Podemos dizer que essa livraria está atuando de uma forma muito competente na sua relação com o cliente, pois, de várias maneiras, ela procura entender as necessidades dele, direcionando seus processos para oferecer soluções. Tudo isso de um jeito agradavelmente interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos essenciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada empresa tem suas características específicas e, com certeza, seus processos de atendimento irão refletir essas diferenças. No entanto, existem alguns aspectos essenciais que, mesmo sendo tratado de maneiras diferentes, devem ser compreendidos e colocado prática da forma mais adequada ao negócio. São eles:  a compreensão das necessidades dos clientes, a comunicação durante o atendimento, a percepção, a empatia e o treinamento. Vamos agora detalhar cada um desses aspectos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compreensão das necessidades dos clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreender o cliente significa entender suas necessidades e as formas como ele se relaciona com o mundo.&lt;br /&gt;Para isso, as empresas devem obter informações preciosas de diversos tipos, como vontades, hábitos, possibilidades e, principalmente, expectativas do cliente em relação ao produto/serviço oferecido. Essas informações podem ser conseguidas de diversas maneiras: através de pesquisas formais, do contato diário, de literatura e também de informações disponíveis em entidades relacionadas ao setor, como associações, sindicatos etc., assim como na internet.&lt;br /&gt;Dessa maneira, conhecer o cliente é a base de tudo, pois é a partir desse conhecimento que a percepção de oportunidade se consolida e estratégias do negócio podem ser desenvolvidas. Ou seja, essas informações são tão importantes que influenciam a escolha de fornecedores, os tipos e as quantidades de produtos e serviços oferecidos, os canais de comunicação com o mercado, a formação do preço, as instalações da loja e muitos outros fatores.&lt;br /&gt;Portanto, esta deve ser uma atividade incessante da empresa, envolvendo todos os empregados, especialmente a equipe de vendas. Mas não basta somente obter informações, é preciso refletir sobre elas para tomar decisões conscientes e coerentes com os aspectos percebidos.&lt;br /&gt;Muitos exemplos podem ser citados, como o caso de uma lanchonete localizada próxima de várias empresas que não aceitava os chamados vales-alimentação, a principal moeda utilizada pelas pessoas que trabalhavam na região e que procuravam um local para almoçar. O resultado dessa política foi a perda de clientes, que somente retornaram após a mudança na forma de pagamento. Mas essa mudança só ocorreu vários meses depois, o que acarretou um período de prejuízos que poderia ter sido evitado.&lt;br /&gt;Já um exemplo a ser seguido é o de um empresário que todos os dias ligava para quatro pessoas: um cliente atual, um ex-cliente, um potencial cliente e um fornecedor. Assim, ao final de um ano, teve contato direto com centenas de pessoas ligadas diretamente ao seu negócio, entendendo necessidades e identificando eventuais oportunidades e problemas. Dessa forma pôde tomar decisões com maior chance de acertos.&lt;br /&gt;Assim, se você está pensando em abrir um negócio ou já tem uma empresa estabelecida, deve procurar caminhos para compreender cada vez mais os seus clientes. Lembre-se que os desejos deles mudam muito rapidamente, o que faz com que essa atividade seja constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação no atendimento a clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação é um processo inerente ao ser humano. É através dela que o indivíduo ou grupo interage com outros indivíduos ou grupos, recebendo suas impressões sobre o que foi comunicado. É algo como um professor perguntar para sua sala se a matéria que acabou de ensinar foi compreendida.&lt;br /&gt;Portanto, o processo de comunicação é composto de quatro elementos: emissor, receptor, mensagem e retorno, também conhecido como feed-back. Além disso, o processo de comunicação realiza-se por vários meios, principalmente através da fala, da escrita e da expressão corporal. Através desses meios os seres humanos interagem com o mundo.&lt;br /&gt;É importante perceber que os meios de comunicação influenciam uns aos outros. Assim, não basta simplesmente a comunicação verbal ocorrer, pois outros meios podem fazer com que a mensagem seja compreendida de forma diferente daquela que se deseja transmitir.&lt;br /&gt;Você pode fazer um teste simples: experimente dizer a palavra sim e ao mesmo tempo balançar a cabeça para a esquerda e para a direita. Se você estiver se comunicando como neste exercício, a pessoa receptora ficará em dúvida a respeito do que você está querendo transmitir. Ela não irá saber se a mensagem significa sim ou não.&lt;br /&gt;É também bastante conhecida aquela frase de um vendedor de geléias que, ao abordar seus clientes dizia, "Senhor, não quer nada hoje, não?". Se observarmos a frase detalhadamente, iremos notar que existem três palavras negativas: a palavra "não", citada duas vezes, e a palavra "nada". Dessa forma, as palavras utilizadas na frase são contrárias à intenção da mensagem, o que facilita ao cliente a resposta "não, realmente não quero".&lt;br /&gt;Dessa forma, para que o processo de comunicação ocorra de forma perfeita, é preciso completa integração entre os vários meios de comunicação. Uma equipe de vendas deve saber muito bem esses princípios, no sentido de adotar os melhores meios para cada situação e assim poder se comunicar bem com seus clientes.&lt;br /&gt;Outro fator importante é a maneira como o ser humano se apresenta ao mundo. Assim, uma impecável apresentação, traduzida pela utilização de uniformes, crachás, cabelos penteados e barba aparada para os homens e maquiagem para mulheres, também influencia o processo de comunicação.&lt;br /&gt;Portanto, comunicação é um assunto a ser tratado freqüentemente com a equipe de vendas e também com todos os empregados, ressaltando sempre que um bom negócio começa com uma boa comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção e a empatia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros dois aspectos muito importantes na questão do atendimento ao cliente são a percepção e a empatia. De forma bastante simples podemos dizer que a percepção é a maneira como avaliamos uma pessoa, e a maneira adequada de tratar os clientes é deixar de lado as impressões pessoais e os preconceitos.&lt;br /&gt;Caso isso não ocorra, é provável que uma pessoa seja julgada pela maneira como está vestida e assim caracterizada pelo atendente que a julgou, que decide que ela não é cliente para os produtos da loja. Com certeza esse julgamento inicial irá influenciar na comunicação que será realizada, muitas vezes prejudicando um excelente negócio.&lt;br /&gt;Já a empatia é a capacidade de colocar-se no lugar da outra pessoa e de ver o mundo sob seu ponto de vista. Ao colocar-se nessa posição, passa a ser possível identificar vários fatores que podem ser considerados na realização de uma negociação positiva.&lt;br /&gt;Outro aspecto importante nessa questão da empatia é a capacidade de escutar. Escutar significa prestar atenção ao que o outro diz, e não simplesmente ouvir. Se um atendente de uma loja não escuta o que o cliente diz, como poderá então captar as informações necessárias ao atendimento de suas necessidades? Esse fator é fundamental, principalmente nos atendimentos feitos pelo telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa só se torna excelente profissional de vendas se conseguir combinar experiência e capacitação. Dessa maneira, é preciso debater a questão “atendimento” com muita freqüência, pois muitas vezes, mesmo inconscientemente, nos acostumamos com procedimentos que não são os mais adequados para tender aos clientes.&lt;br /&gt;Falhas não podem ocorrer. Pode até ser o décimo cliente do dia ara um atendente, mas para o cliente é a primeira experiência na loja e ela tem que ser perfeita. Isso significa preparo em vários fatores.&lt;br /&gt;Assim, o treinamento para atendimento a clientes deve abordar aspectos de comunicação e também de produtos e serviços. Se a loja apresenta uma variedade de produtos que mudam com o passar do ano, como, por exemplo, uma loja de confecções, sempre que um novo produto estiver sendo incorporado ao estoque, essa informação deverá ser passada para toda a equipe de vendas. Isso pode ser realizado de forma oral ou por escrito, mas tem que ser feito. É inconcebível que nos dias competitivos de hoje alguém tente vender algo sem conhecer o que está comercializando. Pode parecer óbvio, mas essa é uma dificuldade presente em muitas empresas.&lt;br /&gt;O importante é prestar ao cliente todas as informações necessárias para que a sua decisão de compra seja feita de forma consciente. Além de conhecer os produtos e serviços oferecidos, a equipe de vendas deve inteirar-se também das promoções existentes, das formas de divulgação adotadas pela empresa e das opções de negociação, sempre no sentido de oferecer o melhor negócio ao cliente que está sendo atendido naquele momento.&lt;br /&gt;            Lembre-se que o profissional de vendas contemporâneo não é um tirador de pedidos, não é alguém que está ali somente para pegar o produto na prateleira, mas sim uma pessoa importantíssima para auxiliar o cliente em sua decisão de compra e contribuir para sua satisfação.&lt;br /&gt;            Mas para que isso ocorra a empresa deve também desenvolver maneiras de estimular e motivar seus empregados. Assim, fatores como remuneração, premiação, incentivos, benefícios, reconhecimento e um ambiente de satisfação devem ser tratados com muita atenção e zelo, pois contribuem muito para o desempenho de todos, especialmente daqueles que têm contato com os clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados no atendimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como notamos durante a leitura deste trabalho, o atendimento a clientes é fundamental para o sucesso de uma empresa. Podemos então listar algumas perguntas que devem receber a atenção dos dirigentes e também dos empregados, especialmente a equipe de vendas, para que o atendimento supere as expectativas dos clientes e seja excelente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· As necessidades e os desejos dos clientes são claros para os integrantes da empresa?&lt;br /&gt;· Quais são os processos de comunicação da loja com o cliente que permitem a compreensão desses desejos e necessidades? Com que freqüência são realizados?&lt;br /&gt;· Os produtos e serviços oferecidos, bem como a estrutura da loja e as formas de pagamento, estão adequados aos clientes?&lt;br /&gt;· A equipe de vendas conhece os produtos, serviços, promoções e propagandas em detalhes? E os outros empregados?&lt;br /&gt;· A equipe de vendas recebe treinamento constante sobre novos produtos e serviços e técnicas de atendimento?&lt;br /&gt;· Os empregados da empresa trocam informações entre si no sentido de melhorar cada vez mais o atendimento aos clientes?&lt;br /&gt;· Os empregados estão satisfeitos em trabalhar na empresa?&lt;br /&gt;· Existem procedimentos e atitudes que estimulam os empregados a ser excelentes (benefícios, incentivos, reconhecimento, remuneração etc.)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas e outras questões devem ser objeto de freqüentes debates e aprendizado. As respostas a elas, obtidas pelo talento das pessoas segundo as características de cada negócio, significam passos decisivos para o aumento da competitividade empresarial, ampliando consideravelmente as chances de sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREEMANTLE, David. Incrível atendimento ao cliente. São Paulo: Makron&lt;br /&gt; Books,1994.&lt;br /&gt;RICHARD, F Gerson. A excelência no atendimento a clientes: mantendo seus clientes por toda a vida. Rio de Janeiro, Qualitymark Editora,1 ed.,1999.&lt;br /&gt;SCHAAF, Dick. A nova estratégia do marketing: atendimento ao cliente. São Paulo: Harbra Editora,1991.&lt;br /&gt;SEBRAE-SP Qualidade no atendimento: a grande diferença.&lt;br /&gt;·         SCOMBATI, Helena Aparecida; MELLO, Maria Alice Silva Homem&lt;br /&gt; de, elab. São Paulo,1998.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4059710969674640442?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4059710969674640442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/atendimento-clientes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4059710969674640442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4059710969674640442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/atendimento-clientes.html' title='ATENDIMENTO A CLIENTES'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-806468331159935332</id><published>2009-09-16T11:35:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T11:58:01.819-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>MEDIDAS PARA RECUPERAR A REPUTAÇÃO</title><content type='html'>MEDIDAS PARA RECUPERAR A REPUTAÇÃO (PESQUISA FEITA COM 950 EXECUTIVOS - EM %)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;AÇÕES &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;TOTAL&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;AMÉRICA&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;EUROPA &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ÁSIA/PACÍFICO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anunciar ações específicas para resolver o problema&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;76&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;73&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;78&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sistema de detecção precoce&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;76&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;83 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;69&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;82&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Metas e políticas específicas de governança corporativa&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;73&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;75&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;69&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;74&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aprovação prévia de todas as declarações pela equipe jurídica&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;72&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;74&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;68 &lt;/span&gt;76&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emissão de relatórios públicos sobre o tratamento do problema&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;71&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;78&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;69 &lt;/span&gt;70&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgação pública e rápida do problema&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;70&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;71 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;73&lt;/span&gt; 72&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinar se é problema no setor ou limitado a empresa, antes de agir&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;67&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;60 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;68 &lt;/span&gt;62&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedido de desculpas em público&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;59&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;57 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;57&lt;/span&gt; 64&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcançar metas trimestrais de rendimento&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;57&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;50&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;59 &lt;/span&gt;47&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criar cargo sênior para gerenciar a reputação da empresa&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;47 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;45&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;50 &lt;/span&gt;42&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evitar quaisquer comunicações públicas até conhecer todos os fatos&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;45&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;46&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt; 39&lt;/span&gt; 46&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responder aos blogs que têm fatos errados&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;39&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;31&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;40 &lt;/span&gt;41&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reestruturar ou eliminar membros do conselho&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;26&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;14&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;27&lt;/span&gt; 21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter o diretor geral afastado da mídia&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;20&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;16&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;21&lt;/span&gt; 17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pesquisa Safeguarding Reputation ™ da Weber Shandwick, realizada com a KRC Reseaarch em 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Nota: O Brasil foi o único país da América Latina que participou da pesquisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Apesar das diferenças de culturas e estilos, os executivos de vários continentes, têm uma mesma visão sobre a recuperação da reputação da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-806468331159935332?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/806468331159935332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/medidas-para-recuperar-reputacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/806468331159935332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/806468331159935332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/medidas-para-recuperar-reputacao.html' title='MEDIDAS PARA RECUPERAR A REPUTAÇÃO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3452104936051257688</id><published>2009-09-16T11:34:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T11:35:11.640-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O PESO DA IMAGEM NA COMUNICAÇÃO</title><content type='html'>XXIII - O peso da imagem na comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Bellino*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita coisa tem sido dita a respeito da importância da imagem. Não faltam empresas e profissionais especializados em construção de imagem – e há até quem diga que inúmeros candidatos a cargos públicos devem a esses profissionais boa parte de seus votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia é norma aceitar sem contestação a afirmação de que uma boa imagem é tudo. Pode até não ser tudo, mas é fundamental. Pesquisei a fundo o assunto quando me preparava para escrever meu livro Três minutos para o sucesso, que em breve será lançado nos Estados Unidos pela editora McGraw Hill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria saber que peso a imagem que você projeta tem no momento em que você encontra pela primeira vez aquela pessoa que poderá comprar sua idéia, investir em seu negócio ou lhe dar um emprego. Minhas pesquisas me levaram a um estudo interessantíssimo, conduzido pelo dr. Albert Mehrabian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pioneiro no estudo da linguagem corporal, tema ao qual se dedica há mais de 40 anos. Mehrabian é Ph.D em psicologia e professor emérito da Universidade da Califórnia. Ele classificou os elementos que interagem quando uma mensagem é transmitida durante uma conversa frente a frente e, com base em suas pesquisas, atribuiu a cada um deles uma porcentagem relativa à sua importância na transmissão da mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A classificação deu origem ao que ele chama de fórmula dos três Vs: os elementos verbais (palavras) são responsáveis por 7% da eficácia da transmissão de uma mensagem; os elementos vocais (tom de voz, inflexão, timbre, ritmo, pausas, cadência, interjeições etc.) respondem por 38%; e os elementos visuais (aspectos não-verbais como imagem e expressão corporal) são responsáveis por nada menos que 55% da eficácia de uma mensagem transmitida durante uma conversa frente a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais surpreendente que possa parecer, os elementos não-verbais são responsáveis por mais da metade das chances de sucesso de uma comunicação verbal, afirma o pesquisador. Até mesmo o tom com que uma palavra é dita exerce sobre o ouvinte um efeito maior do que o próprio significado da palavra. Ou seja, o importante não é apenas o conteúdo, mas a forma pela qual esse conteúdo é apresentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mensagem sem grande importância, transmitida por alguém com entusiasmo, é recebida com muito mais interesse do que uma brilhante, transmitida por pessoa apática. Exemplo clássico é a pesquisa feita logo após a transmissão do debate de 1960 entre Richard Nixon e John F. Kennedy, candidatos à presidência dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os pesquisadores perguntaram às pessoas que haviam acompanhado o debate pelo rádio qual dos dois tinha vencido, a grande maioria dos entrevistados deu a vitória a Nixon. Porém, quando a mesma pesquisa foi feita com o público que assistiu ao debate pela televisão, o resultado foi uma esmagadora vitória de Kennedy - que acabou, de fato, ganhando a eleição. Não é difícil entender o que aconteceu: Kennedy projetava uma imagem muito mais poderosa do que Nixon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo célebre, que entrou para o anedotário de Hollywood, tem como protagonista o lendário produtor cinematográfico Sam Goldwyn, um dos fundadores da companhia MGM. Certa vez, Goldwyn reuniu-se com um roteirista a fim de ouvir suas idéias sobre um novo filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteirista, porém, expressava-se de uma forma tão enfadonha que o próprio Goldwyn caiu no sono bem no meio da reunião. Ofendido, o homem acordou-o e disse: "Eu estou lhe pedindo sua opinião sobre a minha idéia e o senhor pega no sono?" Ao que Goldwyn, então, replicou: "E dormir não é uma opinião?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ricardo Bellino - Sócio-fundador e dealmaker da Trump Realty Brazil e fundador do Inemp, o Instituto do Empreendedor, e da Bellino's Unlimited. Palestrante, autor de livros, apresenta o programa "PodSucesso por Ricardo Bellino".&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.podsucesso.com.br/"&gt;www.podsucesso.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3452104936051257688?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3452104936051257688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-peso-da-imagem-na-comunicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3452104936051257688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3452104936051257688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-peso-da-imagem-na-comunicacao.html' title='O PESO DA IMAGEM NA COMUNICAÇÃO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8328278665293427607</id><published>2009-09-16T11:33:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T11:34:07.523-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>A EMPRESA ARROGANTE</title><content type='html'>XXII - A EMPRESA ARROGANTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prof. Luiz Marins, antropólogo, abordando o tema, inicia sua ponderação com um exemplo. Confira abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cliente do restaurante de luxo diz ao garçom:&lt;br /&gt;“O senhor pode me trazer um pouco de óleo para a minha salada?” O garçom, com um olhar arrogante, responde: “Não temos óleo para salada. Temos azeite, serve?” Quando ouvi isso, me perguntei: será que o garçom não sabia que o cliente estava mesmo querendo azeite e apenas disse “óleo”, como se chamava antigamente: “óleo de oliva” ou “óleo para salada”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores perigos de uma empresa é a arrogância, que pode ser vista e sentida de várias formas. Uma das mais comuns é no atendimento a clientes. As pessoas tornam-se arrogantes. É uma grande tarefa dos líderes impedir que isso aconteça. Nem sempre é fácil. Quando uma empresa é famosa, tem uma marca muito conhecida ou trabalha com produtos mais sofisticados, os colaboradores têm tendência a ficar arrogantes.&lt;br /&gt;Há empresas que parecem pensar que comprar delas é um privilégio que poucos merecem e que os clientes precisam mais dela do que ela de clientes. Assim, não é incomum ver recepcionistas de hotéis de luxo tornarem-se arrogantes. Garçons de restaurantes famosos tornarem-se arrogantes. Balconistas de lojas de roupas de grifes famosas tornarem-se arrogantes. Por quê? Será que a marca com que trabalham lhes sobe à cabeça? Será que essas pessoas ficam contagiadas pela eventual arrogância de seus clientes ricos e famosos? Por que será que as pessoas que trabalham nessas empresas perderam a sensibilidade e a humildade, muitas vezes esquecendo sua própria origem, quase sempre, simples?&lt;br /&gt;A verdade é que ninguém mais está suportando a arrogância. Como sempre afirmo, temos hoje muitos concorrentes, com qualidade semelhante à nossa e preços iguais. Se tivermos uma postura arrogante, o mercado simplesmente nos trocará por concorrentes mais sensíveis e humildes, que valorizem o cliente. Cuide para que sua empresa não se torne arrogante, antes que seja tarde demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8328278665293427607?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8328278665293427607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/empresa-arrogante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8328278665293427607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8328278665293427607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/empresa-arrogante.html' title='A EMPRESA ARROGANTE'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-772477426095294296</id><published>2009-09-16T11:32:00.002-07:00</published><updated>2009-09-16T11:33:32.125-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O CONSUMO DE LUXO NO BRASIL</title><content type='html'>XXI - O CONSUMO DE LUXO NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtos globalizados levam o País a ter consumo semelhante ao do primeiro mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O mercado brasileiro do luxo movimenta cerca de US$ 1 bilhão por ano. Mas até hoje pouco se sabia sobre o que consumidores e profissionais pensam. Em 2003, realizei a primeira pesquisa acadêmica sobre o assunto. Entrevistei 26 pessoas, entre consumidores, profissionais das grandes grifes internacionais e jornalistas que acompanham o mercado. Acompanhei de perto o movimento nas lojas mais sofisticadas de São Paulo e consultei diversas publicações voltadas ao mesmo público-alvo.&lt;br /&gt;Restringi o foco a duas categorias de produto, aquelas responsáveis pelo crescimento do mercado brasileiro: vestuário e joalheria. A pesquisa demonstrou que o consumo de bens de luxo no Brasil apresenta as seguintes características principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É orientado pela qualidade dos produtos. Há grande valorização das características tangíveis do produto, como design, matéria-prima, durabilidade, conforto. São atributos que ajudam a conferir um aspecto mais racional à compra.&lt;br /&gt;É fortemente orientado pelos cuidados com a aparência. Há grande valorização da imagem transmitida. Buscam-se produtos de luxo na expectativa de aprimorar o visual.&lt;br /&gt;Há um importante componente hedônico envolvido. Da compra até o uso do artigo, a experiência é sensorial, repleta de fantasia, da qual a pessoa extrai grande prazer. Além disso, o processo de compra é considerado prazeroso e o produto funciona como uma recompensa, um tipo de presente.&lt;br /&gt;Os consumidores criticam a moda. Negam adquirir algo somente por esta em voga. Preferem adquirir peças que vestem bem, independentemente das tendências.&lt;br /&gt;Ao comprar uma peça de grife, por exemplo, o consumidor busca distinção. Não se trata de sentir-se diferente apenas por estar usando algo luxuoso. A questão é a maneira como o produto é adquirido. Se a compra foi motivada pela qualidade e pelo prazer que ele proporciona, ótimo. Se o consumidor demonstra conhecimento sobre as características e peculiaridades do artigo adquirido, melhor ainda. São essas qualificações que definem o consumidor do luxo consciente, que compra de maneira adequada.&lt;br /&gt;Não existe nenhum constrangimento moral entre os brasileiros em consumir coisas caras. O fato de esse mercado crescer num país de população pobre não inibe nem constrange os consumidores e profissionais envolvidos.&lt;br /&gt;Há consumidores que compram luxo de maneira impulsiva e como forma de compensação. No  primeiro caso, significa que, mesmo quando saem de casa sem a pretensão de fazer compras, podem adquirir um item novo simplesmente por não resistirem à atração do produto. No outro, compram luxo para se sentirem mais alegres, compensando alguma frustração ou aborrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A atitude dos brasileiros não é diferente do comportamento de consumidores de países desenvolvidos, caso da França e EUA - prova do caráter global desses produtos. A forma de se buscar distinção pelo consumo está sempre se modificando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Cauduro D'Angelo - Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-772477426095294296?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/772477426095294296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-consumo-de-luxo-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/772477426095294296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/772477426095294296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-consumo-de-luxo-no-brasil.html' title='O CONSUMO DE LUXO NO BRASIL'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2123800422631649760</id><published>2009-09-16T11:32:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T11:32:37.851-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>MASTIGE</title><content type='html'>XX - MASTIGE:  Mistura das palavras “MASSA” e “PRESTÍGIO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conciliar o mercado de luxo com o apelo popular&lt;br /&gt;Produtos fascinantes que os consumidores se disponham a pagar mais por um determinado bem ou serviço para terem a sensação que estão mais perto do alto da pirâmide sócio-econômico-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRET-A-PORTER /READY TO WEAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.:&lt;br /&gt;Premium – G. Armani –         Grife que é objeto de desejo dos guarda-roupas masculino e feminino – 1 terno – є 1.500;&lt;br /&gt;1 degrau mais baixo – Empório Armani – є 900&lt;br /&gt;2 degraus mais baixo – Armani Exchange – є 600&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendas – 2004&lt;br /&gt;US$ 2 bi - 350 lojas (180 próprias) – 12 fábricas (Itália) – Licenciamento US$ 4,5 bi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo:      1. Necessidade da mutação do mercado de luxo em direção às massas;&lt;br /&gt;                     2. Sair da era mais-valia para uma sociedade hedonista&lt;br /&gt;(aparência e a capacidade de projetar sucesso; marketing de um lado e criatividade e arte do outro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros exemplos:&lt;br /&gt;Adidas (incorporou a NIKE)&lt;br /&gt;Vitória’s Secret (lingerie de alta classe)&lt;br /&gt;Starbucks (Rede de casas de café; apenas servindo café para as pessoas? NÃO ! estão no ramo de pessoas servindo café. H.Schultz –  C.E.O.).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2123800422631649760?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2123800422631649760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mastige.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2123800422631649760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2123800422631649760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mastige.html' title='MASTIGE'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-144481934430507822</id><published>2009-09-16T11:11:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T12:03:44.546-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>NOVO PERFIL DO CONSUMO DAS MULHERES</title><content type='html'>XIX. NOVO PERFIL DE CONSUMO DAS MULHERES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa realizada entre 10/07/2006 e 01/07/2007. Este trabalho procura demonstrar que as consumidoras preocupam-se com a forma física, mas descuidam da alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preservar a saúde e manter a forma física são questões valorizadas pelas mulheres. Até aí, nenhuma novidade. O difícil é colocar o discurso em prática. No caso deste estudo foram entrevistadas mulheres com 18 anos ou mais. Nesse levantamento constata-se que 83% das mulheres brasileiras concordam com a importância da forma física e a saúde. Mas o descompasso entre o desejo e a realidade fica claro quando são observados os hábitos diários de alimentação. Por exemplo, apenas 23% das entrevistadas afirmaram ter ingerido cereais nos últimos 7 dias, enquanto 70% comeram chocolate e 54% sorvetes. Além disso apenas 38% das mulheres alegam praticar algum esporte ou atividade física. O mesmo percentual afirma não ter tempo para preparar refeições saudáveis. Ainda assim 44% lutam contra a balança na tentativa de perder peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O COMPORTAMENTO DA MULHER BRASILEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;* MULHERES     18+     &lt;span style="color:#993399;"&gt;18-30&lt;/span&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;31+&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É importante sentir-se respeitada pelos colegas&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;89&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;91 &lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#009900;"&gt;88&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Me parece importante manter uma relação duradoura com somente um(a) companheiro (a)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;88&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;89&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;87&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu pagaria qualquer preço por minha saúde&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;81 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;84&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre procuro ofertas e descontos&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;81&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;84 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante manter a forma fisica&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;83&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena pagar um pouco mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;81&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;83&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;80 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de ter objetos de boa qualidade&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;80&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;81&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;80&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho prazer em receber pessoas em casa&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;78 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;76 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;79&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Minha casa é o melhor lugar do mundo&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;78 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;73&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;80&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu procuro os preços mais baixos quando vou fazer compras&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;76&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;75 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;77&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*AMOSTRA TOTAL : 100 MULHERES 18+, 100 MULHERES 18-30 E 100 MULHERES 31+&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: IBOPE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATUALMENTE CONTROLA A LIMENTAÇÃO - MOTIVOS %&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*MULHERES 18+  &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;18-30  &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;31+&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para baixar ou manter o peso&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;33&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;32&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;33&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para controlar o colesterol&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;11&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;5 &lt;/span&gt;14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para controlar o diabetes&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;4 &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;1&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;5&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musculação (PARA GANHAR MASSA MUSCULAR)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;2&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt; 1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aumentar o peso&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt; 4&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-144481934430507822?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/144481934430507822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/novo-perfil-do-consumo-das-mulheres.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/144481934430507822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/144481934430507822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/novo-perfil-do-consumo-das-mulheres.html' title='NOVO PERFIL DO CONSUMO DAS MULHERES'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-6545189211813090830</id><published>2009-09-16T10:55:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T11:11:24.952-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>MULHERES SOLTEIRAS GASTAM MAIS</title><content type='html'>MULHERES SOLTEIRAS GASTAM MAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa da IPSOS MARPLAN – 2008 – SP – Realizada com 5.019 mulheres, com o perfil etário a partir dos 30 anos (30 até 39 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CLASSE A - CASADAS 6%    SOLTEIRAS 8%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CLASSE B - CASADAS 28%  SOLTEIRAS 32%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CLASSE C - CASADAS 47% SOLTEIRAS 42%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CLASSE D - CASADAS 17% SOLTEIRAS 15%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CLASSE E - CASADAS 2% SOLTEIRAS 3%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MULHERES SOLTEIRAS GASTAM MAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;GASTOS   &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CASADAS&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;SOLTEIRAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fazem compras em lojas de departamento*&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;                         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;54%               56%&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Fazem compras em “shopping”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;                        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; 50%              54%&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Comer ou passear em “shopping”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;               &lt;span style="color:#000000;"&gt;          44%&lt;/span&gt;              &lt;/span&gt;47%&lt;br /&gt;Ir à praia&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         42%&lt;/span&gt;              &lt;/span&gt;46%&lt;br /&gt;Ir a “shows”&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         22%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;31%&lt;br /&gt;Ir à danceterias/casas noturnas&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         11%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;20%&lt;br /&gt;Frequentar clubes&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                         11%               &lt;/span&gt;16%&lt;br /&gt;Frequentar museus/exposições&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                           7%                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;9%&lt;br /&gt;Frequentar eventos patrocinados por empresas/marcas&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          4%                 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;6%&lt;br /&gt;Assistir futebol em estádios&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                          4%                &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;6%&lt;br /&gt;Leitura para fins profissionais&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       17%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;22%&lt;br /&gt;Leitura como lazer/horas de folga&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       35%              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;39%&lt;br /&gt;Frequentar bancas de jornais/revistas&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                      19%               &lt;/span&gt;21%&lt;br /&gt;Frequentar academias de ginastica&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       8%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;10%&lt;br /&gt;Trabalho em periodo integral&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     45%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;56%&lt;br /&gt;Trabalho em 1/2 periodo&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                     20%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;22%&lt;br /&gt;Ocupação profissional - superior&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                       5%                  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;7%&lt;br /&gt;Ocupação profissional - média&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    29%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;40%&lt;br /&gt;Ocupação profissional - inferior&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                    31%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;31%&lt;br /&gt;Ocupação profissional - sem atividade&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;                   35%               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;22%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Lojas de Departamento: C&amp;amp;A, ZARA, RENNER, LIDER, RIACHUELO, MARISA E AMERICANAS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-6545189211813090830?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/6545189211813090830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mulheres-solteiras-gastam-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6545189211813090830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/6545189211813090830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mulheres-solteiras-gastam-mais.html' title='MULHERES SOLTEIRAS GASTAM MAIS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2642371105502220617</id><published>2009-09-16T10:50:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:54:39.281-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>MULHERES NAS CLASSES A/B - COMO INTERPRETAR SEUS DESEJOS</title><content type='html'>XVIII. MULHERES NAS CLASSES A/B = COMO INTERPRETAR SEUS DESEJOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil da nova consumidora brasileira&lt;br /&gt;40% da população economicamente ativa;&lt;br /&gt;“chefes” 12 milhões de domicílios&lt;br /&gt;56% de alunas universitárias&lt;br /&gt;a publicidade só impacta 58% das mulheres A/B&lt;br /&gt;somadas as classes A/B representam 23% dos domicílios no Brasil, e concentram 60% da renda  ( = R$ 500 bilhões anuais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percentuais por classe segundo o IBOPE&lt;br /&gt;A =  5% da população                      A e B - 23% dos domicílios; 60% da renda&lt;br /&gt;B = 18% da população&lt;br /&gt;C = 33% da população; 33% dos domicílios; 29% da renda (*)&lt;br /&gt;D/E = 44% da população; 12% da renda (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) = números arredondados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Universo IBOPE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Período: julho/agosto 2008&lt;br /&gt;Volume: = 2000 mulheres entre 18 e 49 anos de idade&lt;br /&gt;Locais: = Recife, Salvador, São Paulo, São Paulo Interior, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte.&lt;br /&gt;Pilares básicos da entrevista: = vida pessoal, trabalho e família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Decodificando o grupo A /B e segmentando-o por frases&lt;br /&gt;a.       – Grupo “Eu tenho a força” = 25%&lt;br /&gt;Cerca de 2 milhões de mulheres que buscam realização; harmonizam os aspetos pessoal, profissional e familiar, com ênfase nos dois primeiros.&lt;br /&gt;b.       - Grupo “Sou mais eu” = 19%&lt;br /&gt;Cerca de 1,7 milhões.Independentes, sofisticadas, gostam de experimentar coisas novas, viciadas em informação. Boa parte da mídia/ publicidade idealiza todas as mulheres a partir desse grupo.&lt;br /&gt;c.        - Grupo “Não brinco mais” = 19% = 1,7 milhões&lt;br /&gt;Os publicitários tendem a ignorá-las. Alto estima em baixa, desiludidas afetivamente, com sexo, com o trabalho e a família. Sentem-se entediadas.&lt;br /&gt;d.       - Grupo “Momento de luta” = 15%&lt;br /&gt;Não é dos mais consumistas. Valorizam os três pilares, mas têm dificuldade em conciliá-los, daí sentirem-se estressadas, fragilizadas, insatisfeitas com a vida profissional e culpando-se por não terem tempo para os filhos.&lt;br /&gt;e.        - Grupo “De bem comigo” = 14%&lt;br /&gt;Mulheres vaidosas, auto independentes, preocupadas com a saúde e o corpo.&lt;br /&gt;f.        - Grupo “A família é tudo” = 8%&lt;br /&gt;Não tem pretensões profissionais, gostam de tarefas domésticas e sentem-se realizadas como esposa e mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Conclusão&lt;br /&gt;→ Praticamente 73% da mulheres buscam integrar os três pilares&lt;br /&gt;→ Elas não tem tudo; ainda há muitos nichos a explorar&lt;br /&gt;→ A publicidade e a mídia não tem falado com todas as mulheres desse universo&lt;br /&gt;→ A tendência é dirigir-se apenas aos grupos 4.a, 4.b e 4.e que somam 58%, idealizando e homogeneizando todas as mulheres da classe A / B&lt;br /&gt;→ As conquistas femininas são dinâmicas e evoluem à cada ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2642371105502220617?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2642371105502220617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mulheres-nas-classes-ab-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2642371105502220617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2642371105502220617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/mulheres-nas-classes-ab-como.html' title='MULHERES NAS CLASSES A/B - COMO INTERPRETAR SEUS DESEJOS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3410724643129995422</id><published>2009-09-16T10:49:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T10:49:57.543-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>UM MUNDO SEM MARCAS</title><content type='html'>XVII. UM MUNDO SEM MARCAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Todo dia vivemos o que pode ser chamado de “guerra dos símbolos”. Um embate gratuito que ocorre a nossa volta. Diariamente, uma quantidade incontável de marcas nos espera com a expectativa de nos surpreender e, então, trava-se entre elas uma batalha para chamar a nossa atenção e ganhar a nossa simpatia.&lt;br /&gt;            Uma marca transmite a energia da empresa, refletindo seu tamanho , sua filosofia e, principalmente, a qualidade do produto. Imaginemos se, por um dia, fizessem sumir de nossa sociedade todas as marcas que conhecemos. Como saberíamos qual será o nosso macarrão favorito, qual a grife que nos veste bem e em qual banco deveremos depositar o nosso dinheiro.&lt;br /&gt;            As conseqüências de um mundo sem marcas não seriam só os produtos que se confundiriam como em uma tempestade, sem ordem e ou hirarquia. Perderiam-se o vínculo com os objetos e a vivência que temos com eles. Se no passado as marcas foram criadas com o intuito de identificar o fabricante do produto, hoje, elas estruturam relacionamentos, alavancam qualidades e garantem a segurança de alguns produtos, chancelando a existência deles.&lt;br /&gt;            Quanto vale a imagem de uma empresa? Muito se tem debatido sobre o valor da imagem da Coca – Cola, Nike, Microsoft, Nestlé, Sony, Louis Vuitton, Malboro, McDonald’s e Chanel. Tudo isso representa bilhões de dólares. Certamente, vale mais que todos os ativos da empresa. A imagem é composta do nome, logotipo e marca, de um estilo de arquitetura gráfica, de uma combinação coerente com essa imagem e uma linguagem específica que norteia todos os atos e momentos em que a marca atinge o consumidor, o fornecedor, o setor industrial, as autoridades em geral e o sistema financeiro.&lt;br /&gt;            A comunicação, para construir uma imagem sólida, deve ser um pacote completo que todos recebem por igual, com os mesmos impactos e mensagens,pois só assim será construída uma imagem de sucesso, uma marca de sucesso.&lt;br /&gt;            A marca e o produto devem combinar. Nomes famosos como Aspirina, Melhoral, Leite Moça, Minancora, Leite de Rosas, Maisena, Omo e Bombril, são tão perfeitas que até parecem ter existido antes do produto. Por trás de toda marca valiosa existe um produto ou serviço bem sucedido, que nasceu representando os valores de determinada empresa.&lt;br /&gt;            Em vários setores da economia, o índice de mortalidade das marcas é muito alto. O de novas empresas também. Os pontos básicos para a administração de uma marca e para o sucesso podem se resumir à manutenção do posicionamento, à atualização da mensagem e dos meios de comunicação.&lt;br /&gt;            É importante ressaltar que pioneirismo e liderança costumam andar juntos. O primeiro a chegar ao mercado tem mais chances de triunfar. Chegam a virar sinônimos de produtos, como Gillette, Danone, Bombril e Confort.&lt;br /&gt;            Em um momento em que teóricos e consultores de negócios proclamam o enfraquecimento do poder das marcas e a queda da influência da publicidade, é importante conhecer as estratégias aplicadas por algumas marcas de sucesso que resistem bravamente ao tempo e as crises (acreditem que existem marcas com mais de 100 anos de existência). O fator que tem levado muitas delas a perpetuarem seus negócios com sucesso por muitas décadas é a personalidade da marca, que sofre alterações, mas se mantém fiel as origens.&lt;br /&gt;            A “guerra” promete continuar!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3410724643129995422?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3410724643129995422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/um-mundo-sem-marcas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3410724643129995422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3410724643129995422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/um-mundo-sem-marcas.html' title='UM MUNDO SEM MARCAS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8351432997333802269</id><published>2009-09-16T10:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:49:07.270-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>GERENCIAMENTO DA MARCA COM FOCO NO CLIENTE</title><content type='html'>XVI. GERENCIAMENTO DA MARCA COM FOCO NO CLIENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós sabemos que para aumentarmos os lucros, temos que aumentar o "ativo" cliente - desenvolvendo fidelidade e ampliando nossas ofertas para satisfazer as necessidades dos "clientes emergentes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas embora o discurso seja de "foco no cliente", lutamos para construir o ativo "marca", assumindo que isto fará as vendas deslancharem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o caso da GM e sua marca Oldsmobile. Os clientes desta marca envelheceram e a GM criou campanhas com o objetivo de seduzir jovens consumidores para a marca, em vez de se focar naquilo que realmente chamava a atenção deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adiantaram os custosos esforços da GM para remodelar a marca. A participação de mercado da Oldsmobile despencou de 6,9% para 1,6% entre 1985 e 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como evitar cenários como esse?&lt;br /&gt;Veja suas marcas sob um novo prisma: elas não são a sua razão de existir, que você deve defender com "unhas e dentes". Pelo contrário, elas são ferramentas para criar e cultivar o lucro no relacionamento de longo-prazo entre você e seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para colocar suas marcas em seus devidos lugares, organize seu negócio de forma diferente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aloque pessoas para gerenciar os segmentos de clientes e não os segmentos das marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Crie marcas para satisfazer os segmentos de clientes cada vez mais diferenciados (por exemplo, vitamina para homem e vitamina para mulher).&lt;br /&gt;- "Aposente" as marcas ineficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marcas aparecem e desaparecem, mas os clientes precisam permanecer. Quando você coloca suas marcas a serviço dos clientes, seu "ativo" ciente e sua lucratividade deslancham.&lt;br /&gt;Fonte: Harvard Business&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8351432997333802269?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8351432997333802269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/gerenciamento-da-marca-com-foco-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8351432997333802269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8351432997333802269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/gerenciamento-da-marca-com-foco-no.html' title='GERENCIAMENTO DA MARCA COM FOCO NO CLIENTE'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5202048285696951611</id><published>2009-09-16T10:47:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:48:22.257-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>"BRANDING"</title><content type='html'>XV - BRANDING&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- O Que é ?&lt;br /&gt;            Conjunto de atividades que visam otimizar a gestão das marcas de uma organização como diferencial competitivo.&lt;br /&gt;            É a maneira como a empresa se comunica com o seu consumidor, quando a marca torna-se mais importante até que o próprio produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Um pouco do Histórico de “Marcas Registradas”&lt;br /&gt;            No antigo Egito: ferro em brasa (to brand) para marcar animais, como vacas, ovelhas, cavalos. Registrar o patrimônio .&lt;br /&gt;            A arte heráldica era responsável pelos combatentes serem identificados – afinal, todos estavam cobertos pelas armaduras. O escudo era o único identificador do amigo ou inimigo.&lt;br /&gt;            Algumas marcas atuais até incorporaram em seus logos, antigos símbolos heráldicos das cidades onde estão sediadas (Alfa Romeo/Milão, Porsche/Stuttgart, SAAB-SCANIA/Scania)&lt;br /&gt;            Um empresa / produto deve divulgar-se pela identidade de sua marca, distintiva, memorável, única (a estrela da M. BENZ). Num supermercado você logo reconhece o “splash” de OMO, a embalagem amarela de BOMBRIL, a garrafa verde de guaraná, etc. Na rua, o “21” logo identifica a Embratel, o “M” estilizado o “McDonalds”, o sinal de “visto (√)” a marca Nike, a concha marinha indicando a “Shell”, e por aí vai.&lt;br /&gt;            Esses exemplos, e tanto outros, estão associados a benefícios funcionais e emocionais desenvolvidos em programas de construção de marcas, que lhes dão vantagens sobre seus concorrentes. Tem identidades claras, que estabelecem associações positivas e geram diferenciação. Reparem que o posicionamento dessas marcas está presente em toda a sua comunicação com o público. Até em cartões-de-visita de seus funcionários.&lt;br /&gt;2.1 – Curiosidades&lt;br /&gt;a) Shell:-             o nome e o símbolo da empresa nada tem a ver com seus negócios. O logo foi criado como homenagem ao pai do fundador da empresa, Marcus Samuel JR., que tinha uma loja de antiguidades onde se vendiam conchas decorativas.&lt;br /&gt;b) Audi:-            os 4 anéis foram criados para fazer alusão a fusão de 4 fábricas: Audi, Horch, DKW e Wanderer.&lt;br /&gt;c) ELF:-              escolhida entre mais de 8 milhões de combinações de 3, 4 e 5 letras.&lt;br /&gt;d) Marlboro:-      em 1924 era um cigarro destinado às mulheres. A masculinidade da marca (cowboy) só aconteceu em 1955.&lt;br /&gt;e) KODAK:-      possivelmente uma onomatopéia (clic-clac) que capturou o som do obturador das antigas máquinas fotográficas.&lt;br /&gt;f) Play-Boy:-      o coelho-símbolo foi escolhido pela sexualidade; a gravata borboleta atesta elegância e as orelhas sempre em riste ... porque ele está “sempre alerta”.&lt;br /&gt;g) Nike:-             criada em 1972 por um estudante que cobrou US$ 35 dólares. Hoje a marca está avaliada em US$ 8 bilhões de dólares, segundo a Interbrands.&lt;br /&gt;h) Nestlé:-          o nome e o desenho da marca vem do nome do fundador, Henri Nestlé, e o fato de “NEST”, palavra inglesa, significar “NINHO” em português. O símbolo mostrava um ninho com 3 filhotes.&lt;br /&gt;Fonte:-       “Marks of Excellence”, per Mollerup&lt;br /&gt;                  “5.000 Anos de Marcas Registradas” – Yokoyama, Jun&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 – Atributos das Marcas&lt;br /&gt;a) USA:-             individualidade, força e masculinidade = Marlboro&lt;br /&gt;b) Brasil:-           Credibilidade = Banco do Brasil&lt;br /&gt;Diversão = Coca Cola, Kibon&lt;br /&gt;Audácia = Assolan, Pepsi-Cola, Nova Schin, Sandália Rider&lt;br /&gt;Sensibilidade = Natura, Avon (romantismo e delicadeza)&lt;br /&gt;Y&amp;amp;R – a cada 2 anos pesquisa aproximadamente 20.000 marcas em 42 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Os 'Três Cs' do Branding&lt;br /&gt;            Os benefícios de ter uma marca forte são enormes, como se pode facilmente imaginar. Marcas fortes podem ter preços premium, ou seja, mais altos, em função de seu maior valor percebido; elas têm uma capacidade de sobrevivência muito maior em quaisquer cenários negativos, desde os conjunturais macroeconômicos até aqueles problemas específicos da própria marca em seu mercado ou área de atuação; marcas fortes atraem os melhores colaboradores, funcionários, associados, fornecedores, parceiros comerciais e investidores; e, finalmente, elas podem se estender para novas áreas de negócios com facilidade, criando novas oportunidades.&lt;br /&gt;            Além de trazer todos esses benefícios em seu bojo, as marcas fortes têm mais uma coisa em comum: elas certamente possuem e mantém os “Três Cs” do Branding. Esses “Três Cs” do Branding são:&lt;br /&gt;§  Clareza&lt;br /&gt;§  Consistência&lt;br /&gt;§  Constância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clareza&lt;br /&gt;            Marcas fortes são absolutamente claras sobre o que são, e sobre o que não são também. Elas entendem e respeitam sua “Promessa de Valores”. E essa “Promessa de Valores” é que justamente as mantém distintas de seus competidores.&lt;br /&gt;            A “Promessa de Valores” as diferencia, portanto, e permite que atraiam e construam lealdade junto à uma disputada parcela de consumidores.&lt;br /&gt;            Tomemos um exemplo: a Volvo é clara em seu slogan mundial: Volvo for Life. Seus automóveis são, e são assim reconhecidos, comprometidos com a segurança de seus passageiros. Eles não usam, como “Main Branding”, atributos de carros esporte, de luxo, ou econômicos. A Volvo promete em sua missão como empresa: “Criamos a mais segura e mais emocionante experiência em automóveis para a família moderna”. E é nisso que eles focam sua comunicação mundial, construindo assim seu Branding, ao se apoiar nessa “Promessa de Valores”&lt;br /&gt;            Já a Avon se apresenta como sendo uma empresa que quer “Ser a companhia que melhor entende e satisfaz as necessidades, produtos, serviços e auto-realização das mulheres no mundo todo”. Simples e direto assim, com absoluta transparência de ideais, cnstruindo uma clara “Promessa de Valores”.&lt;br /&gt;Consistência&lt;br /&gt;            Além de mostrar clareza em sua “Promessa de Valores”, marcas fortes são também consistentes. Elas sempre são o que dizem ser.&lt;br /&gt;            Para a Volvo, a segurança sempre está em primeiro lugar. Eles não mudam esse foco de modelo para modelo, ou após determinados períodos de tempo. Cada novo lançamento da marca terá sido projetado visando, acima de tudo, a segurança da família do consumidor. E a Volvo irá, consistentemente, comunicar exatamente isso, sempre.&lt;br /&gt;            A Avon mostra sua “Promessa de Valores” em cada catálogo que produz, em cada propaganda que faz, e em cada contato feito por suas representantes no mundo todo, milhões de pessoas em mais de cem países diferentes. Só no Brasil tem 1 milhão de representantes.&lt;br /&gt;            E que tal olharmos a cantora Madonna? Ninguém duvida de que ela seja, atualmente, uma das marcas mais fortes do entretenimento internacional. Ela é o camaleão do entretenimento, sempre mudando seu visual, suas atitudes, sua música, se reinventando a cada novo CD. Ela consistentemente muda sua apresentação.&lt;br /&gt;            Justamente isso é a maior certeza que o consumidor pode ter a respeito de Madonna: cada novo CD será diferente, não será igual aos outros, trará embutida uma nova apresentação da cantora. A habilidade de Madonna em criar e gerir essas mudanças consistentemente durante sua carreira é seu grande diferencial em relação a outros nomes do show biz, fortalecendo assim sua marca.&lt;br /&gt;            É paradoxal, mas a grande consistência de Madonna é sua “inconsistência” de imagem, sendo essa sua mais forte ferramenta de Branding.&lt;br /&gt;Constância&lt;br /&gt;            Não é suficiente ter clareza e consistência se a marca não se mantiver visível ao seu público-alvo. Marcas fortes são constantes; elas sempre estão perto de seus clientes e “prospects”. Elas nunca estão escondidas, por nenhuma razão.&lt;br /&gt;            Para a Coca-Cola, o mundo é seu target, seu público-alvo. É por isso que é praticamente impossível passar um único dia sem ser exposto à sua marca vermelha e branca. São vending machines, pessoas bebendo sua latinhas em público, outdoors, menus e placas de bares e restaurantes, propagandas nas TVs, revistas e outras mídias, todos os dias martelando a marca Coca-Cola.&lt;br /&gt;            Coca-Cola é uma constância na vida. E, provavelmente, a marca mais reconhecida, e forte, no mundo.            Construindo ou mantendo uma marca forte, você naturalmente terá muito mais coisas com que se preocupar do que esses “Três Cs” mas, nenhuma marca será forte sem considerá-los honestamente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5202048285696951611?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5202048285696951611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/branding.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5202048285696951611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5202048285696951611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/branding.html' title='&quot;BRANDING&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2981071020421437906</id><published>2009-09-16T10:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:47:25.126-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>"RECALL" - FAZÊ-LO OU NÃO?</title><content type='html'>XIV - RECALL – FAZÊ-LO OU NÃO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-      Ocorrências do novo Marketing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a)      A diversidade de produtos e serviços aumenta até em pequenos segmentos de mercado.&lt;br /&gt;b)      Os mercados ficam tão segmentados que até os nichos tornam-se soberanos.&lt;br /&gt;c)      A competição mundial aumenta – mercados globalizados.&lt;br /&gt;d)     As distinções entre produtos ficam pouco nítidas; o diferencial é o atendimento.&lt;br /&gt;e)      Os ciclos de vida dos produtos são acelerados.&lt;br /&gt;f)       Os canais de distribuição estão em fluxo constante. Por vezes obscurecem o diálogo com o cliente.&lt;br /&gt;g)      A mídia promocional tradicional amplifica o nível de barulho e não consegue comunicar mensagens claras. Reina a confusão.&lt;br /&gt;h)      As organizações diminuem e se reestruturam procurando novas formas de fazer negócios.&lt;br /&gt;i)        Ambiente de negócios e curso dos eventos competitivos são imprevisíveis.&lt;br /&gt;j)        Previsões e Pesquisas não estão proporcionando um caminho de ação nítido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-      O Recall: “chamar de volta”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Objetivo básico:-                   proteger e preservar a vida, saúde, integridade e segurança do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Objetivo secundário:-            evitar prejuízos materiais e morais dos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)   A Lei n° 8078/90:-              c.1 = inciso III do art. 6° Direito a Informação antes ou durante a oferta do produto ou serviço no mercado&lt;br /&gt;c.2 = art. 8°:- não acarretarão riscos à saúde&lt;br /&gt;c.3 = art. 9°:- produtos/serviços potencialmente nocivos/perigosos à saúde; informações ostensivas.&lt;br /&gt;c.4 = art. 10° § 1,2 e 3:- previsão do RECALL.&lt;br /&gt;c.5 = art. 12 à 14:- responsabilidade objetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-      Principais Recall’s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano 2000 =       1,4 milhões de carros GM – Corsa – fixação cinto segurança.&lt;br /&gt;                          320.000 – carros FIAT/Palio – fixação cinto de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano 2003-4=  Audi/VW&lt;br /&gt;                          Renault&lt;br /&gt;                          Peugeot&lt;br /&gt;                          Fiat&lt;br /&gt;                          Ford&lt;br /&gt;                          GM&lt;br /&gt;                          Brastemp&lt;br /&gt;                          Dell Computer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remédio=         BristolMyers Squibb&lt;br /&gt;                          COUMADIN 1 mg (anti-coagulante de uso prolongado – fabr. 2003 – lote 146080) = substituir frascos adquiridos. O SAC informou Ter encontrado um comprimido de 5 mg num frasco de 1 mg. (podem provocar sangramentos nasais, gengivais, aumento do fluxo menstrual, urina, etc.); se o usuário interromper o uso poderá ocorrer formação de coágulos e trombose)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Aparentemente “respeito ao consumidor”, na realidade mostrou descaso com o qual tratam os bens e serviços que põe no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Crimes Corporativos”,  de Russel Mokhiber&lt;br /&gt;                         1) 1974 -       Fabricante de aviões de carga nos EUA, mesmo sabendo do problema na porta do avião colocou-o no mercado, num acidente morreram 346 pessoas, indenização de US$ 80 milhões em valores da época.&lt;br /&gt;2)      O avião Concorde e a obsoletização precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexão&lt;br /&gt;·         Permitem que se entenda exatamente o contrário, numa clara demonstração que seus produtos não tem um processo de elaboração ou teste realmente eficiente.&lt;br /&gt;·         A Portaria 20 do Ministério da Justiça/BSB – DF, de 24/08/2001 = “Recall” deve ser informado por escrito às autoridades competentes (DPDC da SDE).&lt;br /&gt;·         Divulgação:- TV, rádio e veículos impressos.&lt;br /&gt;·         Multas hoje:- de R$ 200,00 à 3 milhões de reais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2981071020421437906?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2981071020421437906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/recall-faze-lo-ou-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2981071020421437906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2981071020421437906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/recall-faze-lo-ou-nao.html' title='&quot;RECALL&quot; - FAZÊ-LO OU NÃO?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2961452940359788290</id><published>2009-09-16T10:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:42:21.049-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O "RECALL"</title><content type='html'>XIII - O “ RECALL ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Lei 8.078/90, Código de Defesa do Consumidor, destaca no. inciso III do artigo 6°, dentre outros, o direito à informação. Esse direito primário deve ser observado quando da oferta de bens e serviços no mercado de consumo. A informação deve ser adequada e clara, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam. A informação deve ainda ser oferecida antes ou durante a oferta do produto ou serviço no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é recall?&lt;br /&gt;            Recall, palavra de origem inglesa que é usada no Brasil para cumprimento de lei que visa informar a necessidade do consumidor a voltar ao posto de compra do produto/serviço para eventual troca ou reparo de algum defeito.&lt;br /&gt;            Alguns produtos oferecidos no mercado apresentam risco quanto a má utilização mas não são considerados defeituosos, desde de que haja devida informação sobre seus riscos (inseticidas, facas, tesouras, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como deve ser o recall ?&lt;br /&gt;            Existem basicamente três tipos de recall. O mais simples deles, não chega a ser uma convocação: a fábrica aciona as os pontos de venda, que fazem os reparos solicitados sem conhecimento do consumidor. Outra forma de recall é quando o consumidor é convocado diretamente por correspondência (este é um caso bastante específico, como o de proprietários de automóveis). E, por fim, o recall público, quando o assunto envolve componentes de segurança do produto.&lt;br /&gt;            É claro que nem todos os consumidores são atingidos pelo recall. Quando esse número é abaixo do pretendido, o fabricante do produto ou fornecedor do serviço é obrigado a estender o prazo de troca ou reparo do defeito e republicar o anúncio o número de vezes suficiente para que o objetivo mínimo informado às autoridades competentes seja alcançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No Brasil, o instituto do recall está previsto no Código de Defesa do Consumidor, Lei 8078I90, que define em seu artigo 10, § 1o:&lt;br /&gt;“ Artigo 10 - O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1o - O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2o - Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa, rádio e televisão, às expensas do fornecedor do produto&lt;br /&gt;ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 3o - Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores, a União, os estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Assim sendo e face a importância do "recall” para a segurança dos consumidores,   cabe aos fornecedores empreenderem todos os esforços para que sejam   prevenidos e sanados os defeitos verificados nos produtos ou serviços colocados   no mercado de consumo. Após as divulgações, nos veículos de comunicação, os   fornecedores devem realizar levantamentos periódicos (diário, semanal, quinzenal   etc.) para que seja verificada a eficácia das medidas adotadas. Não havendo  retorno dos consumidores ao chamamento do fornecedor em número adequado e, compatível ao objetivo proposto, cabe ao fornecedor adotar novo "recall” além de   buscar outras formas que possam efetivamente alcançar os consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto elaborado pela aluna:- Sabrina Nogueira da Silva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2961452940359788290?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2961452940359788290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-recall.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2961452940359788290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2961452940359788290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-recall.html' title='O &quot;RECALL&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3489638516831651185</id><published>2009-09-16T10:34:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:41:10.236-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'></title><content type='html'>XII - A Aproximação com os Clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Ao todo, 91% dos entrevistados definem CRM como a gestão de relacionamento co os clientes. Apenas 35% das empresas possuem CRM, mas 51% têm planos de investir. Do total de entrevistados, 49% não pretendem aplicar em CRM devido ao custo de implantação, inadequação do sistema ao negócio e por falta de estrutura para manutenção, entre outros.&lt;br /&gt;As empresas que não possuem o sistema gerenciam seus clientes por meio de análises dos seus perfis e avaliação via equipe de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO DEFINEM CRM?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em %&lt;br /&gt;Gestão de relacionamento com o cliente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Software que possibilita uma “memória” corporativa sobre os cliente e prospects&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Base: 100% Total de amostra                                                                    Fonte: InterScience 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas têm planos de investir em CRM&lt;br /&gt;Em %&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta única&lt;br /&gt;As empresas têm CRM?&lt;br /&gt;Em%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Base: 100% Total de amostra                                                                Base: 100% Total de amostra&lt;br /&gt;Resposta única                       Fonte InterScience                                 Resposta única                       Fonte InterScience&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que as empresas não pretendem investir em CRM?&lt;br /&gt;Em %&lt;br /&gt;Custo de implantação&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não serve para o meu negócio&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temos estrutura de manutenção&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vantagens não são significativas&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra tecnologia é utilizada&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações usadas para gerenciamento dos clientes&lt;br /&gt;Em %&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise de clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação via equipe de vendas&lt;br /&gt;51&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação via regional de vendas&lt;br /&gt;26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos de mercado&lt;br /&gt;17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estatísticas do call center / 0800&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Base: 32/Total de empresas que não pretendem implantar CRM    &lt;br /&gt;Base: 65/Total de empresas que não tem CRM&lt;br /&gt;Resposta múltipla                                   Fonte InterScience&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3489638516831651185?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3489638516831651185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/xii-aproximacao-com-os-clientes-ao-todo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3489638516831651185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3489638516831651185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/xii-aproximacao-com-os-clientes-ao-todo.html' title=''/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5634315213986827407</id><published>2009-09-16T10:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:20:14.172-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O OMBUDSMAN</title><content type='html'>XI - O OMBUDSMAN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Origem da palavra "OMBUDSMAN"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra "ombudsman" é de origem sueca. É a junção da palavra ombud (representante) e man (homeni). Caio Túlio traduziu a palavra como "aquele que representa", mas seu significado real é "pessoa encarregada de delegação". Quando a função foi criada em 1809, recebeu a denominação de "Justitieombudsman" (ombudsman de justiça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela origem da palavra, seria incorreto utilizar como seu plural "ombudsmen", já que não é um vocábulo inglês. O correto seria "ombudsmän". Seu feminino seria "ombudskvinna", que no plural ficaria "ombudskvinnor". No entanto, já se consagrou na maioria dos países o uso do plural "ombudsmen", que está sendo utilizado neste trabalho. A Folha de S.Paulo também utiliza "ombudsman" quando o cargo é ocupado por uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Para que serve o Ombudsman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ombudsman ou ouvidor atende o cidadão, procurando entender suas reclamações e sugestões, a fim de satisfazer as suas legítimas expectativas.&lt;br /&gt;Ou seja, desde que surgiu, o cargo está associado à proteção dos direitos individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é solução para todos os males, porém age dentro de uma instituição mantendo contato direto com a sua cúpula, para buscar soluções e apresentar propostas que evitem a repetição de erros. O resultado de seu trabalho deve ser informado ao cidadão, individualmente, e, quando for do interesse público coletivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o interesse empresarial estar diretamente ligado aos conceitos mercadológicos, o ombudsman foi instituído respeitando-se claros princípios éticos. Apesar de existirem diferenças de atuação e subordinação, a maioria dos ombudsmen criados na esfera governamental mantêm pontos em comum: agir de ofício (para agir, eles não precisam esperar ser acionados por um cidadão); aceitar queixa individual e informal; solicitar levantamentos e investigações; apontar faltosos; sugerir correção de erros, com compensação ou ressarcimento; propor alterações na legislação, em normas ou regras de trabalho da administração pública; divulgar amplamente seus relatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Associação Brasileira de Ouvidores, a Ouvidoria "é um serviço oferecido à população para receber críticas ou sugestões referentes ao desempenho de órgãos públicos ou empresas privadas." E um ouvidor "é um funcionário de um órgão público ou privado que tem a função de acolher e analisar rapidamente às reclamações e sugestões do público usuário que se sente preterido ou prejudicado nos seus legítimos interesses." Essa pessoa deverá "garantir o equilíbrio na relação entre fornecedores e clientes na solução de divergências, buscando a satisfação do cidadão". Ainda de acordo com a ABO, uma ouvidoria "recebe e analisa as reclamações e sugestões dos usuários, encaminhando as informações aos setores competentes para atendimento. Acompanha, também, as providências adotadas, cobra soluções e mantém o cliente informado. Ela deve funcionar como um canal permanente de comunicação rápida e eficiente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais que exercem a função de ouvidor/ombudsman em todo o mundo atuam de forma consensual em alguns pontos. Um deles é a solicitação da correção de erros cometidos por funcionário ou da área responsável. A punição só é pedida quando o funcionário se nega a reparar o erro. Outro ponto comum é a duração dos mandatos, que variam entre quatro e seis anos, com possibilidade de renovação sem limites. O mandato de ombudsman, via de regra, só pode ser interrompido em caso de perda de confiança ou caso ele se sinta tolhido ou impedido em sua atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, autonomia, independência e estabilidade no emprego por incerto período, mandato, enfim, conceitos estranhos ao ambiente das empresas foram adotados, objetivando dotar o ombudsman de respeitabilidade e confiança junto ao público que ele iria fazer-se representar, em uma clara demonstração de que esta função não seria uma jogada de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- A instituição do Ombudsman no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil existem poucos ombudsman em nível federal. A função foi adotada a princípio pela iniciativa privada, visando maior transparência das atividades da empresa e estimulando o consumidor a defender seus direitos e interesses junto à determinada instituição. Assim, esta, por sua vez, obteria maior grau de satisfação junto ao seu mercado, aperfeiçoaria a qualidade de seus produtos e serviços, e criaria um canal importante de comunicação direta com o consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas entidades privadas, o ombudsman surgiu primeiro nas empresas jornalísticas e, depois, no setor bancário. O jornal Folha de São Paulo, ao instituir o cargo em 1989, divulgou o seu significado e, com a promulgação do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, outras empresas e instituições fizeram o mesmo. Em seguida a Abinee - Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica, o Banco Nacional e o Grupo Pão de Açúcar também adotaram seus ombudsman, como forma de demonstrar respeito ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se com o Código de Defesa do Consumidor o ombudsman ganhava espaço na iniciativa privada, o que ocorria junto aos órgãos públicos? Na esfera pública, a adoção do ombudsman, ou o ouvidor, como é mais conhecido nesse âmbito, tem uma evolução mais lenta. Curitiba e, posteriormente, todo o estado do Paraná adotaram essa função, seguidos por outras cidades, dentre elas: Santos, Maringá, Campinas, Fortaleza e o Distrito Federal. Além de cidades e estados, diversos órgãos públicos - como a Fundação Procon, o IPEM e a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo - e indiretos, como empresas públicas prestadoras de serviços, também seguiram esse caminho, em uma clara demonstração de que a função vem se espraiando junto aos diversos ramos de atividades, pública e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ABO - Associação Brasileira de Ouvidores, criada em 1995, identificou cerca de 250 ouvidores/ombudsman atuando no Brasil. Este crescimento é movido pela necessidade de atender o cidadão e de aperfeiçoar os serviços e produtos, mas também representa uma inequívoca conscientização dos cidadãos - que cada vez mais exigem respeito e participação - a cerca de seus direitos.&lt;br /&gt;Visando preservar os princípios que regem a ouvidoria e sua função de prestação de serviços ao público, a ABO aprovou seu Código de Ética, expressando os valores que devem nortear a atuação dos ouvidores/ombudsman, como também conscientizar os cidadãos sobre o alcance desta função e as suas obrigações junto à comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Código de Ética instituído pela ABO conta com 19 pontos específicos, relacionados com a postura que o ouvidor/ombudsman deve adotar, e quatro pontos de caráter processual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre esses pontos, salienta-se o reconhecimento de que os ouvidores/ombudsmen devem: defender intransigentemente os direitos inerentes da pessoa humana, agir com integridade, transparência e respeito; exercer suas atividades com independência e autonomia, de forma ágil e precisa, buscando a correção dos procedimentos errados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O código representa o compromisso dos ouvidores/ombudsmen de exercer suas funções respeitando fundamentos imprescindíveis para quem se propõe a atuar em defesa dos interesses do cidadão, nas instituições públicas e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um país como o Brasil, onde as organizações sempre foram fortes, a ouvidoria vem servindo como meio de fortalecimento do indivíduo perante as grandiosas e cada vez mais complexas estruturas prestadoras de serviços e fornecedoras de produtos, incentivando a participação e, por conseqüência, o grau de conscientização da cidadania.&lt;br /&gt;Com o Código de Ética, a ABO espera estar contribuindo para a elevação do grau de consciência, não só daqueles que pretendem atuar como ouvidores, mas também dos dirigentes de empresas públicas e privadas que pretendam implantar essa função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Trabalho na Imprensa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, o ombudsman tem três funções: ouvir os leitores, escrever um boletim diário criticando o jornal (que circula internamente entre os jornalistas da publicação) e preparar uma coluna semanal para ser publicada. Alguns ombudsman não possuem colunas para a crítica pública, como é o caso do jornal O Dia. Neste caso, o trabalho do ombudsman se assemelha muito ao de uma seção de reclamações, e perde sua função principal que é a de estimular a reflexão e o debate sobre o processo de produção jornalístico.&lt;br /&gt;Para realizarem o seu trabalho, os ombudsmen precisam de independência da direção do jornal. Por isso, geralmente são dadas algumas garantias a este profissional, como estabilidade durante seu mandato (na Folha é de um ano, podendo ser prorrogado por mais dois).&lt;br /&gt;Muitas vezes, a sala do ombudsman é colocada distante da redação do jornal, para que ele não se envolva com a redação da publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- As Colunas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As colunas de ombudsman têm características que as diferenciam de outras seções do jornal. Quanto a seu conteúdo, são trazidas questões que ajudarão bastante o leitor a criar um olhar mais crítico aos meios de comunicação. Foi feita a leitura de dezenas de colunas de ombudsmen da Folha de S.Paulo, e verificou-se que elas trazem basicamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Comparação entre meios de comunicação (principalmente entre O Estado de S. Paulo e a Folha);&lt;br /&gt;2- Críticas à cobertura de determinados assuntos, notícias, comentários,títulos, fotos, etc.;&lt;br /&gt;3- Discussões sobre questões éticas do jornal e dos meios de comunicação;&lt;br /&gt;4- A autocrítica do próprio ombudsman;&lt;br /&gt;5- Reflexão sobre temas ligados ao jornalismo;&lt;br /&gt;6- Apresentação de reclamações de leitores (às vezes fazendo a transcrição de cartas);&lt;br /&gt;7- Críticas a problemas de circulação do jornal, atendimento aos assinantes, entre outras questões operacionais do jornal;&lt;br /&gt;8- Brigas do ombudsman com outros profissionais de imprensa;&lt;br /&gt;9- Elogios à Folha e a outros meios de comunicação;&lt;br /&gt;10- Apresentação do processo de produção da notícia, mostrando como ela é obtida e editada;&lt;br /&gt;11- Apresentação de conflitos existentes entre profissionais da Folha e de outros meios de comunicação;&lt;br /&gt;12- Relatório sobre o atendimento dos leitores;&lt;br /&gt;13- Discussão sobre questões gramaticais, principalmente ortográficas;&lt;br /&gt;14- Entrevistas com profissionais importantes da Folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria destes itens se refere ao trabalho dele como crítico, o que comprova a importância dada pelo ombudsman a esta tarefa. Destes pontos, o que mais aparece nas colunas é o número dois ("críticas à cobertura de determinados assuntos...").&lt;br /&gt;Estes conteúdos mostram a importância do trabalho do ombudsman. Por exemplo; através do item dez ("apresentação do processo de produção da notícia..."), o leitor pode compreender que o trabalho jornalístico não é totalmente objetivo.&lt;br /&gt;Em uma coluna publicada em 10/6/90, o ombudsman da Folha falou de um erro de informação cometido pelo jornal, que estaria relacionado ao processo de apuração do fato. De acordo com o ombudsman, o ex-presidente Collor se comunicou pelo rádio com o navegador Amir Klink, que estava na Antártida. No entanto, por um problema técnico, o navegador não teve como responder. Posteriormente, a Assessoria de Imprensa da Presidência divulgou a conversa (inexistente), tendo transcrito as falas do presidente e do navegador. Todos os jornais, com exceção de O Estado de S. Paulo, engoliram (e publicaram) esta mentira.&lt;br /&gt;Alguns meses antes, em 28/1/90, o ombudsman já havia falado da divulgação pela imprensa de um encontro entre o então presidente Collor e o economista Mário Henrique Simonsen, que nunca aconteceu. Nestes dois casos, o ombudsman mostrou como é fácil "plantar" notícias, e que o leitor deve questionar a veracidade do que é divulgado pela mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Os Estatutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem inúmeros estatutos de ombudsman. Geralmente, quando um meio de comunicação implanta a função também cria o estatuto para regulamentá-la e para assumir compromissos públicos de que dará independência ao ombudsman. A Organization of News Ombudsmen tem um estatuto que serve como base para a grande maioria dos outros estatutos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.a- Os objetivos de um ombudsman de jornal devem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Aperfeiçoar a eqüidade, exatidão e responsabilidade do jornal.&lt;br /&gt;2- Aumentar sua credibilidade.&lt;br /&gt;3- Empenhar-se para melhorar a sua qualidade.&lt;br /&gt;4- Tornar o jornal consciente das preocupações e problemas das comunidades por ele servidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.b- Os deveres dos ombudsmen devem incluir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Funcionar como crítico interno.&lt;br /&gt;2- Representar o leitor que tem reclamações, sugestões, questões ou cumprimentos.&lt;br /&gt;3- Investigar todas as queixas e recomendar ação corretiva quando for o caso.&lt;br /&gt;4- Alertar o diretor de redação sobre todas as queixas.&lt;br /&gt;5- Fazer conferências ou escrever para o público sobre as linhas, as posições e as atividades do jornal.&lt;br /&gt;6- Defender o jornal, publicamente ou em particular, quando for o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.c- Alguns dos meios de que o ombudsman dispõe para chegar a seus objetivos e cumprir suas tarefas incluem: -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Uma coluna;&lt;br /&gt;2- Comunicados internos (Intranet);&lt;br /&gt;3- Reuniões com as equipes;&lt;br /&gt;4- Questionamentos;&lt;br /&gt;5- Conferências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ombudsman deve ser independente e esta independência deve ser real. Ele deve responder apenas à pessoa com a mais alta autoridade na redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse estatuto serve mais para compreender quais as funções do ombudsman. É interessante que a primeira parte do estatuto (os objetivos), mostra uma maior preocupação com a qualidade do jornal do que com os interesses públicos. Isso mostra que o ombudsman também tem seu lado mercadológico, os meios de comunicação que o adotam ganham credibilidade e prestígio, e, indiretamente, leitores e anunciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Linguagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do ombudsman tem características diferentes dos outros presentes no jornal. O gênero jornalístico em que as colunas de ombudsman melhor se encaixam é o comentário (elas são assinadas, dão ênfase à opinião, têm periodicidade definida, analisam assuntos atuais). No entanto, várias particularidades as diferenciarão das outras colunas de comentário do jornal.&lt;br /&gt;Um aspecto bem particular do discurso do ombudsman é o uso constante da primeira e segunda pessoa. No jornal, mesmo os textos opinativos quase sempre são escritos em terceira pessoa. Foram analisadas 50 colunas publicadas na Folha de S. Paulo, com relação à suas características lingüísticas.&lt;br /&gt;As colunas de ombudsman também são muito bem-humoradas e possuem um texto bem dinâmico (com o uso constante de frases curtas, trocadilhos...).Mas a característica mais importante do discurso do ombudsman é o uso de várias estratégias buscando estimular o diálogo com os leitores. Como ele é o "representante do leitor", isso não poderia deixar de acontecer.&lt;br /&gt;Então, para criar uma relação de proximidade com o público, o ombudsman chama diretamente o leitor para o diálogo.&lt;br /&gt;Procurando criar uma relação de identificação com o público, algumas vezes o ombudsman se apresenta como leitor. "Como leitor, quero saber a quem interessa..." (FSP, 26/5/96). Também é interessante observar que ele prefere utilizar o singular (leitor) para se referir ao público. Ao usar o singular, é como se ele estivesse falando particularmente a cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os jornalistas o ombudsman também dialoga. No entanto, ao contrário do que ocorre com os leitores, a interlocução com os profissionais de imprensa é conflituosa. O "representante do leitor" descreve os jornalistas como profissionais sem ética e sem competência. Nas colunas analisadas, eles são chamados de "ingênuos", "ignorantes", "insistentes" (chatos), "mórbidos", "complicados", "desconhecedores das normas gramaticais", "oportunistas", "incompetentes", "desrespeitadores", entre outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia consultada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apostila "O Ombusman" - Professor Adilson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boletim do Instituto Gutenberg – n°. 24 Série eletrônica&lt;br /&gt;Janeiro-Fevereiro,1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site: O Ombudsman e o Leitor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código de Honra do Ouvidor Ombusdsman. Observatório da Imprensa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho elaborado pelos alunos:&lt;br /&gt;Jorge Alexandre Firmino&lt;br /&gt;Rodrigo Pimentel Neto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANIFESTANDO-SE SOBRE O TEMA "OMBUDSMAN" ASSIM ESCREVEU A ALUNA NICOLE MARTINS DE ANDRADE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ATUALMENTE, NOS MERCADOS DE PRODUTOS E SERVIÇOS, HÁ UMA EXIGÊNCIA SIGNIFICATIVA DE QUALIDADE DE ATENDIMENTO, E GRANDE PREOCUPAÇÃO COM OS DIREITOS HUMANOS. O PROFISSIONAL DE "OMBUDSMAN" INTERFERE DIRETAMENTE NA MELHORIA DESSES ASPECTOS, PRIMORDIAIS PARA A EXISTÊNCIA E SUSTENTABILlDADE DE UMA EMPRESA, A PARTIR DO MOMENTO EM QUE ELE ATENDE ÀS RECLAMAÇÕES E SUGESTÕES DOS CLIENTES, GERANDO TRANSPARÊNCIA NA ATIVIDADE, PERMITINDO UMA APROXIMAÇÃO DE CONFIANÇA E CREDIBILIDADE COM OS CLIENTES.&lt;br /&gt;A COMUNICAÇÃO DIRETA ENTRE O "OMBUDSMAN" E O CONSUMIDOR, ESTREITA OS LAÇOS, TIRA DÚVIDAS E APERFEIÇOA, ASSIM , A QUALIDADE DO QUE SE OFERECE, PROMOVENDO RESPEITO NAS RELAÇÕES DE CONSUMO E, CONSEQUENTEMENTE, SATISFAÇÃO. MAS PARA QUE ISSO ACONTEÇA, AS ATIVIDADES DE INTERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DEVEM SER PERMANENTES E ESCLARECEDORAS, ÁGEIS E EFICAZES.&lt;br /&gt;PESQUISAS CONSTANTES DEVEM SER APLICADAS PARA QUE SE INVESTIGUE EXATAMENTE AQUILO QUE OS PÚBLICOS BUSCAM PROCURANDO ATENDE-LOS SEMPRE DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL, TORNANDO-OS DEFENSORES FIÉIS DA MARCA OU SERVIÇO”.&lt;br /&gt;ADENDO DO PROFESSOR: EM RESUMO, O "OMBUDSMAN" DEVE:·&lt;br /&gt;·     CRIAR UM CANAL DIRETO DE COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE, QUE FUNCIONARÁ COMO UM CATALISADOR DE IDÉIAS PARA GERAR AÇÕES DESTINADAS À PLENA SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR,·&lt;br /&gt;·     COLABORAR PARA O AUMENTO DOS PADRÕES DE QUALIDADE DO A TENDIMENTO, DOS PRODUTOS E SERVIÇOS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5634315213986827407?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5634315213986827407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-ombudsman.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5634315213986827407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5634315213986827407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-ombudsman.html' title='O OMBUDSMAN'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7400544098860525562</id><published>2009-09-16T10:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:16:59.721-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>A LÓGICA SOCIAL DO CONSUMO E DA NECESSIDADE - J. BAUDRILLARD</title><content type='html'>A LÓGICA SOCIAL DO CONSUMO E DA NECESSIDADE – J. BAUDRILLARD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A massa dos consumidores não viverá a profusão como efeito da natureza, cercada como está pelos fantasmas da terra da promissão e persuadida pela ladainha publicitária de que tudo lhe será previamente dado, tendo ademais um direito legítimo e inalienável sobre a profusão”?&lt;br /&gt;(J.Baudrillard, em “A Sociedade do Consumo”, pág.23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Não seria uma forma da sociedade capitalista de aproveitar-se do narcisismo desenvolvido no ser humano, para arrastá-lo a uma série de motivações mais complexas, criando-se um estado de “necessidade” pré – fabricada?&lt;br /&gt;            Se procurarmos aprofundar o conhecimento sobre o termo “narcisismo”, veremos que ele é caracterizado pelo indivíduo que toma o seu próprio corpo como objeto sexual, desenvolvendo um amor pela própria imagem. O termo foi usado pela primeira vez por Havelock Ellis em 1898, na tentativa de explicar o comportamento feminino diante do espelho; Freud usou-o em 1914, definindo que o EGO não mais poderia ser considerado exclusivamente a sedo do princípio de realidade e dos processos secundários, ou simples mediadores entre os desejos reprimidos inconscientes e objetos externos existentes, função em que reinava até então, autônomo e sob o domínio da realidade.&lt;br /&gt;Com o destaque que ganha o narcisismo, não é importante saber se ele é primário ou secundário, como pregam as diversas escolas psicanalíticas, mas sim se ele é normal ou doentio; este último, por exemplo, é o responsável por gerar a “compulsão de consumo”, doença que responde pela fúria comprista que atinge muitas pessoas envolvidas nesta sociedade de consumo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7400544098860525562?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7400544098860525562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/logica-social-do-consumo-e-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7400544098860525562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7400544098860525562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/logica-social-do-consumo-e-da.html' title='A LÓGICA SOCIAL DO CONSUMO E DA NECESSIDADE - J. BAUDRILLARD'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8354806165043172613</id><published>2009-09-16T10:06:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:14:30.659-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>RELAÇÕES COM CLIENTES E GAFES</title><content type='html'>X - RELAÇÕES COM CLIENTES – GAFES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Num mundo globalizado, em que empresas de diferentes países negociam cada vez mais, os executivos tem que se prevenir contra possíveis gafes produzidas pelo choque de culturas. Mais do que saber idioma, religião ou voltagem dos lugares, eles devem aprender a respeitar as tradições .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observem os seguintes exemplos:    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-      Na Inglaterra recomenda-se não usar gravatas listradas, pois lembram escolas e militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-      Em El Salvador evite dar flores brancas:- elas são associadas a funerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-      Na Bélgica dar tapas nas costas e toques nos braços são gestos incompreensíveis. Numa negociação, as decisões são postergadas até que todos cheguem a uma conclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-      No Japão, ou numa reunião com os japoneses em qualquer parte do mundo,a primeira coisa a fazer é entregar o seu cartão de visita e com as duas mãos. Outra:- no Japão não se dá gorjeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-      Na Suécia não vale dar aperto de mãos sem olhar nos olhos do seu interlocutor. Presentes não são usuais em ambientes de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-      Na Nova Zelândia é comum receber parceiros comerciais em casa: o ideal é retribuir com flores ou chocolates; contrariamente agem os ESTADOS UNIDOS  e ALEMANHA, onde vida pessoal e negócios não se misturam em qualquer hipótese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No exterior, o profissional pode construir uma boa imagem da empresa ao demonstrar conhecimentos técnicos, mas destruí-la por ignorar a cultura local.&lt;br /&gt;            Atualmente fala-se muito nas negociações entre Brasil e China. Podemos listar 7 pecados que não devem ser cometidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ O primeiro é não ter pressa. Muita paciência. Os chineses buscam criar laços com a outra parte da negociação; acordos podem ruir por falta de tranqüilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros: levar produtos a feiras, congressos, sem patentes, intimidar-se com muitas exigências (que para eles é normal), contratar intermediários, aventurar-se sem saber se a área esta aberta a estrangeiros, lançar um produto sem popularidade (lembre-se que  a China tem mais de 1 bilhão de pessoas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Por tradição os chineses só negociam em salas onde podem ficar sentados de frente para a porta, porém, se as salas forem totalmente envidraçadas, eles se sentarão de frente para uma bela paisagem, se houver (uma sala com vista para o Pão de Açúcar, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Vale lembrar que a pontualidade é tratada seriamente. Além disso, o executivo mais graduado entra na sala na frente de seus subordinados. Deve-se deixar que ele os consulte. Jamais fale diretamente com um funcionário do parceiro comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Um outro detalhe: ao lhe servirem um chá, não cometa a gafe de colocar açúcar na xícara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7-      Na Índia e nos países árabes, ao cruzar as pernas, nunca deixe a mostra a sola de seu sapato, pois você esta lhe mostrando sujeira. Na Índia evite peças de couro, pois a vaca é considerada sagrada e, se for presentear alguém, evite o branco e o preto, pois são consideradas cores que dão azar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8-      No Egito o cartão de visitas e eventuais presentes, devem ser entregues e recebidos com a mão direita, pois a mão esquerda é considerada impura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9-      Na Hungria, um bom tema para conversas é a seleção de futebol de 1954 bem como o Honved, time de Puskas (+2006) e outros, que maravilhou o mundo com a qualidade do futebol apresentado. Até hoje não conseguiram repetir o feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10-    No Peru a pontualidade não é tão rígida; os atrasos são freqüentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11-    Na Alemanha as mulheres devem evitar jóias ou qualquer ostentação ao se apresentarem para discussões de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12-    Na Coréia do Sul não se deve estranhar se o interlocutor arrotar de satisfação depois da refeição. O mesmo ocorre em alguns países árabes. Essa nossa formalidade não existe para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13-    Em Taiwan é preciso paciência nas discussões de negócios, pois leva-se tempo para ganhar a confiança local. Evite as cores preta, branca e vermelha nas roupas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se vai trabalhar no exterior, a euforia de viver num país diferente dura de 3 a 6 meses; daí em diante e até 9 meses, passa-se a questionar a cultura local e inicia-se um período de depressão.  Por fim, o executivo e sua família atingem uma estabilidade.  Não é que assimilem valores estrangeiros; eles aprendem a conviver com eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que acontece no Brasil?&lt;br /&gt;            O povo brasileiro caloroso e espontâneo como é, por vezes ultrapassa limites considerados até aceitáveis, mas que podem comprometer chances de bons negócios e relações, gerando constrangimentos e gafes difíceis de serem contornados. Se não vejamos:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-             Ao tocarem o nosso Hino Nacional, você aplaude ou não?&lt;br /&gt;          E se for de outro País, como proceder? Qual a postura correta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-             Levanta-se quando recebe um brinde pessoal? E se esse brinde for destinado à nossa Pátria, ao Brasil?&lt;br /&gt;3-             Recebeu um presente de seu anfitrião – deve-se abri-lo ou não? E qual o momento correto para troca de presentes, no começo ou no fim da reunião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-             Dobra-se ou não a ponta superior do cartão de visita? Seus dados devem estar escritos em português, inglês ou no idioma do País com o qual for negociar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-             Qual o idioma correto para um discurso em país estrangeiro? É cortesia utilizar o idioma do país visitado ou existe uma norma oficial para a comunicação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-             É necessário degustar sorrindo aquele fibroso “barbacue” que lhe oferecem ou você pode recusar gentilmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7-             Qual o tratamento correto para o Príncipe da Arábia Saudita? - ele esteve há poucos meses no Brasil e visitou empresas nacionais. E o que oferecer quando de sua visita? Café, água, um suco tropical ou nossa famosa caipirinha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8-             Somando-se a essas perguntas ficam as dúvidas sobre o uso do celular e do cigarro. A vida moderna impõe limites legais ao uso do cigarro, charuto e cachimbo e, pela omissão, acaba abrindo espaço para o celular. Quando se pode acender um e desligar o outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9-             O contato físico muito estreito, logo ao ser apresentado, é um ponto bastante delicado. Em vários países, o famoso beijinho, ou dois e até “três para casar”, gera desconforto e uma péssima primeira impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10-         O hábito de tratarmos as pessoas pelo primeiro nome também soa como excesso de intimidade, em várias culturas. Em princípio, as pessoas se tratam pelo sobrenome, só flexibilizando o tratamento após certo tempo de convivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11-         A falta de pontualidade é responsável por fazer o brasileiro perder o trem, o avião e milhões de dólares em bons negócios. Marca de desrespeito, falta de educação e organização do próprio tempo, ela é considerada falta das mais graves. Tão grave quanto ela é não responder a correspondências, telefonemas e e-mails.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12-         Alguns gestos com as mãos parecem mecânicos e ingênuos, mas podem sinalizar ofensas pessoais e conduta grosseira. Apontar com o dedo polegar para cima e conversar com a mão no bolso são alguns exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13-         Apresentar-se sem cartões de visita faz com que o profissional faça uma péssima figura. Em algumas culturas, executivos obedecem a verdadeiros rituais na troca de cartões e eles são extremamente valorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14-         Existem aspectos importantes a serem observados quando vamos negociar com países da Ásia, principalmente China e Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15-         Saber como presentear e ser presenteado também pode fazer a diferença entre um negócio fechado e um negócio perdido. Muitos aspectos envolvem esse ato: número de itens, cor da embalagem, tipo de presente, valor, pessoas que não podem ser presenteadas por estranhos. Assim, o que pretende ser um agrado pode provocar o efeito contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16-         Cruzar as pernas, tirar ou ficar de sapatos, mascar chicletes, bocejar sem colocar a mão na frente da boca, chamar por apelidos, dar tapinhas nas costas, fazer perguntas sobre assuntos considerados muito “pessoais”, não comparecer aos eventos vestido de modo correto e assobiar em público, podem deixar o brasileiro em verdadeiras “saias justas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A globalização faz do executivo uma pessoa integrada, participante; então é preciso respeitar sua Pátria, suas leis, seus hábitos e costumes, assim como a dos outros povos. O respeito pelas normas protocolares, regras e tradições é, sem sobra de dúvidas, fundamental ao sucesso de qualquer negociação.Protocolo não é supérfluo; é cultura, facilita a aproximação entre os povos, abre espaço para o bom relacionamento e amplia o caminho para a negociação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8354806165043172613?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8354806165043172613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/relacoes-com-clientes-e-gafes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8354806165043172613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8354806165043172613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/relacoes-com-clientes-e-gafes.html' title='RELAÇÕES COM CLIENTES E GAFES'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4405777437274518535</id><published>2009-09-16T10:02:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T10:04:02.780-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O CÓDIGO DE ÉTICA NO MARKETING DIRETO</title><content type='html'>IX – O CÓDIGO DE ÉTICA NO MARKETING DIRETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Ética. Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Opt in. O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido.&lt;br /&gt;·         Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens.&lt;br /&gt;3 - Opt out. Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Uso do endereço eletrônico. Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Tamanho dos arquivos. Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Auto-executáveis. Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Relevância. O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - Freqüência. Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - Política de relacionamento. É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato / compromisso assumido formalmente com o consumidor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4405777437274518535?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4405777437274518535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-codigo-de-etica-no-marketing-direto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4405777437274518535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4405777437274518535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/09/o-codigo-de-etica-no-marketing-direto.html' title='O CÓDIGO DE ÉTICA NO MARKETING DIRETO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5192495582572131640</id><published>2009-08-28T14:09:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T14:10:30.164-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>ÉTICA</title><content type='html'>ÉTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles, Platão, Santo Agostinho, JJ Rousseau – Contrato Social, Spinoza, Kant, Hegel, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Hebraico:- “Ética é a filosofia dos valores humanos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeremias Bentham (1748 – 1832) introduziu o termo DEONTOLOGIA na nomeclatura filosófica:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DÉON – grego – o que é conveniente, obrigatório, que deve ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOGIA – grego –  o conhecimento metódico, sistemático e fundado em argumentos e provas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim:- “a ciência do que é justo e conveniente que o homem faça, ou, norma que dirige o comportamento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Erich Fromm (1900 – 1980) “As fontes das normas para uma conduta ÉTICA  encontra-se na própria natureza humana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ética médica, advocatícia, jornalística, publicidade, comercial, política, empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexões:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-    A ética é o fundamento da sociedade, da justiça. Sem esses valores, não existe a comunidade humana, é a volta da barbárie, da revolta. Não há que se falar em sociedade sem ética. Ela é indispensável a qualquer atividade humana, seja ela publica ou privada, e acima de tudo o princípio fundador de uma civilização democrática e justa; faz-se necessário sejam respeitados os princípios básicos das relações humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-    Diz-se que atravessamos uma “crise de valores morais” que se refletem na falta de respeito às leis e na carência de credibilidade de quem detém o poder, daí a necessidade de voltar-se para os princípios éticos na esperança de redefinir valores que sejam aceitos, e propiciem harmonia na convivência de indivíduos e grupos, e, enquanto existirem, entre dominantes e dominados. É algo a perseguir.&lt;br /&gt;“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Ética. Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Opt in. O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado.&lt;br /&gt;Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido.&lt;br /&gt;Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens.&lt;br /&gt;3 - Opt out. Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Uso do endereço eletrônico. Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Tamanho dos arquivos. Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Auto-executáveis. Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Relevância. O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - Freqüência. Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - Política de relacionamento. É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5192495582572131640?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5192495582572131640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/etica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5192495582572131640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5192495582572131640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/etica.html' title='ÉTICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-1094210063101011956</id><published>2009-08-28T14:07:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T14:09:08.154-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>REAPRENDENDO A OUVIR</title><content type='html'>REAPRENDENDO A OUVIR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ouça uma centena de vezes. Pondere mil vezes. Fale uma vez só”.(Anônimo)&lt;br /&gt;“Não sabendo escutar,também não sabem falar”.(Heráclito de Êfeso – frag.2000 AC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCUTAR é igual receber informações. OUVIR é a arte de prestar atenção com a mente focada na compreensão da mensagem que está sendo transmitida. OUVIR exige manter contato visual, observar a linguagem corporal de quem fala e perceber nas entrelinhas o que está sendo dito.&lt;br /&gt;Os jornalistas são treinados ativamente na arte de ouvir e em seguida contra – argumentar com perguntas inteligentes, enriquecendo o diálogo e as informações.&lt;br /&gt;A melhor forma de estabelecer um relacionamento positivo com os clientes é se mostrar verdadeiramente interessado neles. Quando lhes ganhar a confiança, o resultado será imediato, através do sucesso em sua empreitada, seja lá qual for.&lt;br /&gt;Em negócios ou em idéias, vejo a comunicação como uma partida de pingue-pongue, onde os “players” querem ganhar o próprio ponto. Mas parar para entender as diferenças nos pontos de vista pode transformar “adversários” em verdadeiros parceiros.&lt;br /&gt;As pessoas não conseguem escutar até que tenham sido ouvidas; elas precisam desabafar, falar sobre suas necessidades, vontades, esperanças, sonhos, medos, ANTES que você fale. É como tentar botar mais água num copo cheio. Há que esvaziá-lo.&lt;br /&gt;Na atualidade é grande o número de pessoas que ouvem mas não escutam, vivem mas não existem, falam mas nada dizem.&lt;br /&gt;Pensar que DIALOGAM quando só sabem COM – VERSAR, i.é., versam sobre vários assuntos, mas não sabem ser sujeitos de seus atos, não se incluem no cenário. Nunca erram. Nunca praticam a MAIÊUTICA de Sócrates, que é a arte de parir idéias, que só é possível através do exercício do diálogo.&lt;br /&gt;Desconhecem a realidade das palavras; nem todos arrumam tempo para amadurecer a verdade que às vezes é dura e cruel; nem todos têm coragem para reconhecer o sentido oculto das palavras – o estilo de linguagem irônico, fino, elegante (Millor, Veríssimo); nem todos simplesmente se importam com o que o outro quer lhe dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caia sete vezes. Levante- se oito. (Provérbio Japonês)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você é um cavalo - ela é louca&lt;br /&gt;3. Você é um cavalo - conspiração&lt;br /&gt;10. Você é um cavalo – compre uma ferradura e agradeça pelo “feedback”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO:&lt;br /&gt;I - O diálogo passa a existir quando há interesse e espontaneidade dos sujeitos de trocarem a experiência de seus mundos internos, alternadamente.&lt;br /&gt;II - Se nos encontrássemos daqui a três anos, o que precisaria acontecer para que você se sentisse feliz a respeito do seu progresso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevendo sobre a reflexão de “REAPRENDENDO A OUVIR” assim se expressou a aluna PRISCILLA PEREIRA BATISTA:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem diz que é sábio nunca o é realmente. Saber ouvir é uma arte que não deve ser usada como troféu. Quem fala demais não tem tempo para refletir sôbre suas próprias palavras. Muitas vezes pensamos que ouvimos muito bem, mas esta é uma sensação ilusória. O ato de reflexão requer atenção e dedicação; muitas vezes não damos tanto valor ao que o outro nos diz, acreditando sempre que nosso discurso é mais interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer o que pensamos é reafirmar nossos próprios valores, ouvir é aprender que sua opinião não deve ser imutável. O outro sempre tem muito o que falar, mas o verdadeiro sábio analisará, decodificará, interpretará e aprenderá muito com isso, usando estes novos conhecimentos a seu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto pode-se afirmar que empresas interessadas nas reclamações, pedidos e sugestões de clientes podem crescer muito com esta atitude. Criar uma filosofia, uma política, uma nova formar de encarar as coisas, é, por conseqüência, uma atividade de reaprender a ouvir. A atitude surda demonstra um ato de desmerecimento com seus públicos e uma imaturidade empresarial. Portanto, não é só destampar os ouvidos, mas usar as informações como armas para um novo planejamento estratégico, isto sim é ser sábio.&lt;br /&gt;Escrevendo sobre a reflexão de “O (DES)ENCANTO DO CONSUMIDOR” assim se expressou a aluna PRISCILLA PEREIRA BATISTA:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor do século XXI encontra-se muitas vezes perdido nesta selva capitalista, já que suas vontades e seus desejos estão muito além da compra do produto. Para encantar um cliente já não basta mais oferecer sonhos de consumo, pois vivemos sob novo julgamento de valores em que o dinheiro não deve comprar a dignidade e o respeito de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas trabalham com sua filosofia pautada apenas no lucro, logo, mesmo que tratem mal seus públicos, havendo lucratividade para eles, nada é reanalisado. Mas, felizmente o jogo está começando a mudar. O que era um encanto tornou-se um desencanto: o consumidor deste novo milênio mudou seus juízos de valores, acreditando mais nos seus direitos enquanto cliente e cidadão, e menos nas promessas falsas de um capitalismo anti-ético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público está mais informado e também mais inconformado. Não só estão criticando mas exigindo seus direitos. O consumo existe há várias décadas, porém a visualização dos direitos do consumidor, só veio à tona em somente míseros 17 anos. O cliente consciente obteve uma vitória com o poder normativo, mas estamos muito aquém do ideal, do respeito que as relações de consumo deveriam ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim com todas essas reformas legislativas que derivaram do cliente insatisfeito, muitas empresas começaram a mudar a forma de gestão. Novos conceitos e valores foram atribuídos tanto para  encaixar-se na letra da lei, mas também porque começou a ter uma péssima demanda. O código de ética finalmente saiu da gaveta e os valores humanos estão aparecendo. Dificilmente, enquanto consumidores, saberemos se a real proposta da empresa é somente o lucro ou se realmente preocupam-se de maneira ética-responsável, porém, de uma maneira ou de outra, todas estão começando a ter que “dançar conforme a música”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-1094210063101011956?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/1094210063101011956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/reaprendendo-ouvir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1094210063101011956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1094210063101011956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/reaprendendo-ouvir.html' title='REAPRENDENDO A OUVIR'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4284223836167610763</id><published>2009-08-28T14:06:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T14:07:11.389-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>ESTREITANDO RELACIONAMENTO NAS RELAÇÕES COM CLIENTES</title><content type='html'>ESTREITANDO RELACIONAMENTO NAS RELAÇÕES COM CLIENTES&lt;br /&gt;→“ O conhecimento e a prática das normas que regem o comportamento no mundo dos negócios, geram benefícios imediatos...” (“tirando proveito da cortesia ”, de Mary Alden Hopkins ).&lt;br /&gt;→O Carnegie Institute of Tecnology analisou dados de 10.000 pessoas. Os resultados:&lt;br /&gt;15% = o sucesso delas deveu-se a treinamento técnico, inteligência e habilidade;&lt;br /&gt;85% = fatores de personalidade e habilidade em conduzir pessoas.&lt;br /&gt;→A Universidade de Harvard analisou milhares de pessoas. H e M, despedidos de seus empregos e o resultado foi: de cada 3 que não cumpriram seus trabalhos, 2 o foram por não conseguirem relacionar-se com os demais funcionários.&lt;br /&gt;→Segundo Albert E.Wiggan, em outra análise com 4.000 pessoas que perderam emprego em 1 ano, verificou que: 10% (400) fracassaram por incompetência; 90% (3.600) não desenvolveram personalidade para relacionar-se com pessoas.&lt;br /&gt;→Com treinamento, você aprende a ouvir e a falar na hora certa , com a entonação adequada.&lt;br /&gt;A forma de cumprimentar as pessoas, fazer apresentações, vestirem-se e comportarem-se durante entrevistas, também podem ser aprendidas.&lt;br /&gt;→Ao criticar, procure fazê-lo construtivamente, transforme reclamações em vendas, aprimore o relacionamento com os colegas e clientes de temperamento difícil, apresente idéias, sugestões, projetos, com eficiência. Não deixe arestas em suas discussões. Tudo isso possibilita a adesão de códigos que respeitam os interlocutores como pessoas, com suas sensibilidades e individualidades, lembrando que há pessoas que têm enormes dificuldades em relacionar-se com seus iguais, quando saem da frente de seus computadores e tem que... FALAR.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4284223836167610763?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4284223836167610763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/estreitando-relacionamento-nas-relacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4284223836167610763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4284223836167610763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/estreitando-relacionamento-nas-relacoes.html' title='ESTREITANDO RELACIONAMENTO NAS RELAÇÕES COM CLIENTES'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-2032446568753223570</id><published>2009-08-28T14:02:00.001-07:00</published><updated>2009-08-28T14:02:48.208-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>AS FONTES NO JORNALISMO</title><content type='html'>AS FONTES NO JORNALISMO&lt;br /&gt;O jornalismo pode ser definido como uma atividade profissional cujo objetivo é investigar, reunir, contextualizar criticamente e transmitir com regularidade ao grande público, ou a segmentos dele, informações da atualidade, por meio de veículos de comunicação.&lt;br /&gt;Seu trabalho é materializado através do jornal impresso, revista, rádio, TV, internet. Gera o que poderíamos denominar de “indústria da informação” – exigindo cada vez mais técnicos capacitados -, caracterizando-se como atividade industrial, mas, não é um formador de um produto qualquer, como um sabonete, uma camisa, um sapato. A sociedade precisa de explicações para exercer a cidadania e sobreviver, principalmente sobre os acontecimentos com maior capacidade de desorganizar ou reorganizar a vida social.&lt;br /&gt;A pergunta que se faz é: como o ser humano poderá se tornar protagonista de seu próprio destino, se não sabe o que está acontecendo a sua volta? Outra questão: como viver num permanente estado de alienação, sem o mínimo de informação? Dessa forma, fica evidenciado que o jornalismo está associado a dois pilares da democracia contemporânea: o Direito a Informação e o Direito a Opinião.&lt;br /&gt;Sob esse aspecto, jornalismo e fonte, intimamente ligados, são protagonistas da democracia, ainda que a notícia na qual a fonte esteja envolvida possa não ser das melhores ou das mais dignas: - um escândalo, uma crise, um acidente, são exemplos típicos do que imediatamente se transforma em notícia – simplesmente porque são surpreendentes, incomuns, fogem da rotina.&lt;br /&gt;Em contrapartida também a fonte tem o direito de procurar o jornalista, objetivando divulgar informações que considere importantes. Não é só o assessor de imprensa que executa essa missão, porém, em princípio, qualquer pessoa que detenha informações relevantes para a sociedade, tem o direito e o dever de tentar socializá-las.&lt;br /&gt;DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS&lt;br /&gt;A Constituição Federal do Brasil, promulgada em 1988, através do artigo 5º estabelece, entre outros:&lt;br /&gt;IV- É livre a manifestação do pensamento sendo vedado o anonimato;&lt;br /&gt;V- É assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou a imagem;&lt;br /&gt;IX- É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;&lt;br /&gt;XIV- É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional;&lt;br /&gt;E mais os artigos 220 e 221:&lt;br /&gt;CAPÍTULO V – DA COMUNICAÇÃO SOCIAL&lt;br /&gt;Art. 220: A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado ou disposto nesta Constituição.&lt;br /&gt;Art.221: A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:&lt;br /&gt;I-                   ...&lt;br /&gt;II-                 ...&lt;br /&gt;III-              ...&lt;br /&gt;IV-              Respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.&lt;br /&gt;Assim, com o amparo legal que a fonte tem, não há o que temer quando “socializar” uma informação à imprensa, que precisa oferecer ao seu público, notícias independentes, autônomas, críticas, confiáveis, capazes de explicar a vida social, uma vez que o negócio não é promover pessoas ou organizações. A existência da imprensa depende da credibilidade atribuída pela sociedade às informações por ela geradas. Parcialidade, promoção, endeusamento são tudo o que o público não quer da imprensa.&lt;br /&gt;Não podemos olvidar do papel que representa a assessoria de imprensa. O surgimento delas contribuiu decisivamente para a profissionalização do setor de informação pública, com delimitação clara de posições, tanto do lado de quem fornece à informação quanto de quem a coleta. Fica mais nítida a posição do repórter como agente do público, sujeito muitos vezes ao contexto das relações econômicas e de poder de que nada escapa da sociedade – certamente não as empresas jornalísticas.&lt;br /&gt;ATRIBUTOS QUE A FONTE PODE OFERECER&lt;br /&gt;Preferencialmente:&lt;br /&gt;a)      Seu contexto deve referir-se a fatos, bens, serviços, decisões que alteram ou explicam o mundo presente das pessoas;&lt;br /&gt;b)      A informação deve estar próxima da realidade do público a que se destina;&lt;br /&gt;c)      Deve faze referencias a pessoas, lugares, datas e temáticas conhecidas;&lt;br /&gt;d)      Deve valorizar suas conseqüências para vida das pessoas;&lt;br /&gt;e)      Indicar eventuais conflitos de interesses;&lt;br /&gt;f)       Indicar novos conhecimentos se for o caso;&lt;br /&gt;g)      Acentuar seu caráter utilitário se houver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;Chaparro, Manoel Carlos – “Jornalismo na fonte” – Brasilia – Banco do Brasil, 1996.&lt;br /&gt;Duarte, Jorge (Org.) – “Assessoria de Imprensa e relacionamento com a mídia” – 2º Ed., Ed Atlas, 2009.&lt;br /&gt;Lage, Nilton – “A reportagem, teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística”- 1º Ed., Record, 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-2032446568753223570?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/2032446568753223570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/as-fontes-no-jornalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2032446568753223570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/2032446568753223570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/as-fontes-no-jornalismo.html' title='AS FONTES NO JORNALISMO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5113036539185823590</id><published>2009-08-28T13:53:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T14:01:22.179-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>COMO FAZER UMA RESENHA</title><content type='html'>COMO FAZER UMA RESENHA – ANDRÉ GAZOLA – BENTO GONÇALVES (&lt;a href="http://www.lendo.org/COMO-FAZER-UMA-RESENHA"&gt;WWW.LENDO.ORG/COMO-FAZER-UMA-RESENHA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural que cresce a cada dia e que tende a confundir até os mais familiarizados com todo esse conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de Resenha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora eu falei sobre as resenhas de uma forma geral e livre e esses dados são suficientes para você já esboçar alguns parágrafos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/produção_DisplayType_G" target="_blank"&gt;produção&lt;/a&gt; completa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;&lt;br /&gt;2.Apresente a obra : situe o leitor descrevendo em poucas &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/linha_DisplayType_G" target="_blank"&gt;linhas&lt;/a&gt; todo o conteúdo do texto a ser resenhado;&lt;br /&gt;3.Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;&lt;br /&gt;4.Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;&lt;br /&gt;5.Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.&lt;br /&gt;6.Recomende a obra : Você já leu, já resumiu e já deu sua &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/opinião_DisplayType_G" target="_blank"&gt;opinião&lt;/a&gt;, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.&lt;br /&gt;7.Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.&lt;br /&gt;8.Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”&lt;br /&gt;Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/mesmo_DisplayType_G" target="_blank"&gt;mesmos&lt;/a&gt;, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha descritiva apenas descreve, não expõe a opinião o resenhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, na resenha temática , você fala de vários textos que tenham um assunto (tema) em comum. Os &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/passo_DisplayType_G" target="_blank"&gt;passos&lt;/a&gt; são um pouco mais simples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;&lt;br /&gt;2.Resuma os textos : Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início quem é o &lt;a href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=5616647&amp;amp;word=PMSResseller-MICOXJCG&amp;amp;go=http://lista.mercadolivre.com.br/autor_DisplayType_G" target="_blank"&gt;autor&lt;/a&gt; e explique o que ele diz sobre aquele assunto;&lt;br /&gt;3.Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar a uma conclusão sobre o tema tratado;&lt;br /&gt;4.Mostre as fontes: Coloque as referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;&lt;br /&gt;5.Assine e identifique-se: Coloque seu nome e uma breve descrição do tipo “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5113036539185823590?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5113036539185823590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/como-fazer-uma-resenha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5113036539185823590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5113036539185823590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/como-fazer-uma-resenha.html' title='COMO FAZER UMA RESENHA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3390607653879420692</id><published>2009-08-28T13:52:00.001-07:00</published><updated>2009-08-28T13:52:59.060-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>A VERDADE SOBRE O "PRESS RELEASE"</title><content type='html'>A VERDADE SOBRE O “PRESS RELEASE”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assessoria de imprensa tem como tarefa principal influenciar algo que não controlam:- o conteúdo da mídia. Na tentativa de fazer com que os seus clientes saiam nas mídias eletrônicas e escritas, enviam “press release” – que trazem informações às vezes valiosas, às vezes irrelevantes, e as vezes engraçadas – para os principais órgãos da imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Editoria de Negócios dos principais jornais, chegam, todos os dias, aproximadamente, mais de 100 “releases” – por carta/ ofício, “fac-símile”, “e-mail”, etc., sem contar os inúmeros telefonemas, de apressados jornalistas, relações públicas, e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PIORES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os piores “releases” procuram imitar reportagens, e são enviados aos órgãos de imprensa, principalmente na área de negócios, como se constituíssem material jornalístico. São escritos em laudas, trazem títulos jornalísticos e assinatura do repórter. Raramente são lidos por serem muito compridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega a ser espantoso que empresas especializadas em “comunicação” desconheçam que órgãos de imprensa conceituados, em qualquer lugar do mundo, muito dificilmente publicam material de divulgação em forma de reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultando o “Manual Geral da Redação” da Folha verificamos que ele é claro a respeito:- “Como se trata de informação que a fonte tem interesse explícito em divulgar, deve ser vista com precaução. Na maior parte das vezes, os “releases” são úteis apenas como subsídio para o trabalho jornalístico, que jamais pode basear-se neles.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de não ser  lido, e muito menos publicado, o “release” apresentado como material jornalístico pode irritar o editor, uma vez que põe em questão a sua integridade enquanto profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVIDADES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma e o conteúdo dos “releases” refletem a tarefa do assessor de imprensa, que procura convencer os jornalistas de que seu cliente é notícia. Não é por acaso que as palavras mais usadas nos “releases” – que não variam muito entre si – são “novo”, “novidade” e “inovação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num “release” da WY Comunicações, por exemplo, a palavra “nova” está no título, inicia a primeira frase, e derivantes da palavra aparecem mais três vezes num texto de 28 linhas. A Manager Comunicação chega a usar “novo” ou “novidade” em quatro das cinco frases de um “release” da “Philips”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanta insistência funciona negativamente, uma vez que muitos jornalistas lêem o “release” para ter certeza de que não estão perdendo nada, ao menos em áreas como negócios, turismo e moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os melhores “releases” são sucintos e chegam logo ao ponto. Servem para sugerir pautas, e em geral, são vistos como úteis pelos jornalistas, principalmente quando trazem, de fato, alguma novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabem os assessores de imprensa eficientes, um bom “release” pode facilmente resultar no que os norte-americanos – que devem entender dessas coisas – chamam de “media exposure”, ou seja, visibilidade na mídia. Para tanto um “release” precisa trazer informações efetivamente novas e interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “RELEASE MANIA” - ALGUMAS OPINIÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Rangel Cavalcante (“O vírus da desinformação que ataca a imprensa”, Jornal do Brasil (Caderno B), p. 1), numa rápida pincelada sobre a história do “press-release”, diz que ao aparecer nos Estados Unidos, essa peça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“era um complemento de informações, uma espécie de roteiro, distribuído antes de entrevistas e atos formais, para facilitar o trabalho dos repórteres. Estimulado pelo uso permanente na empresa privada, o “release” chegou à Imprensa brasileira, deformou-se e hoje é um dos piores males enfrentados pelos meios de comunicação. Virou boletim de propaganda, instrumento de culto à personalidade no serviço público, trazendo tudo o que não interessa ao leitor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse pequeno quadro que traça o caminho do “release” dos Estados Unidos até o Brasil, transformado – segundo Cavalcante – no vírus da desinformação brasileira que ataca a imprensa, nota-se um aspecto que vem sendo a tônica central das discussões a respeito dessa peça: a de que o “press-release” é um mal, inútil e quem o faz é um vilão defensor da imprensa e do sistema capitalista que a suporta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, porém, existem aqueles que preferem deixar de lado as análises emotivas sobre o “press-release” dando ares a um estudo bem mais profundo dessa peça que não pode ser dissociada da nossa realidade, principalmente aquela na qual se desenvolveram jornalistas e relações públicas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões a respeito do “press-release” e sua importância dentro do cenário nacional das informações tem merecido grande espaço na pauta daqueles que procuram esclarecer melhor o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audálio Dantas (“Press-release e acomodação”, in Unidade, p. 3), por exemplo, diz que “se a informação distribuída por esse meio, geralmente em forma de notícia pronta para publicação, é ou não correta, se é ou não de interesse público, cabe ao jornalista que a recebe julgar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, cabe ao jornalista receber o “press-release”, checar a fonte, investigar o fato, descobrir o que há por trás daquela notícia e aí sim utilizá-lo como pauta ou mesmo publicá-lo sempre reelaborando-o. Mas isso não quer dizer que o relações públicas (ou quem quer que seja) não tenha também a sua parcela de responsabilidade na elaboração do “release” e na sua conseqüente distribuição a imprensa. A simples observação leva-me a concluir que em muitos casos o “press-release” poderia ser perfeitamente dispensável cedendo lugar ao contato direto assessor/editor ou repórter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos, portanto, esclarecer mais uma vez: assessoria de imprensa é uma das atividades desenvolvidas por uma agência  ou departamento de Relações Públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relações com a imprensa é uma das armas de RP, mas sozinha não é Relações Públicas; é Jornalismo. Relações Públicas é um conjunto de atividades desenvolvidas em caráter permanente e organizado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na mesma exposição, uma outra lembrança do saudoso profissional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deve-se condenar, por exemplo, “aquele profissional, entre aspas, que manda o “press-release” e no dia seguinte liga para o editor reclamando a não publicação. E se não consegue a publicação, dá um jeito de falar com um amigo do editor, e assim começa todo um esquema do processo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, o profissional que produz um “press-release” deve fazer com que o empresário/cliente saiba que a informação não vai ser publicada exatamente do jeito que este aprovou. Pelo contrário, ao aprovar um “press-release”, a pessoa da empresa responsável deve estar certa de que o “release” desencadeia um processo de informação que poderá ampliar-se e abranger outros setores afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, porém, o aproveitamento do “press-release” como notícia pronta, acabada, é cada vez mais freqüente. Para muitos editores, hoje, o papel que chega à sua mesa de trabalho, recebe a chancela de notícia final e, como tal, é publicada. Assim o dever que tem todo o bom jornalista de analisar, indagar, questionar a informação que recebe, vai aos poucos sendo relegado a segundo plano diante da avalanche de “press-release”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem se contar o problema de que alguns empresários donos de jornal valem-se do “press-release” para encher páginas de jornal e assim economizar mão-de-obra. Para que contratar mais um repórter se há quem forneça notícia pronta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A QUEM INTERESSA A “NOTÍCIA PRONTA”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossas discussões à minha afirmativa  que há sempre um interessado nas “notícias prontas” causava espécie. Vejamos por que:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Ismar D’Angelo Netto, jornalista e diretor do jornal de bairro São Paulo Zona Sul, nos dá uma idéia da importância do “release” como fonte para o seu jornal:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “release” é a melhor coisa do mundo, pois a maioria dos jornais de bairro, como o meu, não têm estrutura para comportar repórteres. As matérias são feitas através de “releases”.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de D’Angelo Netto – que vê os “releases” com bons olhos –, o chefe de reportagem da Gazeta Mercantil diz que a proliferação dessas notícias e sua veiculação constituem nos problemas mais sérios da imprensa hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acho que a imprensa brasileira, por uma série de razões, se tornou extremamente dependente das fontes. É uma imprensa que não questiona jamais as fontes; vai engolindo o que elas empurram. E é o que a gente lê nos jornais. Às vezes, o sucesso de um jornal começa a existir exatamente porque ele resolve questionar a fonte e questionar todo o problema que envolve a imprensa de modo geral.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos mais significativos dessa dependência dos jornais brasileiros do “press-releases” é atestado pela notícia publicada pela sucursal de Curitiba do Jornal do Brasil, à época do Governo de exceção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Praticamente todos os jornais paranaenses não terão condições de sobreviver sem o seu “press-release”, pois se formaram e se desenvolveram sobre a comodidade da informação oficial. A opinião é do jornalista Mussa José Assis, diretor do matutino O Estado do Paraná, à respeito da decisão anunciada pelo governador Ney Braga, de acabar com a divulgação de “press-releases” pelas assessorias governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasião, afirmou o jornalista Luiz Geraldo Mazza, diretor de Jornalismo da TV paranaense: “Os jornais, as rádios e as televisões ficaram de tal forma condicionados à indústria do “press-release” que, sem sua existência, dificilmente terão condições de fechar suas edições.”&lt;br /&gt;Se o assunto “press-release” se restringisse apenas ao “release” como fonte de informação, poderíamos voltar nossos olhos especificamente para o desenvolvimento da credibilidade das fontes. Mas o envolvimento jornal/empresa através do “press-release” é muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empresário Jayme Sirotsky, vice-presidente da Rede Brasil Sul de Comunicações, diz que “as grandes agências de propaganda exercem pressões sobre os veículos de Comunicação para a publicação de “press-releases” que contenham informações de seus clientes ...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há inclusive muitos casos de distribuição de “release” via departamento comercial, sem falar nos casos em que o cliente telefona diretamente para a direção do veículo de Comunicação e consegue a publicação da matéria desprestigiando a própria agência de publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda com respeito à imposição colocada pelas empresas, mostramos dois exemplos:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Roberto Fontana, editor de Variedades do Diário do Grande ABC, diz ter restrições quanto ao uso da palavra imposição. O que ocorre – explica – é que muitas vezes a pessoa percebe que determinado “release” deve ser publicado pois ela está de uma forma ou outra ligada a determinados grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já seu companheiro de jornal, Nélson Dutti, repórter político, diz que a imposição é exatamente o termo.&lt;br /&gt;“Num jornal, como em qualquer outra atividade, estamos sujeitos às diretrizes da empresa e essa vive em função de interesses gerais e particulares. Na medida em que existe um interesse particular da empresa que acredita ser relevante, eles lhe dão uma orientação para a publicação do “press-release”. Agora, o que é bom fazer é dar um trato, uma moldada nele.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   Quanto a publicar um “release” esperando o anúncio, ele diz que o jornal é uma indústria de informação cujo produto final é a notícia e como indústria ela tem o poder de barganhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela quer vender seu produto e espera o retorno. O que sustenta um jornal efetivamente não é a venda nas bancas, é a venda em publicidade. Quer dizer, em função disso é perfeitamente plausível a possibilidade de se publicar um “press-release” esperando-se um retorno, mas não é freqüente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AFINAL, COMO CONSTRUIR UM “PRESS RELEASE”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.     Para jornais e revistas – via “e-mail” ou não – usa-se NOTÍCIA ANALÍTICA   =&lt;br /&gt;  3 Q     +      P     +   O   +     C&lt;br /&gt;Quem        Porque     Onde   Como&lt;br /&gt;Que (o)&lt;br /&gt;Quando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         O Título&lt;br /&gt;·         O título do press release deve ser breve, claro e direto ao ponto. Use os títulos e os subtítulos do seu press release como versões compactas de todo conteúdo.&lt;br /&gt;·         Geralmente títulos de press release devem ter o estilo de uma notícia ou de um anúncio, a fim de atrair jornalistas e leitores. Pode descrever a última conquista de uma organização, um novo evento, um novo produto ou serviço. Por exemplo, “Empresa XYZ anuncia parceria estratégica com a Empresa ABC”.&lt;br /&gt;·         Títulos são escritos em negrito e centralizado na folha, sendo tipicamente maiores (em tamanho 20 por exemplo) do que o texto de press release. Os títulos incluem o uso de tempo presente, sem usar “um (a)” e “a”/ “o”, bem como formas do verbo “SER”, em certos contextos.&lt;br /&gt;·         O “Lead”&lt;br /&gt;·         O “lead” é o primeiro parágrafo de um texto jornalístico com a introdução resumida do conteúdo, pelo ângulo do que é mais importante. Traz a essência da notícia, um resumo, respondendo pelo menos as perguntas  QUE, QUEM, QUANDO, ONDE, sempre com base no que é mais importante (lembrar sempre da pirâmide invertida). A necessidade da síntese está relacionada em particular, a grande quantidade de material que chega ao jornalista diariamente, e que o obriga a ter agilidade e paciência para examinar todos os releases. Existem jornalistas que lêem os textos até o fim, ainda que sejam várias páginas (!). Eles têm consciência de que, muitas vezes, o lead ou uma boa notícia estão perdidos no meio ou “no pé”. No entanto, o melhor é não arriscar. Cinco linhas são suficientes para fazer um bom lead.&lt;br /&gt;·         Deve apresentar um “gancho”, algo que “segure” o interesse pelo assunto, para estimular a continuidade da leitura.&lt;br /&gt;2.     Para Rádio e Televisão usa-se NOTÍCIA SINTÉTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NS   =   3 Q&lt;br /&gt;                                                                                                              Quem              &lt;br /&gt;                                                                                                                                                          Que (o)&lt;br /&gt;                                                                                                                 Quando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             Exemplo:-                  Quem – Roberto Carlos&lt;br /&gt;                                                            Quando – recebeu em dezembro&lt;br /&gt;                                                            Que (o) – o título de vovô do ano&lt;br /&gt;3.     O Conteúdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O press release deve ser escrito como você quer que ele apareça em uma notícia de jornal.&lt;br /&gt;·    Comece com a cidade e a data onde o press release originou-se (por exemplo: Rio de Janeiro, 06 de abril de 2009.).&lt;br /&gt;·    O press release deve ser compacto. Evite usar longas frases e parágrafos. Evite repetições e uso extenso de gramática.&lt;br /&gt;·    Um primeiro parágrafo (duas a três frases) deve ser um resumo do press release, e o resto deve ser mais detalhado (lembrando mais um vez da pirâmide invertida). Nem jornalistas  nem outros leitores lerão todo press release se o início do artigo não gerar interesse.&lt;br /&gt;·    Trabalhe com fatos reais e atuais – eventos, produtos, serviços, pessoas, alvos, objetivos, planos, projetos. Tente fazer o máximo uso destes fatos. Um método simples para escrever um press release eficaz é utilizar a nossa fórmula 3Q + POC.&lt;br /&gt;Em seguida, considere os seguintes pontos: Qual é a notícia? Por que isso é notícia? O objetivo da notícia; as pessoas, produtos, itens, datas e outros aspectos relacionados com a notícia; sua empresa, a fonte dessa notícia.&lt;br /&gt;·       Agora, baseado nesses pontos tente construir parágrafos e organizá-los sequencialmente: o título → o resumo da notícia → evento ou realizações → produto → pessoas → novamente o resumo que finaliza o press release → a empresa.&lt;br /&gt;4.     Dados Obrigatórios&lt;br /&gt;·       O nome oficial da empresa&lt;br /&gt;·       O nome da pessoa para contato&lt;br /&gt;·       Endereço comercial&lt;br /&gt;·       Números de telefone/ fax&lt;br /&gt;·       Endereço do e-mail&lt;br /&gt;·       Disponibilidade de horários&lt;br /&gt;·       Endereço do website (www.site-da-sua-empresa.com.br)&lt;br /&gt;5.     Lembretes&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;a)          Evite textos com mais de 30 linhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)         Redação simples e clara, frases curtas, contendo no máximo 25 palavras, de uso correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c)          Pense no público que se quer atingir:-&lt;br /&gt;c1) o jornalista&lt;br /&gt;c2) aquele diretamente interessado no assunto&lt;br /&gt;c3) público potencial:- àquele que pode ter interesse no assunto&lt;br /&gt;c4) demais pessoas, simples leitores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)         Ao colocar a função de alguém no texto, esta deve preceder o nome da pessoa. Exemplo:- o Presidente da República, Belmiro Enrolim, compareceu ontem ...&lt;br /&gt;e)          Você deve incluir o nome da empresa do título, qualquer subtítulo, e no corpo do primeiro parágrafo para uma melhor visibilidade por meio de mecanismos de busca para editores e outros leitores. Se possível, inclua o logotipo da empresa (ou um link para esse logotipo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E AGORA UM TEXTO COMPLETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UM →Planeje o texto. Vai um exemplo de plano:-&lt;br /&gt;Tema:- Assunto geral do texto:- Brasília&lt;br /&gt;Delimitação:- aspecto do tema que vai ser tratado:- turismo em Brasília&lt;br /&gt;Objetivo:- aonde você quer chegar com o seu texto?:- informar as opções de turismo em Brasília&lt;br /&gt;Idéias de desenvolvimento:- os pontos-de-vista que você vai defender:- Brasília monumental (palácios, catedral, torre, superquadras), Brasília ecológica (parques, cacheiras), Brasília mística (Vale do Amanhecer, Cidade da Paz)&lt;br /&gt;Com o Plano feito, é hora de redigir. Mãos à obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOIS →“Comece pelo começo”. Escolha uma frase bem atraente. Pode ser uma declaração uma citação, uma pergunta, um verso, a letra de uma música. Depois desenvolva a sua tese. Cada idéia num parágrafo. Por fim, conclua. Com um fecho de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRÊS →Seja natural. Imagine que o leitor esteja à sua frente ou ao telefone conversando com você. Fique à vontade. Espaceje suas frases com pausas. Sempre que couber, introduza uma pergunta direta. Confira ao seu texto um toque humano. Você está escrevendo para pessoas. Gente de carne e osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUATRO →Use frases curtas. Com elas, você tropeça menos nas vírgulas, nos pontos ou nas reticências. “Uma frase longa”, ensinou Vinícius de Moraes, “não é nada mais que duas curtas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINCO →Ponha sentenças na forma positiva. Diga o que é, nunca o que não é. Em vez de escrever “ele não assiste regularmente às aulas”, escreva “ele falta com freqüência às aulas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEIS →Prefira palavras curtas e simples. Os vocábulos longos e pomposos criam uma barreira entre leitor e autor. Fuja deles. Seja simples. Entre duas palavras, prefira a mais curta. Entre duas curtas, a mais expressiva. Casa, residência ou domicílio? Casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SETE → Opte pela voz ativa. Ela deixa o texto esperto, vigoroso e conciso. A passiva, ao contrário, deixa-o desanimado, flácido, sem graça. Compare:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             è       Voz ativa:- Os alunos fizeram a redação.&lt;br /&gt;             è       Voz passiva:- A redação foi feita pelos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OITO →Seja conciso. A frase não deve ter palavras desnecessárias. Por quê? Pela mesma razão que o desenho não deve ter linhas desnecessárias, ou, a máquina peças desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVE →Revise. Sua redação tem começo, meio e fim? Você defendeu seu ponto de vista? Escreveu parágrafos com tópico frasal e desenvolvimento? Respeitou a correção gramatical? (Redobre os cuidados com a pontuação, a regência de verbos e nomes, a crase, a concordância. Triplique a atenção com a passiva sintética – do tipo “vendem-se carros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEZ →Avalie. As frases soam bem? Sem cacófatos (- por cada, por tão, boca dela)? Sem rimas (rigor do calor). Você começou bem? Terminou melhor? Tenha certeza:- SEU TEXTO VAI SER LIDO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-              Beltrão, Luiz – Jornalismo Opnativo – Sulina – 1980 – 1º Ed.&lt;br /&gt;2-              Cardet, Ricardo – Manual de Jornalismo – Editorial Caminho – 1979 – Lisboa – Portugal - 2ª Ed.&lt;br /&gt;3-              Cesca , Cleusa G. Gimenes – Comunicação dirigida escrita na empresa – Summus Editorial – 1995 – SP&lt;br /&gt;4-              Duarte, Jorge (Org) – Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia – Teoria e Técnica – Atlas Edit – 2009 – 2º Ed.&lt;br /&gt;5-              Lima, Gerson Moreira – Releasemania – Summus Editorial – 1985 - 3ª Ed. – São Paulo&lt;br /&gt;6-              Palma, Jaurêz Rodrigues – Jornalismo Empresarial – Editora Sulina – 1988 – RS&lt;br /&gt;7-              Squarisi, Dad (Profª.) – Dicas de Português – C. Brasiliense – 30.06.1999 – pág. 3&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3390607653879420692?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3390607653879420692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/verdade-sobre-o-press-release.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3390607653879420692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3390607653879420692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/verdade-sobre-o-press-release.html' title='A VERDADE SOBRE O &quot;PRESS RELEASE&quot;'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-145248876310039547</id><published>2009-08-28T13:51:00.001-07:00</published><updated>2009-09-14T13:57:59.335-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>TIPOS DE REPORTAGEM</title><content type='html'>TIPOS DE REPORTAGEM&lt;br /&gt;Podemos apontar três modelos fundamentais:&lt;br /&gt;1. REPORTAGEM DE FATOS (fact-story) → Relato objetivo de acontecimentos que obedece na redação à forma da pirâmide invertida. Como na noticia, os fatos são narrados em sucessão, por ordem de importância ou cronologicamente. Em reportagens televisivas, quando se cobrem grandes acontecimentos, a edição parte do anúncio do fato, mas pode fazer de cada parte seguinte uma pequena notícia independente. Embora se caracterize pela objetividade, é possível encontrar exemplos em que o distanciamento seja menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. REPORTAGEM DE AÇÃO (action-story) → Relato movimentado, que começa sempre pelo fato mais atraente, para ir descendo aos poucos na exposição de detalhes. O importante nessas reportagens é o desenrolar dos acontecimentos de maneira enunciante, próximo ao leitor, que fica envolvido com a visualização das cenas, como num filme. Na TV, o repórter participa da ação e deixa de ser um mero observador, para tornar-se parte da narrativa. É o caso de certas reportagens que podem até incorrer em riscos, como filmar e entrevistar pessoas durante um assalto, fazer-se passar por cliente para investigar um negócio ilícito, filmar venda de drogas, etc. O repórter está no meio dos acontecimentos; o testemunho, portanto, é importante em relatos desse tipo, pois confere maior realismo e credibilidade à ação. Para quebrar a frieza, por exemplo, de uma reportagem documental, e captar o interesse do leitor para os assuntos, muitas vezes usam-se recursos de reportagem ora de ação ora de fatos, mostrando que os modelos não são rígidos. Pode ocorrer também o contrário: uma reportagem de ação ou de fatos que contém também referências documentais (depoimentos ilustres, dados numéricos e estatísticos, ou informações sobre procedimentos técnicos). Nesse caso, quase sempre a reportagem deriva de uma notícia e pretende além da informação detalhada do fato, uma contextualização desse fato. Amplia o campo da abordagem e passa a informar sobre o tema.&lt;br /&gt;A reportagem pode variar seus planos de texto ou seus esquemas, onde os tipos mais comuns são: cronológico, que é o contrário do esquema da “pirâmide invertida”, onde os fatos se hierarquizam por ordem de importância, começando o texto pelo fato mais remoto e não pelo mais importante. Dialético é um esquema comum na reportagem documental, onde o texto se põe a serviço da demonstração de uma idéia, e é também habitual quando se trata de questões controvertidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. REPORTAGEM DOCUMENTAL (quote story) → Relato documentado, que apresenta os elementos de maneira objetiva, acompanhados de citações que complementam e esclarecem o assunto tratado. Comum no jornalismo escrito, esse modelo é mais habitual nos documentários de televisão ou do cinema. Reportagem documental é expositiva e aproxima-se da pesquisa. Ás vezes tem caráter denunciante. Na maioria dos casos é apoiada em dados que lhe conferem fundamentação, adquirindo cunho pedagógico, e se pronuncia a respeito do tema em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. OUTRAS FORMAS DE REPORTAGEM → A reportagem-conto, que particulariza a ação escolhendo um personagem para ilustrar o tema que pretende desenvolver; a reportagem-crônica, que se detém mais em situações fortuitas e flagrantes do cotidiano, conduzindo a narrativa de forma impressionista, por meio de um narrador colocado em posição observadora ou reflexiva; o livro-reportagem que é a compilação de textos já publicados em jornais ou trabalho feito para livro, mas concebido a partir de textos jornalísticos.&lt;br /&gt;Tchekhov, jornalista e contista russo, dizia que um bom conto deveria ter: força, clareza, condensação e novidade.&lt;br /&gt;Um texto tem força quando arrebata o leitor e faz com que ele chegue até o fim da narrativa. Os pressupostos para tal resultado estão ligados à seleção de elementos que combinados em seqüência, produzem um efeito, que pode ser de ordem emotiva ou racional.&lt;br /&gt;A clareza é um atributo indispensável ao jornalismo e diz respeito à objetividade narrativa, com vistas à compreensão imediata.&lt;br /&gt;A condensação refere-se à compactação de elementos, ou seja, à concentração e síntese com que se manipulam os recursos narrativos e descritivos. Está ligada à dosagem com que os elementos são dispostos em seqüência, fazendo com que essa dosagem vá em direção a um ponto máximo dentro da história. É um retardamento proposital da narrativa, que cria o “suspense” necessário à manutenção da curiosidade do leitor.&lt;br /&gt;A novidade pode estar ligada ao acontecimento inédito – uma história surpreendente -, mas também diz respeito a uma observação diferente de qualquer assunto, ao ângulo insuspeitado na percepção de um fato, pessoa ou tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;1. “Técnica Reportagem” – Nota sobre a Narrativa Jornalística – Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, 1º Ed., 1986, Summus.&lt;br /&gt;2. “Técnicas de Codificação em Jornalismo” de Mário L. Erbolato, 4º Ed., 1985, Vozes.&lt;br /&gt;3. “Linguagem Jornalística” de Nilson Lage, 8º Ed., 2006, Atica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-145248876310039547?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/145248876310039547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/tipos-de-reportagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/145248876310039547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/145248876310039547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/tipos-de-reportagem.html' title='TIPOS DE REPORTAGEM'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8770122171907408901</id><published>2009-08-28T13:47:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T13:50:09.857-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>OS ANÚNCIOS NOS VEÍCULOS</title><content type='html'>OS ANÚNCIOS NOS VEÍCULOS&lt;br /&gt;Por que os anúncios são importantes para um jornal?&lt;br /&gt;                               “... também o jornal é antes de mais nada uma empresa”. (Alex Springer)&lt;br /&gt;O número de páginas é determinado não pelo setor de notícias, mas pela quantidade de anúncios vendidos para aquele dia (além de cadernos especiais devido a grandes eventos ou acontecimentos, como torneios, campeonatos esportivos ou outros acontecimentos importantes). O setor correspondente coloca os anúncios nas páginas antes de serem liberados para o setor de notícias. Como regra, os jornais imprimem um pouco mais de anúncios do que notícias. Os anúncios correspondem a 60% ou mais das páginas semanais, mas na edição de domingo é comum que as notícias tomem mais espaço do que os anúncios. A proporção de anúncios com relação a notícias deve ser alta porque os jornais não conseguem sobreviver sem os ganhos que os anúncios proporcionam. Os editores chamam este espaço deixado de "buraco na notícia". O setor de anúncios e o de notícias não influencia o conteúdo um do outro.&lt;br /&gt;Três tipos de anúncios dominam os jornais modernos:&lt;br /&gt;1.       Anúncios de exibição → com fotos e gráficos, estes anúncios podem custar milhares de reais, dependendo do tamanho. Estes anúncios, normalmente de lojas de departamento, cinemas e outros negócios, podem ser preparados por uma agência de publicidade ou pelo próprio departamento de anúncios. São chamados de carro-chefe e são responsáveis pela maior parte da renda;&lt;br /&gt;2.       Anúncios classificados → normalmente chamados de classificados são publicados em caracteres miniatura chamados de ágatas. Estes anúncios são de pessoas que querem comprar ou vender produtos, empresas procurando funcionários ou comerciantes oferecendo serviços. Os classificados têm preço acessível, são populares e eficazes, atingindo milhares de prováveis consumidores;&lt;br /&gt;3.       Folhetos  →  o terceiro tipo de anúncio é feito por grandes cadeias de lojas. Estes folhetos coloridos são colocados (“encartados”) no meio do jornal para serem distribuídos com a edição de domingo. Os folhetos trazem ganhos menores do que os anúncios carro-chefe. Os jornais cobram para distribuir os folhetos, mas não tem controle sobre seu conteúdo ou qualidade de impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrutura de Custos&lt;br /&gt;Para aquele que tenta editar um jornal sem subsídios só resta uma coisa: dobrar-se às leis da “economia social de mercado”. Na concorrência dos jornais entre si e com os outros meios de comunicação, impõe-se-lhe a hierarquia vigente dos objetivos: quem falha economicamente esta também jornalisticamente liquidado.&lt;br /&gt;Os jornais têm, conforme sua estrutura de clientes, duas fontes diferentes de rendimentos: Primeiro, os rendimentos de venda provenientes de assinaturas e da venda em bancas, e, segundo, rendimentos provenientes do comércio de anúncios. A relação em que ambas as fontes de rendimentos estão, uma para a outra, em sua respectiva participação no rendimento total, é, na imprensa privada, um fator jornalístico determinante fundamental.&lt;br /&gt;Muitas vezes perguntamos como é possível vender-se o jornal impresso com valor tão baixo. Entretanto é de interesse do Estado democrático garantir o maior público leitor possível, bem informado, por preços de compra baixos. Este interesse corresponde ao do editor em ganhar o maior número possível de leitores, para conseguir o maior número de anúncios. O desejo do editor do jornal, tantas vezes manifestado, de aumentar substancialmente os preços dos exemplares, “politicamente” baixos, para chegar a uma relação de rendimento equilibrada, contradiz, por isso, o interesse público. Este desejo só pode ser manifesto enquanto pairar a dúvida de que em toda a economia concorrencial, o rendimento principal dos jornais vem do negócio de anúncios. Simplesmente por ser este o caso, o poder na imprensa não pertence mais aos jornalistas, mas aos editores.&lt;br /&gt;O segundo componente do lucro do editor de jornal é a sua própria estrutura de custos. Quanto mais baixos puderem ser mantidos maior será o lucro. Depreende-se, pois que aumentar o preço, aumentar a tiragem e aumentar o preço de anúncios são descartados já que o maior objetivo está no aumento do número de páginas de anúncios (por conseqüência poderá até ter aumento de tiragem, já que o interesse dos promotores de publicidade concentra-se, nos últimos tempos com admiráveis conseqüências, no grupo de consumidores até agora desprezados, cujos desejos adormecidos valem a pena ser despertados e cuja liberdade de consumo vale a pena ser salva).&lt;br /&gt;Hoje os grandes grupos anunciantes escolhem a página onde querem ver impressos os anúncios de seus produtos, e não podemos esquecer que o Governo também é um grande anunciante, razão pela qual o apoio a determinados grupos que estão no poder torna-se essencial para garantir a sobrevivência de algumas empresas, seja através de créditos, incentivos (BNDES), ou mesmo publicidade.&lt;br /&gt;Apenas para não esquecer, em recente pesquisa do IBOPE, verificamos que a “web” mostrou que 49% das classes A, B e C pesquisam imóveis pela rede, enquanto que 44% pesquisam através de classificados impressos; anúncios na internet sobem para 4,2% representando hoje um bilhão de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;“Imprensa e Capitalismo” de Ciro Marcondes Filho – Org. – 1984 – 1º Ed., Kairos Livraria.&lt;br /&gt;“Técnicas de Codificação em Jornalismo”, de Mário L. Erbolato – 1985 – 4º Ed., Vozes&lt;br /&gt;“Jornalismo Opinativo”, de Luiz Beltrão – 1980 – 1º Ed., Sulina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8770122171907408901?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8770122171907408901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/os-anuncios-nos-veiculos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8770122171907408901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8770122171907408901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/os-anuncios-nos-veiculos.html' title='OS ANÚNCIOS NOS VEÍCULOS'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7640698442212620319</id><published>2009-08-20T07:12:00.001-07:00</published><updated>2009-08-20T07:12:48.591-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>SUMÁRIO DA APOSTILA DE TÉCNICA DE REPORTAGEM</title><content type='html'>SUMÁRIO&lt;br /&gt;1.       CONCEITO DE NOTÍCIA, “LEAD”, REPORTAGEM E OS ELEMENTOS QUE AS COMPÔEM. A FÓRMULA PARA NÃO ESQUECER...............................................................01&lt;br /&gt;2.       A PAUTA: TUDO COMEÇA COM ELA.PROPOSTA E EXECUÇÃO DE PAUTAS DE REPORTAGEM............................................................................................................................03&lt;br /&gt;3.       A PAUTA NO RÁDIOJORNALISMO........................................................................................05&lt;br /&gt;4.       A NARRATIVA JORNALÍSTICA, ANUNCIAR, ENUNCIAR, PRONUNCIAR E DENUNCIAR...............................................................................................................................06&lt;br /&gt;5.       O  QUE SÃO OS EDITORIAIS?.................................................................................................07&lt;br /&gt;6.       OS ANÚNCIOS NOS VEÍCULOS..............................................................................................09&lt;br /&gt;7.       TIPOS DE REPORTAGEM.........................................................................................................11&lt;br /&gt;8.       A VERDADE SOBRE O “PRESS-RELEASE”...........................................................................13&lt;br /&gt;9.       COMO FAZER UMA RESENHA...............................................................................................19&lt;br /&gt;10.    AS FONTES NO JORNALISMO................................................................................................20&lt;br /&gt;11.    APURAÇÃO E PESQUISA JORNALÍSTICA............................................................................22&lt;br /&gt;12.    FALHAS QUE PODEM OCORRER POR MÁ APURAÇÃO JORNALÍSTICA.......................23&lt;br /&gt;13.    A LINGUAGEM JORNALÍSTICA NA TV................................................................................24&lt;br /&gt;14.    A LEI DE IMPRENSA.................................................................................................................26&lt;br /&gt;15.    “GHOST WRITER”......................................................................................................................27&lt;br /&gt;16.    “HOUSE ORGAN”.......................................................................................................................29&lt;br /&gt;17.    RELATÓRIOS PARA ACIONISTAS..........................................................................................30&lt;br /&gt;18.    “CLIPPING”..................................................................................................................................32&lt;br /&gt;19.    TÉCNICAS DE ENTREVISTAS.................................................................................................33&lt;br /&gt;20.    JORNALISMO EMPRESARIAL.................................................................................................40&lt;br /&gt;21.    JORNALISMO CIENTÍFICO.......................................................................................................44&lt;br /&gt;22.    ÉTICA JORNALÍSTICA..............................................................................................................46&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7640698442212620319?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7640698442212620319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/sumario-da-apostila-de-tecnica-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7640698442212620319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7640698442212620319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/sumario-da-apostila-de-tecnica-de.html' title='SUMÁRIO DA APOSTILA DE TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-5501756933142606601</id><published>2009-08-20T06:38:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:39:31.641-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>SUMÁRIO DA APOSTILA DE RELAÇÕES COM CLIENTES E OMBUDSMAN</title><content type='html'>SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I.                    MARKETING NO BRASIL-A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO MARKETING.....................................................................................................01&lt;br /&gt;II.                  REFLEXÕES SOBRE O TEMA MKT NO BRASIL........................................04&lt;br /&gt;III.               A ETERNA LUTA ENTRE O CONSUMO E O CONSUMISMO...................06&lt;br /&gt;IV.                O DESENCANTO DO CONSUMIDOR...........................................................07&lt;br /&gt;V.                  POR QUE NOS MUTILAMOS?.......................................................................10&lt;br /&gt;VI.                CONSULTING SCIENCE – É O NOVO MARKETING?................................12&lt;br /&gt;VII.             ESTREITANDO RELACIONAMENTO NAS RELAÇÕES COM CLIENTES..........................................................................................................14&lt;br /&gt;VIII.           REAPRENDENDO A OUVIR...........................................................................15&lt;br /&gt;IX.                ÉTICA.................................................................................................................17&lt;br /&gt;X.                  O CÓDIGO DE ÉTICA NO MARKETING DIRETO.......................................18&lt;br /&gt;XI.                RELAÇÕES COM CLIENTES – GAFES..........................................................20&lt;br /&gt;XII.             A LÓGICA SOCIAL DO CONSUMO E DA NECESSIDADE-J.BAUDRILLARD............................................................................................24A&lt;br /&gt;XIII.           O OMBUDSMAN...............................................................................................25&lt;br /&gt;XIV.           APROXIMAÇÃO COM OS CLIENTES...........................................................36&lt;br /&gt;XV.              O RECALL..........................................................................................................38&lt;br /&gt;XVI.           RECALL – FAZÊ-LO OU NÃO?.......................................................................40&lt;br /&gt;XVII.         BRANDING.........................................................................................................43&lt;br /&gt;XVIII.      GERENCIAMENTO DA MARCA COM FOCO NO CLIENTE.......................48&lt;br /&gt;XIX.           UM MUNDO SEM MARCAS............................................................................49&lt;br /&gt;XX.              MULHERES NAS CLASSES A/B – COMO INTERPRETAR SEUS DESEJOS?............................................................................................................51&lt;br /&gt;XXI.           MULHERES SOLTEIRAS GASTAM MAIS...................................................52A&lt;br /&gt;XXII.         NOVO PERFIL DE CONSUMO DAS MULHERES.........................................53&lt;br /&gt;XXIII.      MASTIGE – MISTURA DAS PALAVRAS MASSA E PRESTÍGIO...............54&lt;br /&gt;XXIV.       O CONSUMO DE LUXO NO BRASIL..............................................................55&lt;br /&gt;XXV.         A EMPRESA ARROGANTE..............................................................................57&lt;br /&gt;XXVI.       O PESO DA IMAGEM NA COMUNICAÇÃO..................................................58&lt;br /&gt;XXVII.    MEDIDAS PARA RECUPERAR A REPUTAÇÃO...........................................60&lt;br /&gt;XXVIII.  ATENDIMENTO  A CLIENTES............................................................................................................61&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-5501756933142606601?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/5501756933142606601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/sumario-da-apostila-de-relacoes-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5501756933142606601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/5501756933142606601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/08/sumario-da-apostila-de-relacoes-com.html' title='SUMÁRIO DA APOSTILA DE RELAÇÕES COM CLIENTES E OMBUDSMAN'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7260996793622864404</id><published>2009-06-26T12:34:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:42:49.990-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>"CONSULTING SCIENCE" - É O NOVO MARKETING?</title><content type='html'>VI.“ CONSULTING SCIENCE ”- É o novo Marketing ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros sinais de advertência dos clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aumento das reclamações dos clientes&lt;br /&gt;· Satisfação decrescente dos clientes&lt;br /&gt;· Baixa freqüência de clientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor do século XXI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele procura produtos que sejam: mais inteligentes, melhores, mais baratos, mais velozes, menores, mais elegantes, “verdes”, orgânicos, ações sociais (engajados), personalizações (que as proporcionem, como a Honda e o acabamento de alguns prédios de apartamentos ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecendo o cliente do futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ O consumidor do século XXI exige tudo personalizado, de acordo com suas necessidades (bike Panasonic com 11655 combinações).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ O poderoso consumidor “ Eu quero do meu jeito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ A resposta aceitável para as empresas – “dê a eles o que querem ou não faça nada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Os consumidores do século XXI exigem serviços preventivos, como também melhor preço global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Passamos dos “citizens” para “netizens” – cidadão da rede – onde se estabelecem as “comunidades eletrônicas” com milhões de integrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Conceitos para o século XXI, definindo o consumidor:&lt;br /&gt;Eles têm paridade de informação com os fornecedores&lt;br /&gt;Almejam apenas três coisas: velocidade, personalização e preço (entenda-se agregando valor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;→ Assume a globalização&lt;br /&gt;→ Rigorosamente preso à moda&lt;br /&gt;→ Postura consultiva (áudio-visual)&lt;br /&gt;→ Adota tempo real em tudo&lt;br /&gt;→ Consome produtos descartáveis&lt;br /&gt;→ Barreiras de movimentação (passaporte para tudo:cartão de crédito fidelidade, cartão de farmácias, lojas, jornal, academia etc.)&lt;br /&gt;→ Ciclo de visitas:casa – trabalho-shopping-casa&lt;br /&gt;→ Define e comunica estratégia do produto e serviço que lhe convém&lt;br /&gt;→ Adora viver novas EXPERIÊNCIAS&lt;br /&gt;→ Esta saturado com a mesmice das propagandas&lt;br /&gt;→ O declínio da lealdade à marca&lt;br /&gt;→ Crescente concorrência global&lt;br /&gt;→ Canais de distribuição em constante modificação&lt;br /&gt;→ Mídias tradicionais ampliando o nível do ruído na comunicação (queda de jornais, baixo nível da TV aberta)&lt;br /&gt;→ Proliferação de novas estruturas de comunicação (blogs, celulares multimidias, Internet, TV’s interativas, mídias hipersegmentadas como mídia indoor, adesivamento em lojas de varejo, ações de sampling, iPod, BusTV, etc)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7260996793622864404?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7260996793622864404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/consulting-science-e-o-novo-marketing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7260996793622864404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7260996793622864404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/consulting-science-e-o-novo-marketing.html' title='&quot;CONSULTING SCIENCE&quot; - É O NOVO MARKETING?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-3143881795379225174</id><published>2009-06-26T12:33:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:42:29.259-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>POR QUE NOS MUTILAMOS?</title><content type='html'>V. POR QUE NOS MUTILAMOS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transcrito da Revista “Veja” de 05 de março de 2008, Seção Ponto de Vista, de Lya Luft, que é escritora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que nos mutilamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa página de revista deparo com um espetáculo deprimente: uma milionária americana de 62 anos entra num restaurante expondo a fotógrafos e freqüentadores um rosto tão desfigurado por plásticas, preenchimentos e outros processos que não era só feio e disforme, mas assustador. Nada mais ali combinava, as sobrancelhas em alturas diferentes, os olhos artificialmente enviesados estavam desemparelhados e o nariz sumia num rosto de lua cheia, fruto de inadequados esticamentos e exageradas invasões.&lt;br /&gt;Há poucos dias vi por acaso uma conhecida que não encontrava fazia anos. Reconhecia-a d longe, de costas para mim, e quando ela se virou na cadeira senti um choque. O corpo elegante de uma mulher madura era o mesmo. O rosto era uma coisa redonda e intumescida, lisa, com pouco das verdadeiras e simpáticas feições de que eu me lembrava tão bem. Os lábios estavam enormes, com algo de genial, os olhos pareciam pequenos demais, e seu nariz adunco, em lugar de ter sido corrigido para um pouco menos adunco – embora nunca tivesse sido feio-, era uma pobre batatinha perdida numa paisagem hirta e inexpressiva.&lt;br /&gt;Sei que no folclore a meu respeito consta entre outras coisas que sou “contra cirurgia plástica”. Nada mais incorreto e tolo. Eu mesma, viúva pela primeira vez aos 49 anos, de maneira súbita e brutal aos 51 tinha o rosto tão devastado pelo abalo que um amigo, excelente cirurgião, fez um lifting discretíssimo e pequeno, que não me rejuvenesceu – nem eu queria -, mas talvez tenha tirado um pouco do ar cansado e triste demais.&lt;br /&gt;Portanto, sou a favor de recursos não para enganar o tempo, o que em geral acaba em resultados desfavoráveis e patéticos, pedindo sempre mais e mais intervenções, mas para abrandar, eventualmente corrigir. A fim de que a pessoa, homem ou mulher, se sinta bem na própria pele. Não para que aos 60 a gente pareça ter 30 anos, e aos 80 viva a melancólica ilusão de ter 50.&lt;br /&gt;Não é a juventude que interessa, mas a felicidade e a alegria. Olhar-se no espelho e poder dizer: bem, esta sou eu, aqui está a minha história, o que for excessivo vou corrigir, mas não quero ser uma adolescente eterna, a não ser que minha alma permaneça infantilóide.&lt;br /&gt;Observo uma atriz importante dando entrevista e na contraluz estão evidentes as marcas impiedosas de cirurgias, fios de ouro, ou seja lá o que for, e outras intrusões que aos poucos vão se manifestando. Logo virão novas intervenções para corrigir aquilo, e assim será, talvez, até o fim da vida. A não ser que um amigo, um familiar ou um médico piedoso lhe diga para parar, em lugar de se torturar numa busca irracional fadada ao fracasso. A angústia por manter-se jovem muito além dessa fase pode levar aos maiores desatinos. Como os modelos que se apresentam em nossa cultura superficial indicam que o bom é ter sempre 15 anos, se não tivermos alguma bagagem interior (o que inclui a cultural) para remar contra a correnteza, em breve faremos parte da legião de mutiladas, as quais têm pouco delas mesmas, peles fanadas expostas em decotes ousados de precários vestidinhos.&lt;br /&gt;Nem todo mundo vai gostar do que escrevo aqui e digo em muitas palestras: dirão que madureza e velhice implicam doença e deterioração. Uma maturidade tranqüila e uma velhice elegante são mil vezes preferíveis à caricatura em que nos tornamos na busca do paraíso perdido, que é também uma ilusão. Pois a juventude nunca foi a melhor época da vida nem a única época interessante, embora possa cintilar e ferver mais. A cada fase da vida seu próprio encanto e, claro, suas próprias dores. Então, quem sabe a gente – homens e mulheres – procure gostar de si um pouco mais, trocando a fatal tentativa de negar o tempo por saúde, equilíbrio, beleza real e alegria, que fazem um bocado de falta neste mundo nosso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-3143881795379225174?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/3143881795379225174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/por-que-nos-mutilamos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3143881795379225174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/3143881795379225174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/por-que-nos-mutilamos.html' title='POR QUE NOS MUTILAMOS?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-1538119710965544720</id><published>2009-06-26T12:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:42:12.570-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>O DESENCANTO DO CONSUMIDOR</title><content type='html'>IV - O DESENCANTO DO CONSUMIDOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No anos 70 éramos uma coisa só, apelidadas pelo marketeiros de “mercado de massa”. Seduzidos pelos ícones de consumo daqueles tempos, queríamos possuir fogões modernos, geladeiras duplex, ares-condicionados, TV’s coloridas com controle remoto e, é claro, carros do ano. Estávamos permanentemente atentos às novidades anunciadas pela propaganda em comerciais divertidos ou didáticos. Tudo o que nos queríamos era chamar a atenção dos vizinhos, gritando bem alto: “Hoje eu também sou classe média.”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaram os anos 80 e com eles um estranho desejo. Bacana era ser diferente, único. Fazer parte da grande classe média já não tinha tanta graça assim. Bom era ter o carro do ano, mas um que mais ninguém tivesse. Individualistas e cada vez mais poderosos, passamos a querer tratamentos diferenciados, salas VIPs, filas especiais, recompensas pela nossa vacilante fidelidade. Para atender a nossas egocêntricas exigências, gurus de marketing desenvolveram conceitos como customização de massa, comunicação personalizada, database marketing. Embora relutantes no início, as empresas até que se esforçaram para tentar nos entender e atender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente novos ventos começam a soprar mais uma vez. A vida ficou muito complicada e nos tornamos solitários demais nesta virada de século. Isolados uns dos outros e do mundo, não achamos mais tão divertido morar sozinhos, namorar pela internet, participar de aborrecidos “chats” e passear pelos 200 e tantos canais da nossa TV a cabo. Continuamos querendo ser tratados individualmente. Porém, nostalgicamente, desejamos voltar a pertencer a um grupo, uma tribo, uma religião, um clube qualquer, que nos aceite como somos e que nos conecte com outras pessoas semelhantes a nós.(Ler Maslow)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como estamos reagindo hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não queremos bajulação das empresas. Conhecemos todos os seus truques de vendas. Sabemos distinguir o que é autêntico. Já temos tudo ou quase tudo de que precisamos. Enjoamos rápido de pseudo-novidades, como o celular com 200 ring tones, o relógio que indica também a direção do vento ou faz as quatro operações matemáticas no visor, a agenda e o celular que tiram fotos, a gravata mais larga ou mais fina ou o bico dos sapatos que muda a cada estação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês querem falar conosco? Então entendam isso de uma vez por todas - nós não estamos comprando só produtos ou serviços. Não acreditamos em promessas de exclusividade. Aliás, nem estamos mais interessados nisso. Trocamos de muito bom grado o exclusivo pelo inclusivo. Preferimos ouvir uma boa história do que mais uma piada nos seus comerciais. Queremos conhecer, isto sim, suas propostas sociais, se é que vocês têm uma. Estamos atentos ao que vocês dizem e fazem. Escolhemos nossas marcas como escolhemos nossos amigos, por identificação e afinidade. Parem de pensar somente nos lucros – já sabemos que não é nenhuma “palavra feia”. Vocês querem por a mão em nosso dinheirinho? Tudo bem. Mas primeiro vão ter que falar diretamente e conquistar nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevendo sobre a reflexão de “O (DES)ENCANTO DO CONSUMIDOR” assim se expressou a aluna PRISCILLA PEREIRA BATISTA:-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor do século XXI encontra-se muitas vezes perdido nesta selva capitalista, já que suas vontades e seus desejos estão muito além da compra do produto. Para encantar um cliente já não basta mais oferecer sonhos de consumo, pois vivemos sob novo julgamento de valores em que o dinheiro não deve comprar a dignidade e o respeito de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas trabalham com sua filosofia pautada apenas no lucro, logo, mesmo que tratem mal seus públicos, havendo lucratividade para eles, nada é reanalisado. Mas, felizmente o jogo está começando a mudar. O que era um encanto tornou-se um desencanto: o consumidor deste novo milênio mudou seus juízos de valores, acreditando mais nos seus direitos enquanto cliente e cidadão, e menos nas promessas falsas de um capitalismo anti-ético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público está mais informado e também mais inconformado. Não só estão criticando mas exigindo seus direitos. O consumo existe há várias décadas, porém a visualização dos direitos do consumidor, só veio à tona em somente míseros 17 anos. O cliente consciente obteve uma vitória com o poder normativo, mas estamos muito aquém do ideal, do respeito que as relações de consumo deveriam ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim com todas essas reformas legislativas que derivaram do cliente insatisfeito, muitas empresas começaram a mudar a forma de gestão. Novos conceitos e valores foram atribuídos tanto para encaixar-se na letra da lei, mas também porque começou a ter uma péssima demanda. O código de ética finalmente saiu da gaveta e os valores humanos estão aparecendo. Dificilmente, enquanto consumidores, saberemos se a real proposta da empresa é somente o lucro ou se realmente preocupam-se de maneira ética-responsável, porém, de uma maneira ou de outra, todas estão começando a ter que “dançar conforme a música”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-1538119710965544720?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/1538119710965544720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/o-desencanto-do-consumidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1538119710965544720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/1538119710965544720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/o-desencanto-do-consumidor.html' title='O DESENCANTO DO CONSUMIDOR'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-45290787655633836</id><published>2009-06-26T12:31:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:41:44.693-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>A ETERNA LUTA ENTRE CONSUMO E CONSUMISMO</title><content type='html'>III - A ETERNA LUTA ENTRE O CONSUMO E O CONSUMISMO&lt;br /&gt;Os casais de meia-idade estão freqüentemente numa posição lamentável quando se trata de viver numa sociedade em que é vergonhoso envelhecer. Algumas mulheres e mais recentemente os homens, fazem papeis ridículos com suas plásticas exageradas que os deixa com a aparência deformada e artificial. Não se pode mais, viver orgulhosamente uma fase da vida de cada vez e descobrir nelas os devidos encantos (que de fato existem). Esse é um sintoma de negação da morte e dos limites do mundo narcísico.&lt;br /&gt;As pessoas quando começam a perceber que as rugas são inevitáveis, que o cinza dos cabelos é um fato, e que a pele perdeu a elasticidade e está caída, comparam-se inevitavelmente com as imagens da juventude apresentada nos anúncios que inundam suas vidas. Resultado: depressão, com tinta ou sem ela. O envelhecimento é visto com af1ição e as pessoas não conseguem aceitá-lo porque na realidade, vêem-se com os olhos da mídia e não com seus próprios olhos. Tenta-se driblar o problema com hormônios, mesmo sabendo que dá câncer. Uma infinidade de cremes anti envelhecimento, prometem milagres que nunca se realizam, mas, nós, em nosso desespero os compramos todos.&lt;br /&gt;A aparência vem em primeiro lugar e, para o narcisista, o futuro é agora. Mas ainda aí, quando as pessoas de idade se reportam aos jovens, poderíamos nos perguntar se uma pessoa jovem se sente bem. Sabemos que não. O drama não é a idade, mas sim o medo de não existir como entidade. Então ninguém se sente bem nunca, em nenhuma idade. Os jovens no mundo narcísico não se sentem nem felizes porque há sempre algo fora do lugar: eles mesmos. Daí o aumento do consumo de drogas em nossos tempos.&lt;br /&gt;A bem da verdade o problema é muito complexo. Se essas crises com a idade trouxessem a possibilidade de uma ref1exão útil, tudo estaria ótimo. Mas a verdade é que não se consegue refletir. Essa é outra questão do consumo: você se preocupa com o consumo e gasta todo seu tempo pensando em como consumir e pagar o que vai consumir. Na medida em que as pessoas envelhecem afastam-se do mundo, tornam-se amargas, invejosas e feias. Mas o indivíduo mesmo assim consome, porque consumir é a única forma de estar vivo.&lt;br /&gt;Consumir é viver. Essa é a única forma de estar participando da vida. O capitalismo e o consumismo têm suas raízes muito bem fincadas no sistema nervoso dos homens de hoje porque ele já estava com as raízes fincadas na cabeça de seus pais, muito antes deles nascerem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-45290787655633836?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/45290787655633836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/eterna-luta-entre-consumo-e-consumismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/45290787655633836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/45290787655633836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/eterna-luta-entre-consumo-e-consumismo.html' title='A ETERNA LUTA ENTRE CONSUMO E CONSUMISMO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-4677236201747014637</id><published>2009-06-26T12:29:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:41:15.515-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RELAÇÕES COM CLIENTES/OMBUDSMAN'/><title type='text'>MARKETING NO BRASIL E REFLEXÕES SOBRE O TEMA</title><content type='html'>I - MARKETING NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.A Evolução Histórica do Marketing&lt;br /&gt;2.As Escolas na Fase do Marketing&lt;br /&gt;3.A Evolução das Definições do Marketing&lt;br /&gt;4.O Admirável Mundo Novo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUADRO 1 – A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO MARKETING&lt;br /&gt;Fases da História do Marketing&lt;br /&gt;Período&lt;br /&gt;Características&lt;br /&gt;1. Fase de produto&lt;br /&gt;De 1900 a 1925&lt;br /&gt;Não havia preocupação com a venda e, praticamente tudo que era produzido era vendido.&lt;br /&gt;2. Fase da venda&lt;br /&gt;De 1925 a 1950&lt;br /&gt;Na maioria das nações desenvolvidas, a preocupação era com a venda dos excedentes de produção&lt;br /&gt;3. Fase do marketing&lt;br /&gt;De 1950 a 1990&lt;br /&gt;Consolidação e difusão dos conceitos de Marketing, segmentação, 4 P’s e teoria do comportamento do consumidor.&lt;br /&gt;As escolas de marketing chegam ao Brasil e se consolidam.&lt;br /&gt;4. Fase do marketing de relacionamento&lt;br /&gt;De 1990 a Atual&lt;br /&gt;Cresce a preocupação com a construção de relacionamentos duradouros, primeiro com os clientes, e atualmente com os demais stakeholders (públicos de interesse), buscando o benefício mútuo.&lt;br /&gt;5. Fase do cybermarketing&lt;br /&gt;De 1996 a Atual&lt;br /&gt;A Internet e o comércio eletrônico mudam os hábitos de comunicação e consumo.&lt;br /&gt;Surge o Cybermarketing e o marketing experimental.&lt;br /&gt;Fonte: Adaptado de Cobra (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUADRO 2 – AS ESCOLAS NA FASE DO MARKETING&lt;br /&gt;Evolução Histórica&lt;br /&gt;Características&lt;br /&gt;Escola do Comportamento do Consumidor&lt;br /&gt;Criada no início da década de 50. Foco nos mercados consumidores, na informação demográfica de quantos e quem são estes consumidores. Ênfase nos produtos de consumo, finalizados e bens duráveis. Principais contribuições:- Katona (1953); Lazarsfeld (1955); Festinger (1957).&lt;br /&gt;Escola Dinâmica Organizacional&lt;br /&gt;Emergiu no final dos anos 50 e início dos anos 60. Foco no bem-estar do consumidor e necessidades dos membros dos canais de distribuição, como os fabricantes, atacadistas e varejistas. Principais contribuições:- Ridgeway (1957); Mallen (1963); Stern (1969).&lt;br /&gt;Escola de Macromarketing&lt;br /&gt;Criada no início dos anos 60. Foco nas atividades de marketing e instituições sociais. Surgiu como conseqüência do crescente interesse da função dos negócios na sociedade. Principais contribuições:- Holloway &amp;amp; Hancock (1964); Fisk (1967); Shawer and Nickels (1979); Hunt and Burnett (1982).&lt;br /&gt;Escola de Trocas Sociais&lt;br /&gt;Surgiu em meados dos anos 60. Foco nas trocas entre vendedores e consumidores e perspectiva interativa com respeito às transações de mercado. Principais contribuições:_ MacInnes (1964); Kotler (1972); Bagozzi (1974); Houston and Gassenheimer (1987).&lt;br /&gt;Fonte: Adaptado de Miranda e Arruda (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUADRO 3 – A EVOLUÇÃO DAS DEFINIÇÕES DE MARKETING&lt;br /&gt;Autor/Ano&lt;br /&gt;Definição&lt;br /&gt;Levitt&lt;br /&gt;(1983, p. 90)&lt;br /&gt;“Vender é manter um relacionamento. O que caracteriza é o tempo. Deve-se aumentar os esforços de marketing para os clientes existentes. Para o vendedor, a venda é o fim de um processo, para o comprador, é o início”.&lt;br /&gt;McKenna&lt;br /&gt;(1991, p. 69)&lt;br /&gt;“O marketing de relacionamento representa uma forma de integrar o cliente à empresa, criando e sustentando o relacionamento entre a empresa e o cliente”.&lt;br /&gt;Peppers e Rogers&lt;br /&gt;(1993, p. 22)&lt;br /&gt;“One-to-one (1 to 1) marketing é um tipo de marketing de relacionamento”. Para ser 1 to 1 a empresa precisa atuar focado no consumidor individual, seguindo a premissa de “tratar clientes diferentes de forma diferente”.&lt;br /&gt;PricewaterhouseCoopers&lt;br /&gt;(1999, p.12)&lt;br /&gt;apud (Gummenson, 2005)&lt;br /&gt;“O CRM é uma estratégia de negócios – uma atitude para funcionários e clientes – apoiada por certos processos e sistemas. O objetivo é construir relacionamentos a longo prazo, entendendo necessidades e preferências individuais – e dessa maneira agregando valor à empresa e ao cliente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO:&lt;br /&gt;Lealdade → Fidelidade (hoje altamente discutível)&lt;br /&gt;Informação → Conhecimento&lt;br /&gt;Customização → Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até bem pouco tempo atrás, atingir o público com campanhas massificadas era uma tarefa muito mais simples. Com a fragmentação da mídia – e da atenção dos consumidores –, a vida dos homens de marketing ficou complexa. Confira.&lt;br /&gt;O CONSUMIDOR DE ONTEM&lt;br /&gt;O CONSUMIDOR DE AMANHÃ&lt;br /&gt;→ Estava preso a alguns poucos canais da TV aberta e a emissoras de rádio – e suas respectivas grades de programação&lt;br /&gt;→ Tem infinitas opções de entretenimento eletrônico, com controle individual sobre o que assistirá e quando.&lt;br /&gt;→ Era submetido a programas criados para agradar à média e atingir o maior número possível de telespectadores.&lt;br /&gt;→ Encontra programas mais adequados a seu gosto – muitas vezes, esse conteúdo é doméstico, produzido por gente como a gente.&lt;br /&gt;→Recebia informação apenas dos grandes veículos.&lt;br /&gt;→ Divide sua atenção entre os veículos tradicionais e blogs, fotoblogs, podcasts e vídeo blogs.&lt;br /&gt;→ Era alvo da comunicação massiva das grandes marcas.&lt;br /&gt;→ Interage com as grandes marcas de maneira voluntária buscando sua publicidade preferida na Internet.&lt;br /&gt;→ Estava preocupado apenas em seguir o padrão da maioria.&lt;br /&gt;→ Deseja ser único – e mostra isso participando de comunidades e criando sua marca on-line.&lt;br /&gt;→ Consumia mídia predominantemente nos momentos de lazer.&lt;br /&gt;→ Sua vida existe em torno da mídia: do relacionamento com amigos no Orkut ao telefone celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - REFLEXÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Os adolescentes de hoje fazem parte de uma geração que, apesar do dinheiro contado no bolso, tem influência decisiva nas compras da família. Dentro de alguns anos, serão jovens adultos, o grupo mais desejado pela indústria de bens de consumo e pelas fornecedoras de serviços – e o marketing das empresas que quiserem conquistá-lo jamais será o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Para seus pais, a tecnologia é apenas um complemento de sua vida. Serve para comparar preço de um eletrodoméstico, acessar o site do banco ou agilizar a comunicação no escritório. Mas, na maior parte do tempo, as tarefas e as interações do dia-a-dia são feitas pelo bom e velho telefone fixo/celular ou, melhor ainda, pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Para a geração digital, sem celular, comunidades online ou blogs, não há vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Para operadoras de celular, bancos, montadoras de automóveis, fabricantes de desodorantes e jeans, vendedores de CDs e de protetores – entre milhares de outros produtos e serviços – já é vital entender a importância e a profundidade dessa transformação cultural e aprender a lidar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A tecnologia digital permite que o mundo de informação seja fatiado em pedaços cada vez menores, que representam somente o interesse individual de cada consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A geração digital está pronta para falar sobre empresas e produtos – e a ouvir o que se diz deles. Os adolescentes já participam ativamente de um grande bate-papo na Internet, sem que o marketing tradicional possa influir sobre o andamento da conversa. A caixa de ressonância não para de aumentar. Pela última conta havia 60 milhões de blogs no mundo. A cada dia 175.000 sites pessoais são criados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· O consumidor jovem vai entrar num site, assistir a um anúncio ou visitar uma loja com base no conselho de um desconhecido que tenha boa reputação estabelecida na rede. Mas não fará o mesmo se a indicação vier de um vendedor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-4677236201747014637?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/4677236201747014637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/marketing-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4677236201747014637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/4677236201747014637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/marketing-no-brasil.html' title='MARKETING NO BRASIL E REFLEXÕES SOBRE O TEMA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-8559862299424243299</id><published>2009-06-24T10:11:00.001-07:00</published><updated>2009-06-24T10:11:55.200-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>O QUE SÃO OS EDITORIAIS?</title><content type='html'>O que são os editoriais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Textos de revistas ou jornais que expressam o posicionamento da empresa sobre algum assunto, sem se preocupar com a imparcialidade. Não só os editoriais exprimem a opinião do veículo, mas a organização das notícias, as manchetes, as intenções que deixam transparecer ao longo do material jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Um jornal publica sua visão sobre fatos atuais, regionais ou nacionais, nos editoriais. Podemos dizer também que o editorial é um texto opinativo não assinado que reflete a posição coletiva da redação do jornal, revista, TV ou rádio. Editoriais não são notícias, são opiniões baseadas em fatos. Por exemplo, os editoriais podem criticar a atuação de autoridades públicas como o prefeito, o governador, ministros, Presidente da República, etc. Por outro lado, podem também elogiar pessoas por suas contribuições. Seja qual for o assunto, os veículos esperam que seus editoriais aumentem o nível de discussão na comunidade.&lt;br /&gt;No jornal impresso / revistas, isto ocorre de duas maneiras que são familiares para o leitor: as cartas ao editor e os artigos de opinião editorial. As cartas estão sempre entre as seções mais lidas de um jornal, pois é onde os leitores expressam suas opiniões. Alguns jornais limitam as cartas a um determinado número de palavras, 150, 250 ou até 300, enquanto outros publicam cartas de qualquer tamanho. Os artigos de opinião editorial normalmente têm de 850 a 1000 palavras. Os jornais têm espaço para cartas ao editor e artigos de opinião editorial, disponíveis como parte de sua contribuição para o diálogo.&lt;br /&gt;O editorial é dirigido por um redator que não trabalha no setor de notícias. Pessoas que trabalham em jornais chamam isso de "separação entre a Igreja e o Estado", o que significa que há uma linha que não deve ser ultrapassada entre notícia e opinião. Se esta linha for ultrapassada, o jornal perde seu bem mais valioso, a credibilidade. Por este motivo, os redatores em alguns grandes jornais são subordinados ao editor, que é o diretor-geral da empresa, e não ao editor-executivo (em alguns jornais ele pode ser). Seja qual for o modelo da organização, nenhum dos dois departamentos pode dizer um ao outro o que publicar no jornal.&lt;br /&gt;Por ser uma manifestação do ponto de vista do grupo editorial, esse gênero jornalístico tem características especiais, que o diferenciam de outras formas de expressão opinativas, como o artigo ou a crônica. Nestas ultimas, os comentários a respeito de um fato ou de um ponto doutrinário se fundamentam em argumentos e idéias pessoais; no editorial a nota dominante é a impersonalidade.&lt;br /&gt;Não é o que EU penso o que exprimo no editorial, mas o somatório do que pensa uma expressiva parcela da opinião pública, representada pelo grupo que fundou, orienta e mantem o jornal. As marcas da impersonalidade das editorias estão em duas características do gênero: - não ser assinado; - utilizar no texto a terceira pessoa do singular, ou a primeira do plural, o que psicologicamente confere maior autoridade aos conceitos expendidos. Exemplo: Este jornal tem advertido etc.; Freqüentemente temos advertido etc. Ambas as características salientam a irresponsabilidade legal do redator da matéria, pois, por ela responderá em juízo o diretor responsável do periódico, como representante do editor.&lt;br /&gt;O texto do editorial é bastante condensado. Trata-se de um tipo de escrito que deve focalizar uma idéia central única, uma vez que, quando se quer exprimir várias idéias em um curto espaço, geralmente se cria confusão e não se pode concluir bem.&lt;br /&gt;Características:&lt;br /&gt;·         Espaço ocupado não superior a ¼ de página;&lt;br /&gt;·         Composição em tipos maiores de sete pontos, com distância que facilite a leitura;&lt;br /&gt;·         Redação em linguagem simples, direta e incisiva, sem o uso de termos empolados e frases demasiados longas;&lt;br /&gt;·         Maior ênfase nas afirmações do que nas demonstrações, pois pretende atingir e convencer o leitor;&lt;br /&gt;·         Repetição regulada de idéias e conceitos, o que se poderia chamar de redundância relativa;&lt;br /&gt;Vale dizer que as idades, as épocas, os séculos, os anos, sequer os meses, não dão a medida para o jornalista. O passado para ele é o dia de ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Editorial: Estrutura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os gêneros jornalísticos, o editorial é, provavelmente, o de estrutura mais rígida e simples: 1) título; 2) introdução; 3) discussão; 4) conclusão, embora, em alguns casos, essas partes não estejam sempre divididas em unidades distintas.&lt;br /&gt;O título, como de uma notícia ou de um texto de publicidade, objetiva atrair a atenção do leitor. A introdução visa despertar-lhe o interesse para que prossiga na leitura, que usualmente é muito breve, e consiste na formulação da notícia ou idéia que deu origem a matéria. Visa transformar a atenção espontânea do leitor, em atenção voluntária, despertar-lhe o interesse para saber o que o jornal tem a dizer sobre o assunto. A discussão expõe argumentos com vistas à interpretação dos fatos, onde o editorialista interpreta, analisa, debate os diferentes aspectos do tema. Aqui, há que expor as suas implicações, confrontá-lo com outros semelhantes, manipulá-lo, desintegrá-lo. Há que pensar não só como editor, mas como pensariam sobre o assunto os seus opositores. Há que antecipar-se às críticas e destruir previamente as objeções que seriam formuladas ao ponto de vista expresso. A conclusão pretende levar o leitor a aceitar a idéia exposta e enquadrar seu procedimento nas diretrizes traçadas. De qualquer modo, a conclusão, como adverte Mostaza &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5444931375693861675#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; “... tem sempre de tomar partido, pois sua finalidade é aconselhar e dirigir a opinião dos leitores. Não se pode reservar: tem de decidir-se. O jornal esta, por essência, comprometido a dizer em voz alta, isto é, em letra de forma, o que pensa...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;“Técnicas de Codificação em Jornalismo”, de Mário L. Erbolato – 1985 – 4º Ed., Vozes&lt;br /&gt;“Jornalismo Opinativo”, de Luiz Beltrão – 1980 – 1º Ed., Sulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5444931375693861675#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; MOSTAZA, B – “Editoriales”: in “El Periodismo – Teoria y Practica” – Barcelona 1953&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-8559862299424243299?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/8559862299424243299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/o-que-sao-os-editoriais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8559862299424243299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/8559862299424243299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/o-que-sao-os-editoriais.html' title='O QUE SÃO OS EDITORIAIS?'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7506758779117072801</id><published>2009-06-24T10:10:00.001-07:00</published><updated>2009-06-24T10:10:56.286-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>A NARRATIVA JORNALÍSTICA</title><content type='html'>A NARRATIVA JORNALÍSTICA, ANUNCIAR, ENUNCIAR, PRONUNCIAR E DENUNCIAR&lt;br /&gt;CONCISÃO&lt;br /&gt;·         Exposição das idéias em poucas palavras, com objetividade, informação precisa e enxuta, direto ao ponto. Utilize textos curtos, sem rodeios, excesso de adjetivos e dados desnecessários, ou explicações paralelas.&lt;br /&gt;·         Títulos, lides, subtítulos fortes, consistentes e com impacto.&lt;br /&gt;·         “Web”: Links pertinentes para informações complementares – que mostrem o fato noticiado e auxiliem o usuário a entender a questão, sem distraí-lo.&lt;br /&gt;A NARRATIVA JORNALÍSTICA&lt;br /&gt;·         É todo e qualquer discurso capaz de expor, contar, relatar, referir, dizer minuciosamente. Envolve um mundo concebido como real, material e espiritual, situado num espaço determinado.&lt;br /&gt;·         Romance, conto e poema são diferentes formas de narrativa. Sem um “QUEM” e um “O QUE” não se pode narrar.&lt;br /&gt;·         Mesmo não sendo feita em primeira pessoa, a narrativa devera carregar em seu discurso um tom impressionista, que devera facilitar a aproximação entre o leitor e o acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo da ópera → Principais características de uma reportagem:&lt;br /&gt;1-     Predominância da forma narrativa,2- Humanização do relato,3 - Texto de natureza impressionista,4 - Objetividade dos fatos narrados&lt;br /&gt;ANUNCIAR&lt;br /&gt;·         Ato de noticiar determinado fato, independente do número de acontecimentos que possam ocorrer, pois, só serão notícia aqueles que forem “anunciados”. Atenção ao fato, que deve ser recente, levando-se o anúncio deste imediatamente ao público. Um aspecto importante que diferencia a notícia da reportagem é a atualidade. Esta última oferece um detalhamento daquilo que já foi anunciado. Limitam-se as evidências.&lt;br /&gt;ENUNCIAR&lt;br /&gt;·         Exprimir, declarar, expor, manifestar, ou seja, qualquer texto, oral ou não produzido pelo emissor. Não se percebe que há alguém narrando; mais parece a sugestão que os acontecimentos têm vida própria e se exibem diante do leitor, enunciando-se de forma autônoma.&lt;br /&gt;PRONUNCIAR / DENUNCIAR&lt;br /&gt;·         Sutilmente uma NOTÍCIA pode vir a se pronunciar a respeito de um fato ou tema, imprimindo ao texto um caráter de julgamento preestabelecido, de avaliação do caso relatado, conduzindo o leitor na direção de um pronunciamento. Pode ter um caráter irônico e detrator, mas também pode ser construtiva, falando a favor de um movimento social, por exemplo, (MST); explicitamente opinativa, adquire muitas vezes o caráter de denúncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:“Técnica de Reportagem - notas sobre a narrativa jornalística”- Muniz Sodré, Maria Helena Ferrari, 1º Ed, 1986 Ed SUMMUS;Técnica de Codificação em jornalismo – Mario Erbolato&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7506758779117072801?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7506758779117072801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/narrativa-jornalistica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7506758779117072801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7506758779117072801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/narrativa-jornalistica.html' title='A NARRATIVA JORNALÍSTICA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-165868354706937972</id><published>2009-06-24T10:08:00.002-07:00</published><updated>2009-06-24T10:09:41.545-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>A PAUTA NO RADIOJORNALISMO</title><content type='html'>A PAUTA NO RADIOJORNALISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Quando abordamos o assunto “pauta” de forma geral, falamos em “suíte”, que é a seqüência ou a continuidade de uma notícia, que se dão quando um tema for deveras importante. Não confundir essa palavra com o inglesismo “switch”, que é o local onde está o controle de uma unidade de produção, normalmente composta por: - um estúdio, câmaras, telecine, vídeos, geradores de características e sonoplastia. Normalmente ali fica o diretor de TV.&lt;br /&gt;                No radio jornalismo o trabalho de pauteiro deve ir além da seleção dos assuntos do dia. Ele deve planejar reportagens exclusivas, tentando fugir do conceito enraizado de que o rádio não cobre o factual, limitando-se a repercutir os jornais.&lt;br /&gt;                Suas fontes, além das agências de notícias, podem ser a internet, reclamações de ouvintes, os próprios jornais, fax, relatórios de repórteres, revistas, acompanhando o noticiário de outros veículos, presenciando um fato na rua, etc. Uma iniciativa louvável de todo jornalista é sugerir pautas.&lt;br /&gt;                Os assuntos a serem enfocados na programação do dia a dia, o planejamento de reportagens para o dia seguinte, e a “suíte” são definidos em reuniões de pauta.&lt;br /&gt;                O texto da pauta tem de ser informativo, sucinto, com “lead/sublead”, pois serve de roteiro para o repórter. Perguntas podem ser feitas, desde que não caiam no óbvio. Qualquer material de apoio deve sempre estar anexado na pauta.&lt;br /&gt;                A dinâmica dos fatos sociais pode originar mudanças na pauta ou mesmo a queda desta.&lt;br /&gt;                O pauteiro, para ganhar tempo, deve incluir na pauta dados sobre os entrevistados, telefones, localização (endereços), e, se houver mais de um entrevistado, os locais de encontro não devem ser muito distantes um do outro, desde que sejam cobertos pelo mesmo repórter. Se ganha tempo.&lt;br /&gt;                Autorizações para que o repórter possa entrar em locais públicos / privados devem ser obtidas com antecedência pelo pauteiro, sem as quais a reportagem pode não se realizar.&lt;br /&gt;                Se a entrevista, por alguma razão deixar de ser realizada (“queda de pauta”), avisar imediatamente o entrevistado; não o deixe esperando.&lt;br /&gt;                Quando uma empresa fala somente por intermédio de assessores de imprensa, deve-se divulgar uma “nota pé” com a versão da empresa, atribuída à assessoria. Sem qualquer discriminação, as assessorias não são as principais fontes de informação.&lt;br /&gt;                Os “releases” podem ser tanto fontes de informação quanto de erros grosseiros, pois possuem fins específicos de divulgação. “Checar” sempre e avaliar o interesse do público.&lt;br /&gt;                Não deixar de prever na agenda os fins de semana e feriados, assuntos como lazer, esporte, competições, etc. Ao mesmo tempo em que se deve manter em “stand by” uma equipe para acontecimentos inesperados.&lt;br /&gt;                Informações não utilizadas na pauta de hoje podem ser úteis amanhã. Um bom arquivo é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;·         “Aprender Telejornalismo”, de Sebastião Squirra, 2º Ed.&lt;br /&gt;·         “Manual de Radio jornalismo”, de Heródoto Barbeiro e Paulo Roberto de Lima, 3º Ed.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-165868354706937972?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/165868354706937972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/pauta-no-radiojornalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/165868354706937972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/165868354706937972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/pauta-no-radiojornalismo.html' title='A PAUTA NO RADIOJORNALISMO'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-9160390836812615066</id><published>2009-06-24T10:08:00.001-07:00</published><updated>2009-06-24T10:08:37.365-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>A PAUTA</title><content type='html'>A PAUTA: TUDO COMEÇA COM ELA. PROPOSTA E EXECUÇÃO DE PAUTAS DE REPORTAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pauta: Seleção de assuntos que serão abordados pelo veículo – impresso ou não – que, potencialmente, podem despertar interesse do leitor / telespectador / ouvinte etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos → A pauta define o objetivo da matéria, que deve ser clara indicando a razão da escolha do assunto e com que finalidade foi feita essa escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propostas de pautas → Comportamentos, saúde, família, moda, automobilismo, turismo, esporte, ciência e tecnologia, informática, astronomia, ecologia, meio ambiente, cultura, macro e micro economia, política, etc. Dependendo do veículo, podem existir várias editorias, e o trabalho do jornalista estará orientado para àquela finalidade. A pauta pode surgir através de um “press release”, que chega a redação através de um ofício, “e-mail”, “fax”, informando, por exemplo, a inauguração de um empreendimento de grande importância, a fusão ou aquisição de bancos, a presença futura de personalidades no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado da execução da pauta → Num jornal impresso, por exemplo, ao final de cada dia, os editores de cada editoria reúnem-se com o editor chefe, onde cada editor discute o trabalho que foi desenvolvido (“vende seu peixe”) e saberá se a matéria “irá para as rotativas”, na primeira página, com chamada de texto, manchete, fotografia (a importância desta e o velho jargão:” uma foto vale mais que mil palavras”), a forma de edição de cada assunto principal, a diagramação etc. Discute-se inclusive, a continuidade de cobrir a matéria - dada a sua importância – fato esse que dá surgimento ao que denominamos SUÍTE, que é a seqüência ou a continuidade de uma notícia, pela sua “importância”, por conter novos detalhes ou por acompanhar um personagem. Nunca se deve perder o foco de quem é o nosso leitor / espectador / ouvinte / internauta, ou seja, para quem estamos comunicando. A linguagem a ser usada em cada veículo também é diferenciada. No rádio, por exemplo, as mensagens são curtas, boa qualidade de som e entrevistas preferencialmente gravadas, entre outras. No jornal de TV é importante o impacto das imagens, preferencialmente sem sensacionalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa → Pronta a pauta, é hora de pesquisar o assunto escolhido. Previamente verifica-se o que se sabe sobre o assunto, para evitar repetição e também descobrir possíveis falhas em abordagens anteriores. Ter sempre em mente que a NOTÍCIA poderá chegar ao público pelas formas mais diversas, daí a necessidade que a futura REPORTAGEM seja a mais cuidadosa possível, para que se possa manter a credibilidade dos veículos. Atenção especial aos “blogs”, que existe tanto para o bem, como para o mal; tanto para o bem da informação do público, quanto para o exercício da calunia.&lt;br /&gt;É oportuno lembrar as palavras dos jornalistas Sidnei Basile e Eugenio Bucci em “Jornalismo Sitiado” quando se referem à credibilidade na imprensa: - “Acuidade, veracidade, integridade e – é bom não esquecer – humildade serão atributos importantes para que, no meio da Babel eletrônica, os cidadãos possam manter a confiança na imprensa, para que ela mantenha seu papel essencial na construção da democracia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro da Matéria&lt;br /&gt;Cria-se uma ordem para a Reportagem da mesma forma que se faz um Roteiro para um filme, documentário ou novela de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro do Jornalista&lt;br /&gt;Para apurar uma matéria, as Fontes serão ouvidas (consulta ou informação).&lt;br /&gt;Lembrar-se sempre que as tarefas devem ser cumpridas dentro de um tempo determinado, pois o “fechamento” de cada edição se dá segundo um cronograma de horários previamente definidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;“Jornalismo – Teoria e Prática” – Prof. Pery Cotta&lt;br /&gt;“Técnica de Reportagem” – Profs. Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-9160390836812615066?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/9160390836812615066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/pauta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/9160390836812615066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/9160390836812615066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/pauta.html' title='A PAUTA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5444931375693861675.post-7879866997443607581</id><published>2009-06-24T10:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T10:04:47.467-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TÉCNICA DE REPORTAGEM'/><title type='text'>CONCEITOS DE NOTÍCIA</title><content type='html'>CONCEITOS DE NOTÍCIA, “LEAD”, REPORTAGEM, E OS ELEMENTOS QUE AS COMPÕE. A FÓRMULA PARA NÃO ESQUECER.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos exercer sempre o princípio da dúvida {É ou foi o que realmente aconteceu? Como estão contando para mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda história, como a moeda tem dois lados. Ambos devem ter ouvidos. Imparcialidade. É correto duvidar de tudo e de todos? Não se trata de uma posição pessoal. A Fórmula 3Q + POC e o 7º elemento: E daí?&lt;br /&gt;Descartes (René) em “Princípios de Filosofia” (1596/1650), já sugeria, a quem investiga a verdade, “...duvidar de todas as coisas e tanto quanto possível”.&lt;br /&gt;Não esquecer que somos a ponte entre o leitor e o acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         É uma forma de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos.&lt;br /&gt;·         Tem valor apenas quando acabou de acontecer ou quando ninguém noticiou.&lt;br /&gt;·         Toda notícia é potencialmente objeto de apuração jornalística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            2.1. QUALIDADE DA NOTÍCIA: Quatro fatores influenciam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         NOVIDADE → não deve repetir as notícias já conhecidas.&lt;br /&gt;·         PROXIMIDADE → quanto mais próximo do leitor ocorrer o evento, mais interesse a notícia gera.&lt;br /&gt;·         TAMANHO → grande ou pequena atraem atenção do público.&lt;br /&gt;·         RELEVÂNCIA → deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Atenção ao problema da banalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            2.2. QUEM PROVOCA NOTÍCIA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Acontecimentos decorrentes de ações naturais (natureza, animais, etc)&lt;br /&gt;·         Personalidades (ação / omissão de pessoas), celebridades (às vezes desprezíveis pela sociedade), famosos (artistas, músicos, escritores, cientistas, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REPORTAGEM: É a atividade primária do jornalismo. Definimos como observação atenta e a descrição de eventos, fatos ou acontecimentos, enriquecidos pela capacidade intelectual, sensibilidade, criatividade e narração fluente do autor.&lt;br /&gt;Alberto Dines chama de “meio caminho entre o jornalismo e a literatura”.&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;            3.1. TRABALHO JORNALÍSTICO: Quatro etapas distintas:&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;A)    PAUTA → Seleção dos assuntos que serão abordados. O que pode despertar interesse.&lt;br /&gt;B)     APURAÇÃO → Averiguar a INFORMAÇÃO em estado bruto (dados, nomes, números, etc), os documentos que foram conseguidos, as pessoas (FONTES) que forneceram os dados.&lt;br /&gt;C)     REDAÇÃO → Tratamento das informações apuradas em FORMA de texto verbal pode resultar num texto para ser impresso (jornais, revistas) ou para ser lido (TV, rádio, cinema, “sites”).&lt;br /&gt;D)    EDIÇÃO → Finalização do material redigido em PRODUTO de comunicação; confere sentido geral às informações obtidas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso consiste em revisar e cortar textos para enquadrar-se em espaços pré-definidos (ATENÇÃO AO “PRESS RELEASE”). No radiojornalismo é um “recorte / cole” de trechos sonoros junto a textos de locução e no telejornalismo ganha o adicional de imagens em movimento, “ganchos”, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“LEAD”: Uma boa forma técnica é a de hierarquizar as informações, apresentando-as no texto em ordem decrescente de importância, que chamamos de “PIRÂMIDE INVERTIDA”, ou seja, base para cima – início do texto – e vértice para baixo – assuntos menos relevantes. O primeiro parágrafo, que deve conter as principais informações da matéria, chama-se “LEAD” (alguns até incluem a fórmula 3Q + POC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, MANCHETE, “LEAD”, e a MATÉRIA (REPORTAGEM), admitindo-se, nesta última, capítulos agrupados por temas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5444931375693861675-7879866997443607581?l=blogdoprofadilson.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/feeds/7879866997443607581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/conceitos-de-noticia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7879866997443607581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5444931375693861675/posts/default/7879866997443607581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdoprofadilson.blogspot.com/2009/06/conceitos-de-noticia.html' title='CONCEITOS DE NOTÍCIA'/><author><name>Professor Adilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10995829230249870121</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
